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Chopp Duplo

By: Luiz Eduardo

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Saturday, 30-Aug-2008 13:33 Email | Share | | Bookmark
Pasta 74 - Túnel Rebouças (parte 1)

29135 - Condor 1313
37685 - Senior 914
27504 - Vip I 1721
View all 8 photos...
Postagem sobre o Túnel Rebouças, dividida em duas partes. A primeira trata da construção do túnel e de seus impactos na circulação urbana do Rio, enquanto a segunda falará das Linhas Norte-Sul e a situação atual.

Inaugurado em outubro de 1967, o Rebouças liga o Rio Comprido (Av. Paulo de Frontin) à Lagoa. Uma simples olhada no mapa revela a importância da obra: pode-se acessar a Av. Brasil, pegar o Rio Comprido, cair na Lagoa e pegar rapidamente Botafogo, Copacabana, Jardim Botânico ou o Leblon. Antes da inauguração do Rebouças, as opções mais rápidas eram o Santa Bárbara ou o Túnel da Rua Alice (Rio Comprido x Laranjeiras).

Não é exagero falar que o túnel mudou radicalmente a circulação da cidade, como vemos no trecho a seguir:

Eram duas cidades distintas. Os cariocas que queriam sair da Tijuca em direção à Zona Sul, por exemplo, tinham duas alternativas: pegar o Santa Bárbara; ou o Alto da Boa Vista, cair no Itanhangá, e dali partir em direção à Avenida Niemeyer. Era tudo muito demorado - explica Paulo Cezar Ribeiro, professor do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ.

O rodoviarismo, que perpassou a construção do túnel e a idealização de muitas vias expressas que foram parcialmente aplicadas, pôde ser visto na demora para o túnel ser liberado aos ônibus. Outros fatores devem ser considerados, como a falta de um elevado que canalizasse o fluxo e o acidente ocorrido em 1971.

De qualquer forma, em 1976 as primeiras linhas de ônibus começam a rodar pelo Rebouças. São elas:

417 - Usina x Leme (CTC, via Epitácio Pessoa, Cantagalo, Atlântica) - variante da 416
443 - Lins x Urca (Méier, via Borges de Medeiros, Jardim Botânico, Humaitá, São João Batista) - variante da 442
473 - Triagem x Leme (Braso Lisboa, via Rio Comprido, Cantagalo, Copacabana) - variante da 472.


Posteriormente, surgem outras linhas: 414 (Usina x Leblon, variante da 415) e a famosa dupla 569/70, que aparentemente começaram como Glória x Leblon via Rebouças nos dois sentidos - em um eixo, Copacabana via Cantagalo, e no outro, Jardim Botânico.

Apesar da quantidade de linhas, o Rebouças só passou a ser uma opção efetivamente racional para o transporte coletivo nos anos 80, com as linhas de São Cristóvão. Na continuação, elas serão explicadas.

Em destaque, um flagrante das obras e um Condor da 473, ainda como Triagem x Leme.




As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.

Volte sempre!


Na tentativa de complementar uma informação que li acima, informo que de fato no projeto original do Túnel Rebouças pensou-se em cobrança de pedágio. Esta medida não era uma, digamos assim, novidade em cidade de países do hemisfério norte, NO CASO DE OBRAS ESPECIAIS, como era então considerado o Túnel Rebouças.

Finalmente prevista no projeto, a praça de pedágio foi construída na saída para a Lagoa. Com a praça construída mas o Túnel Rebouças funcionando em experiência, ou em um regime não regular (não funcionava à noite, por vezes funcionava em um só sentido, etc, etc...), julgou Francisco Negrão de LIma, então governador do Estado da Guanabara, que não seria justo iniciar-se a cobrança do pedágio. Dessa forma o motorista safou-se do pagamento do pedágio por um período. No governo seguinte, de Chagas Freitas, finalmente o Rebouças passa a operar normalmente, mas o governador tomou as medidas legais necessárias para se deixar de vez de cobrar pedágio no túnel. Coisa que foi devidamente comemorada na época, mas que encontra-se totalmente esquecida.

Mais tarde a praça de pedágio da Lagoa foi destruída.
Thu 4-Sep-2008 07:04
Posted by:Paulo Z
Mas então a praça de pedágio existiu de fato?
No texto dá a entender que como as novidades tecnológicas não teriam sido implantadas, a praça de pedágio também não.

