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| Tuesday, 29-Jul-2008 22:24 |
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Pasta 64 - Carrocerias: Busscar Urbanuss
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Pasta com um dos modelos mais longevos do mercado, o Busscar Urbanuss. Ele se destaca por seu estilo, que não tem conexão com o Urbanus, ou mesmo com a linha rodoviária lançada três anos depois.
Lançado no último trimestre de 1998, o Urbanuss teve uma boa vendagem logo em seu início: empresas como Amigos Unidos, Luxor, Santa Sofia, Rubanil, Faol e Santo Antônio puseram os seus para rodar até o fim do ano. Desta primeira leva, a Ocidental se destacou, comprando os seus com o novo chassi Scania F94. Em sua última renovação com carros convencionais novos, a Santa Sofia adquire um lote numeroso para a linha 786.
Na capital carioca, o modelo continuou sendo adquirido com bastante frequência, em diversas quantidades, chassis e tamanhos. A Fábios, quando lançou a Erig em 1999, coloca 40 Urbanuss 0km em suas linhas. A Oriental, por sua vez, investe alto: em um período curto, adquire F94, 1721 e alguns B10M com ar-condicionado.
Vale notar que o grupo Jacob Barata, um dos principais compradores de ônibus 0km da cidade, não apostou muito na carroceria. De fato, os únicos Urbanuss do grupo foram adquiridos pela Transurb: 14 unidades em 2001. Em compensação, a dupla Salineira/ Montes Brancos se tornou compradora contumaz do modelo, recebendo algumas unidades nos últimos dois anos.
Em Niterói e São Gonçalo, a fidelidade das empresas ao Urbanus continuou a existir nos Urbanuss. Como destaque, temos os Urbanuss refrigerados da Fortaleza (16-210), Ingá, Galo Branco(1721 com ar na saia do veículo) e Santa Izabel (1721 com ar Carrier). Esta última compra foi uma surpresa, pois agraciou as linhas municipais de São Gonçalo e deu um estímulo passageiro às rotas intermunicipais da extinta empresa.
A Baixada Fluminense também adquiriu diversas unidades do modelo. O grupo Luxor/Anatur (1998) e a União (1999) foram às compras, assim como a Flores entre 2000 e 2001, mas a caxiense Santo Antônio roubou a cena. Seus Urbanuss, fabricados entre 1998 e 2002, foram vendidos para diversas cidades (Três Rios, Campos, Belo Horizonte), ou mesmo repassados a outras empresas associadas, como as niteroienses Pendotiba e Garcia.
Atualmente o modelo ainda é fabricado, com pouquíssimas diferenças (padronagens de bancos, vistas, interior). A falta de modificações causa situações curiosas como as da paulista Pássaro Marron, que tem Urbanuss de 2001 a 2008 absolutamente iguais.
Em destaque, um exemplar de cada configuração: 1721 (extinta Anatur), B10M canarinho (Oriental), F94 (Ocidental) e 1418 (Salineira).
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Sunday, 27-Jul-2008 21:36 |
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Pasta 63 - Especial Setrerj
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Folder do Setrerj
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Saindo um pouco do Rio e tomando a Ponte de novo...
Material do Sindicato de Empresas de Transporte Rodoviário do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj), que congrega as empresas da Grande Niterói. A coleção de fotos data dos anos 90, e muitas das empresas ou pinturas retratadas não existem mais.
Acervo Pedro Oliveira.
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| Thursday, 24-Jul-2008 23:37 |
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Pasta 62 - Serviços Especiais: Afonso Pena x Barra
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A ligação entre a Tijuca e a Barra é antiga e conta pelo menos 30 anos. Linhas como 221 (antiga Barrinha, extinta), 225 (Via Parque via Barrinha), 233 (Sernambetiba) e 234 (Av. das Américas) são tradicionais neste eixo de operação. Na década de 90, surgiu uma opção especial: a 225 Afonso Pena, rodada pela Tijuquinha.
Iniciada em 1997, a linha contava com micros urbanos com ar-condicionado, TV e vídeo-cassete. Inicialmente havia apenas 1 carro (o 50164, Senior GV 814) para teste: serviço foi aprovado pela população e, expandido, se consolidou numa viável alternativa às vans, que eram mais caras (3 reais, o ônibus custa 2), demoradas e desconfortáveis. Os jornais da época ressaltavam a grande aceitação do serviço por parte dos passageiros, que também podiam contar com outras linhas especiais da Tijuquinha: 225 Campos Sales (via Sernambetiba) e a 705 Saens Peña, operada de manhã cedo.