Teria sido então o primeiro pedágio urbano da cidade.
Fri 5-Sep-2008 01:54
Posted by:Marinaldo Jr.
Orgulhosamente convido os membros a visitarem o portal: http://vegabuss.fotopages.com/ atualizado com os novos Torinos VW 17-230 EOD da Real com porta traseira e Santo Antonio de Niteroi, por isso conto com a sua visita e seus comentários que valem ouro. Sun 7-Sep-2008 02:50
Posted by:André Luiz Gomes de Souza andre28518@gmail.com  - [Link]
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Wednesday, 27-Aug-2008 01:36 Email | Share | | Bookmark
Pasta 73 - Oriental

01 - O371RSD
Pasta com um serviço misterioso da Oriental, o rodoviário. Pela foto, dá pra imaginar a época (meados dos anos 90, pela tarifa e pela placa de três letras).

De resto ele é um ilustre desconhecido, quem souber mais, ou mesmo compartilhar a dúvida, pode postar à vontade.



Foto Cia. de Ônibus.

Será que esse carro não era um piratão, que simplesmente colocaram o nome de Oriental nele?

Essa pintura não lembra em nada a pintura tradicional da empresa. Acredito que, na época da foto, a direção da empresa não devia deixar de lado a sua pintura que era( e ainda é) uma das mais marcantes da cidade...
Tue 9-Sep-2008 03:33
Posted by:Rodrigo Gomes onibuscariocas@gmail.com  - [Link]
Será? O carro parece ser bem novo, limpo e organizado para rodar como piratão, deve ser teste mesmo. Só que ninguém viu, nem o público-alvo... Thu 11-Sep-2008 22:33
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
A história desse carro é a seguinte: A Oriental colocou o carro para rodar de manhã, mas a Pégaso entrou na Justiça e conseguiu a paralização desta linha na parte da tarde. O autor da foto é Pedro Oliveira Guimarães, colecionador e grande incentivador de muita gente e infelizmente, por motivo de grave doença, deixou de fotografar.
Abraços.
Sun 23-Aug-2009 03:24
Posted by:Edegar Rios Lopes Filho edrioslopes@ig.com.br
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Sunday, 24-Aug-2008 23:27 Email | Share | | Bookmark
Pasta 72 - Carrocerias: Torino G4

Folder promocional do Torino (1983)
101.014 - Torino LN 1618
32512 - Torino LN 1318
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Pasta sobre um dos modelos mais famosos da Marcopolo, o Torino G4. Caracterizado por sua resistência, o primeiro Torino é a versão da encarroçadora gaúcha para o Projeto Padron, que visava melhorar a funcionalidade do transporte através do investimento na qualidade dos ônibus. Esta característica do modelo em questão é vista pelo próprio design, que sugeriria um ônibus amplo, ventilado e sob medida para chassis pesados.

O modelo foi lançado em 1983, junto com a Geração 4 da Marcopolo (linha rodoviária e o micro-ônibus Senior). Há certa confusão, pois se considera o Torino LN (1989-1994) o único pertencente à geração em questão: no entanto, os dois são da G4, como pode ser visto no folder abaixo. Há as opções com e sem rebite, as fotos mostram isso.

No Rio, o modelo surge rapidamente: em 1985, a Verdun já operava alguns Torino na 247, como o 71014. Pelos idos de 1988, algumas empresas (Ideal, Acari, Alpha, Maduca, São Silvestre) adquirem o modelo adaptado para cadeirantes. Na Zona Oeste, a Oriental adquire algumas unidades do modelo nas duas versões, e no Leste Fluminense, Mauá, Pendotiba, Rio Ita, ABC e Araçatuba viram clientes fiéis do Torino. A Verdun baseou sua frota no Torino, tendo de todos os tipos (MBB, VW, Volvo), tamanhos (curto, longo) e configurações (Urbano Rio I, padronização 91, padronização pré-91).

Na Baixada, a Vera Cruz (RJ 205), a extinta Luxor e a Flores (junto com suas coligadas Real Rio e Ponte Coberta) foram contumazes compradoras de Torino G4. O grupo JAL, por sinal, voltou a escolher o modelo apenas recentemente, com o novo Torino.

Uma configuração muito bonita era o Torino com chassi central da Volvo. Verdun e Rio Ita adquiriram várias unidades, com destaque para a Rio Ita: em 1993, a compra de LN Volvo com câmbio automático foi notícia no Jornal do Brasil.

Após 10 anos de inquestionável sucesso, o Torino G4 é substituído pelo GV. As últimas unidades foram adquiridas pela dupla Três Amigos e Caprichosa, tanto no tamanho curto (chassi 1318) quanto no normal (1620). Para quem quiser matar as saudades, a Rio Ita opera um Torino LN 1618, o 152.042, na área de Itaboraí.