O itinerário incluía centros de grande aglomeração de passageiros: Saens Peña, Usina, Alto da Boa Vista, Barra Shopping e o Via Parque, seu ponto final. Era possível vê-los dentro do estacionamento do Barra Shopping, junto aos Barrinhas.
A linha deu certo por um longo tempo, embora tivesse de enfrentar problemas como a insistente concorrência do alternativo e as ondas de assaltos. O serviço começou a ser esvaziado em 2000: diversos Senior GV (186 a 188) viraram Turquesa 1417, e outros micros tiveram seus aparelhos de ar-condicionado desligados. Nesse contexto de declínio, foi uma grata surpresa a aparição do 50138 (Senior GV rodoviário, provavelmente ex-Ideal).
Em 2002, foi rascunhada uma tentativa de recuperação, com os Viale O500M e alguns Senior 914 sem ar. No entanto, a medida não adiantou: no ano seguinte a 225 parcial foi extinta, abrindo guarda para as vans do trajeto.
Destacando, um carro de cada pintura: Senior GV 98 na pintura padronizada da 705 (linha vinculada à 225), outro Senior 98 com o layout adotado nos últimos carros do ano, e um micro já com o ar desligado. Todos os esquemas visuais remetem ao maciço da Tijuca, pessoalmente gosto muito do laranja.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Sunday, 20-Jul-2008 01:54 |
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Pasta 61 - Terminal de Deodoro
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O transporte do Rio de Janeiro, se atualmente não é o mais funcional para a população que dele depende, não ostenta esta condição por falta de projetos. Um deles é o extinto Terminal de Deodoro.
Inaugurado em 28 de dezembro de 1992, na gestão do então prefeito Marcello Alencar, o terminal fazia parte de um plano mais ambicioso. Além de Deodoro, seriam construídos mais dois terminais-troncos, um na Pavuna (porta da Dutra) e outro na Washington Luiz (acesso fácil para Duque de Caxias e seu entorno). Dali, sairiam veículos articulados em um corredor troncalizado, otimizando a quantidade de ônibus nas ruas e reduzindo o fluxo total.
A localização geográfica novamente não foi escolhida ao acaso. Deodoro é um bairro no limite entre a Zona Oeste, a "grande Pavuna" (eixo Ricardo-Anchieta-Pavuna, acessível através da Mal. Alencastro) e a "grande Madureira" (linha férrea entre Madureira e Marechal), além de ser colado à Avenida Brasil e ser servido pelo transporte ferroviário. Desde os anos 80, nutria-se certo otimismo em relação ao futuro terminal: previa-se que ele iria receber também diversas linhas interestaduais.
A estrutura básica das linhas contava com diversas alimentadoras e uma troncal, a 301 (Deodoro x Praça XV). Não havia integração tarifária, mas o preço cobrado era diferenciado. Foram criadas as seguintes parciais:
709 (Deodoro x Pavuna, Pavunense) - parcial da 779
713 (Deodoro x Coqueiros, Campo Grande) - parcial da 921
714 (Deodoro x Jd. Violeta, Campo Grande) - parcial da 923
715 (Deodoro x Jd. Novo Realengo, Bangu) - parcial da antiga 739, Deodoro x Bangu
716 (Deodoro x Barata, Bangu) - parcial da 742
717 (Deodoro x Murundu, Bangu) - parcial da 777
718 (Deodoro x Padre Miguel, Oriental) - parcial da 684 (por sua vez, parcial da 689)
719 (Deodoro x Senador Camará, Bangu) - parcial da antiga 960, atual 926
720 (Deodoro x Mariópolis, Novacap) - parcial da 624
722 (Deodoro x Viegas, Jabour) - parcial da 918
724 (Deodoro x Campo Grande, Santa Sofia) - parcial da 786
301 (Deodoro x Praça XV, Oriental/Auto Diesel/Campo Grande) - via Seletiva, Perimetral, Camerino, Candelária.
As linhas foram mudando de operadora, de acordo com as diversas cisões ocorridas a partir de 1994. A Vila Real e a Ocidental entraram na 301, enquanto a 719 foi repassada para a Andorinha.
Embora o projeto fosse interessante, sua operação efetiva foi discutível. O terminal nunca foi completamente ocupado, e as linhas alimentadoras perderam público com a tarifa única. Em um dado momento todas elas foram extintas, o que gerou uma situação muito interessante: a linha troncal simplesmente não tinha alimentação. Por isso, podemos ver a 301 passeando no Centro literalmente vazia.
O Terminal foi destruído em 2002, e seu espaço foi aproveitado para o Piscinão de Deodoro. A 301 faz ponto final em uma rua próxima ao viaduto.
Em destaque, foto da Deodoro x Praça XV com várias empresas (Oriental, Ocidental na transição, Campo Grande), além do folder distribuído à época da inauguração.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado. Visite também:
http://pretopobresuburbano.blogspot.com/2003/07/piscino-x-rodoviria-h-alguns-governos.html
http://www.arcoweb.com.br/memoria/memoria48.asp
http://www.aspasiacamargo.com.br/conteudo.asp?qs_str_ID_AREA=12010&qs_id_text=420
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| Friday, 18-Jul-2008 02:15 |
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Pasta 60 - Vaz Lobo em 1965
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Vaz Lobo em 1965
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Por acaso, achei esse flagrante num fotolog sobre a Zona Norte carioca. (http://fotolog.terra.com.br/znorte:14). Por sinal, recomendo o site, tem fotos muito boas dessa região um tanto quanto esquecida do Rio.
Na foto, vemos o Largo de Vaz Lobo, junto a um ônibus da 952 (Penha x Praça Seca). A linha é uma das mais antigas do Rio: seu itinerário básico (Penha, Brás de Pina, Vicente de Carvalho, Madureira, Osvaldo Cruz, Cândido Benício, Praça Seca) continua igual desde os anos 60. Operada pela Choupal nessa época, conta-se que a linha passou rapidamente pela Mosa antes de chegar na Santa Maria. Hoje em dia, a 952 luta contra o alternativo e, de certa forma, a idade (a ligação Penha x Jacarepaguá é feita pela metade, não se aproveitando a linha reta existente).
Nota-se ainda duas características da época: os cartazes do Flexa Ribeiro (candidato derrotado ao governo da Guanabara em 1965) e o asfalto novo. O subúrbio do Rio ganhava infra-estrutura (calçamento e asfalto), embora certos bairros ainda fossem -e são - bastante carentes.
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| Wednesday, 16-Jul-2008 14:09 |
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Pasta 59 - Verdun e Macaense
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71083 - Cidade II 1318
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46 - Cidade II 1318
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150.151 - Cidade II 1318
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Em 1999, a Verdun perdeu um Torino GV, incendiado na Cidade de Deus quando fazia a 691. No segundo semestre do ano, ela recebeu um novo ônibus para substituí-lo: um Cidade II. O 71083, ao contrário dos outros Cidade da empresa, era reencarroçado, aproveitando justamente o chassi do Torino queimado.
No fim de 2001, após rodar por linhas como 238, 239 e 691, a Verdun o vende para a Macaense, junto com seus 3 Cidade I 1721. O Cidade II foi para a frota municipal, sendo posteriormente remanejado para o serviço intermunicipal. Com o recebimento dos carros ex-1001, o 150.151 é o único Cidade II sem bancos altos e piso antiderrapante.
Em destaque, foto do mesmo carro em três serviços.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
Visite: www.autoviacao1001.com.br e www.detro.rj.gov.br
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| Monday, 14-Jul-2008 19:47 |
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Pasta 58 - Transurb: de Turquesa a Spectrum
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72111 - Turquesa 1417
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72111 - Spectrum 1418
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O carro 72111 da Transurb, separado por 7 anos. Ambos são curtos, mas a função deles mudou de lá para lá: se em 2001 os ônibus de 10,5 metros eram exclusividade da C10, 410 e 691, hoje em dia o uso de carros curtos com cobrador se restringe às linhas 410 e 422.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Sunday, 13-Jul-2008 02:15 |
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Pasta 57 - A 1001 semi-urbana
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A 1001 é a maior empresa de transporte rodoviário do Rio, contando com mais de 600 ônibus. Tal quantitativo, aliado à vasta área atendida pela empresa, impôs a descentralização de suas atividades: há vários setores, tanto rodoviários quanto urbanos. As operações urbanas são de difícil visualização e serão vistas resumidamente aqui.
A história começa em Niterói e São Gonçalo, mas não com as linhas que vemos hoje em dia. A operação da 1001 na região equivale aos setores Itaboraí e Laranjal do grupo RIo Ita: Niterói x Alcântara, Niterói x Marambaia, Niterói x Venda das Pedras e Niterói x Cachoeiras de Macacu, entre outras. Em 1974, a empresa foi uma das pioneiras a operar na Ponte (linhas Alcântara x Penha e Alcântara x São Cristóvão). Posteriormente este setor urbano será trocado de forma escalonada pelas linhas rodoviárias da Rio Ita no Noroeste fluminense.