Em destaque: o folder de lançamento (1983); o Torino LN 1618 da Fagundes, com a pintura original da empresa; um dos primeiros Torino da Mauá, e o LN B58 da Rio Ita, na antiga 999 (atual 709D da Garcia).











As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.

Volte sempre!

Jefferson, você teria a relação dos Torino LN, e outras carrocerias, que a Verdun adquiriu? Wed 18-Mar-2009 20:18
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
retificando o Jeferson Faria

os LN começam do 388 e vão até o 396...397 e 398 eram Monobloco O 371 RS e 152-399 Alvorada OF-1318 da linha 515M
Sat 9-May-2009 00:58
Posted by:Alex- Niterói-RJ
Muito lindo o Marcopolo Torino LN. É uma das carrocerias de ônibus mais lindas que eu já conheci e além do mais, eu adorava curtir o ronco do motor OF-1618 da Mercedes-Benz. O ronco do OF-1618 era sensacional, o máximo, quando acelerado com força. Pra mim, o ronco do OF-1618 é nota 100. O ronco do OF-1315 também era legal. Sun 5-Jul-2009 15:33
Posted by:Guilherme
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Saturday, 16-Aug-2008 23:53 Email | Share | | Bookmark
Pasta 71 - Serviços Especiais: Taiobão

53094 - Padron Amélia
58571 - Padron Alvorada II
Mais um serviço especial, ilustre desconhecido para mim: o Taiobão. Como ele era basicamente local, achei interessante trazê-lo em uma pasta.

Implantado nos cinzentos anos 80, o Taiobão era um ônibus com espaço para bagagens e compras, com os bancos instalados longitudinalmente. O nome vem de um antigo tipo de bonde, o taioba, com a mesma configuração interna.

O José Carlos Clementino comentou um pouco sobre o serviço, no Ônibus Legal (link ao lado:

O "Taiobão" era um ônibus exclusivo para transportes de surfistas e outros passageiros que transportavam bugingangas como gaiolas (?!), bolsas enormes, etc... Quando este carro chegava em Madureira no sentido Campo Grande, lá perto do Mercadão de Madureira, era um Deus nos acuda. Os bancos eram dispostos nas laterais dos carros, como nos trens e metrô e havia espaço para os surfistas apoiarem suas pranchas. Parece que haviam estes carros na linha 701, se não me engano

No blog Chorando pelo Rio, há uma curta descrição do taioba original:

Por exemplo o 12 - Ipanema (Túnel Alaor ainda, o taioba ou caradura, cuja passagem custava apenas um tostão;Prata), circulavam com reboques. Existia, levava mercadorias junto com alguns passageiros sentados em bancos compridos dispostos lateralmente, muito ciosos de não pisar nas cabeças de alcachofras ou esmagar algum pintinho mal acomodado nos engradados.

Além da 701, a Bangu e a Santa Sofia operaram o serviço na 790 e na 861 (Reta do Rio Grande x Cesarão), respectivamente.

É interessante imaginar a natureza do serviço: carros especiais para transportar muitas compras, comuns nos anos hiperinflacionários da década de 80. Por outro lado, era necessário que as linhas passassem por grandes pólos comerciais (Madureira, no caso de 701 e 790, ou mesmo os hipermercados da Barra com a 701) , ou por áreas densamente povoadas que necessitassem de uma ligação com o centro de bens e serviços mais próximo. A extinta 861, ao ligar dois conjuntos de Santa Cruz passando pelo coração do bairro em questão, fazia tal papel.

Cabe ressaltar ainda que não havia kombis e o transporte individual era mais distante de ser alcançado: quem precisasse fazer as famosas compras do mês iria de ônibus mesmo.

Em destaque, o Amélia da Santa Sofia e o Alvorada da Bangu. Nota-se a folha de taioba estilizada, marcando o serviço especial.





As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.

Visite http://chorandopelorio.multiply.com/journal/item/7/7

Salvo engano, os ônibus urbanos da 1001 no setor Friburgo não têm roleta justamente pela questão das compras: é mais fácil deixar o cobrador solto no carro do que colocar a catraca e atrapalhar o fluxo.

Será que não houve pressão das associações de moradores? À época do Taiobão elas ainda eram fortes, talvez pudessem ter influenciado a criação daquele serviço.

Tue 19-Aug-2008 15:38
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Estranho que este serviço se desenvolveu aqui na Zona Oeste e só Campo Grande e Jabour não aderiram a este serviço especial, sendo que havia linhas em cada empresa onde se encaixava um Taiobão perfeitamente.