No início da década de 90, outras linhas foram conseguidas. A 1001 consegue entrar no eixo Centro de Niterói x Icaraí x Charitas, inicialmente com a linha 750D (a popular Charitas x Gávea, operada em pool com a Rio Ita - 712D), depois com a 740D (Charitas x Copacabana, em pool com a Braso Lisboa) e terminando com a 760D (Charitas x Galeão), adquirida da Rio Minho. Houve diversas variantes das três linhas: Charitas x Gávea via Lapa (extinta), Santa Úrsula e a direta via Rebouças, a Charitas x Copacabana (741D) e a efêmera Charitas x Cacuia. Ainda em Niterói, estão baseadas as linhas que ligam a cidade à Baixada Litorânea (Araruama e Saquarema), muito procuradas especialmente em feriados prolongados.
Em Nova Friburgo, se localiza o outro setor urbano da empresa. Os carros são caracterizados pela ausência do número da linha (como os horários são fixos, a identificação se dá pelo nome) e pela falta de roleta, com o cobrador sendo móvel. As rotas abrangem grande parte dos municípios da região (Cantagalo, Cordeiro, Bom Jardim, Macuco, Trajano de Morais, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto). A linha de Cachoeiras de Macacu possivelmente é a mais conhecida, sendo de grande valia para ir de São Gonçalo e Itaboraí até Friburgo.
Por fim, há as operações emergenciais. Há dois anos, a 1001, a Macabu e a Macaense constituíram um pool para operar emergencialmente as linhas da São Cristóvão (RJ 151), como Macaé x Quissamã e Campos x Quissamã. Atualmente, a empresa fluminense opera temporariamente as rotas da Sâo Joaquim (RJ 199), na região de Campos.
Em destaque, uma foto de cada momento descrito acima: Metropolitana na atual 484M; um O371UP do início dos anos 90 na 996; um Viale 2001 alocado no setor Friburgo, e um dos poucos Alpha 1620 fazendo a Macaé x Quissamã.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
Visite: www.autoviacao1001.com.br e www.detro.rj.gov.br
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| Sunday, 13-Jul-2008 00:27 |
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Pasta 56 - Carioca nos anos 60
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215 (Carioca x Uruguai)
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Mais uma foto antiga. Pode-se ver a Av. República do Chile com a aparência poeirenta que caracteriza o Centro carioca e suas intervenções urbanas dos anos 60 e 70. Precisamente nas obras do Metrô Carioca, por sinal, foi gravada a última cena da novela Pecado Capital (1975).
A 215 ligava a Carioca à Rua Uruguai, na Tijuca. Fazia itinerário semelhante ao da 217 e 226 (Av. Chile, Lavradio, Inválidos, Campo de Santana, Central, Praça da Bandeira, Mariz e Barros, Saens Peña). A linha deixou de existir oficialmente a partir de 1979: mesmo se continuasse, a sobreposição com as duas outras linhas a mataria.
A empresa operadora era a Uruguai, sem dúvida um exemplo de como as empresas se organizavam nas décadas de 60, 70 e 80. Além da 215, ela operava a 292 (Castelo x Inhaúma) e a 296 (Castelo x Vicente de Carvalho, depois esticada para Irajá). Esta área dispersa de operação cresceu ainda mais, com a operação das linhas 122 (Central x Copacabana via Praia do Flamengo) e 125 (Central x General Osório), na década de 60.
Posteriormente, foram criadas as linhas 665 (Benfica x Inhaúma, parcial da 292) e 711 (Benfica x Irajá, parcial da 296). A ligação com a Verdun já existia nos anos 70, e pode ter influenciado na extinção da 215, sobreposta à 217.
A Uruguai acaba em 1986. As linhas 125 e 456 (recebida da Choupal, entre as décadas de 80 e 90) vão para a Verdun, enquanto as outras linhas (296, 299, 711) vão para a Colúmbia.
Autoria desconhecida.
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| Thursday, 10-Jul-2008 23:26 |
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Pasta 55 - Evanil: de monobloco a Viaggio
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132.012 - O371RS
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132.012 - Viaggio G6 K310
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Para quem gosta dessas séries, vai uma da Evanil (monobloco O371RS e um dos novos Viaggio K310). Não conhecia a pintura marrom, mas achei-a muito bonita, poderia ser usada até hoje.
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