No caso da TCG, poderia ser adotado um Taiobão na 392, já que na época o seu ponto final era na Pça. Tiradentes e havia a Saara ali por perto, devia haver uma grande movimentação de pessoas com compras nos seus carros principalmente em épocas especiais como final de ano, como ocorre até hoje.

Sem contar ali na Brasil, na altura da CEASA, onde costumam embarcar várias pessoas com carrinhos, caixas e fardos de legumes e outras mercadorias, ocupando um espaço muito grande no corredor do ônibus.

No caso da Jabour, o trio da Barra poderia ter um veículo assim para atender a mesma finalidade que o da 701, embora as linhas não passassem assim tão perto da praia. Mesmo assim ajudaria.
Wed 20-Aug-2008 03:57
Posted by:Wladmir Livramento
A Oriental teve o Caio-Amélia comum, o 42159 nessa configuração. Foi eliminado em 1991 por um Caio-Padron Vitória.

Nessa foto do Padron Amélia da Santa Sofia, é impressão minha ou esses bancos tinham a MESMA configuração dos 2 Padrons Alvorada da Bangu (além do 58571, teve o 58678 ZERADO. Com o fim do serviço Taiobão, esse 58678 foi o único de NÃO ter o curral como teve os demais e, com a cisão, ficou facílimo a sua identificação tornando como 59067, hoje, um "Torininho").

No caso da Santa Sofia, nos anos de 1991 e de 1992, vi carros Taiobão com uma configuração DIFERENTE do caso citado acima onde os bancos no meio dos ônibus foram retirados. Vi isso no Ciferal-Padron Alvorada ano 1988, o 53089 na linha 846, se não me engano, em 1991, na Rodoviária de Campo Grande. O outro carro que vi foi o Caio-Padron Amélia ano 1988, o 53162 no Conjunto Cesarão, mas, não reparei a linha (além do antigo 861, pode ser o antigo 863-Cesarão x Conjunto São Fernando).

A impressão que me passou na época é que as linhas internas da Santa Sofia de Campo Grande e de Santa Cruz eram compostas por taiobões tanto que vendo de longe o ponto final dos antigos 861/863 no conjunto Cesarão vi ônibus estacionados onde pude ver as tais "folhinhas". Caber dizer que linhas como 858, 859, 828, 839 e 840 mais o antigo 857, a configuração era NORMAL.
Wed 20-Aug-2008 04:56
Posted by:Marcelo
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Saturday, 16-Aug-2008 01:05 Email | Share | | Bookmark
Pasta 70 - Carrocerias: Marcopolo Viale

95058 - Viale K310
185.241 - Viale 17-230 EOD
87093 - Viale 1721
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Pasta com outro longevo modelo urbano do mercado, o Marcopolo Viale. Lançado em 1998, ele pertence à série GV da encarroçadora gaúcha, mas passou quase inalterado pela sexta geração e chega à sétima: na prática, a linha urbana da Marcopolo pulou uma fase.

Concebido para ser o modelo extrapesado, o Viale poderia ser encarroçado apenas sobre chassis pesados, de motor traseiro ou central. Por este motivo, o modelo teve início difícil na cidade do Rio: poucas empresas o compraram (Matias, Pégaso, Pavunense, Breda). Destaque é a Breda, que começa a operar seus Viale B10M refrigerados em janeiro de 1999.

O ponto de inflexão ocorre no fim de 1999. Conta-se que uma das fiéis compradoras da Marcopolo, a Mauá, pressiona a encarroçadora a fazer o Viale para chassi dianteiro. Ainda neste ano, aparecem os Bellobus da empresa, com nova pintura, piso antiderrapante e som ambiente. Os carros sem ar aparecem na antiga 540D (Niterói x Praça XV), enquanto os ônibus refrigerados se efetivam no eixo Niterói x São Gonçalo x Alcântara. O Leste fluminense se caracterizou como grande comprador de Viale, predominantemente longo (1721, 1722) e com entrada por trás.

Na cidade do Rio, os Viale OF pipocam ainda no verão de 1999. A primeira foi a Pavunense, com seus novos carros nas linhas 342 e 779, sendo seguidas por Transurb, Saens Peña, Novacap e Oeste. O modelo cativou especialmente a Acari, que saía de uma fase delicada: suas renovações entre 2000 e 2007 foram exclusivamente com o modelo, excluindo os Senior.

Como modelo mais sofisticado, o Viale é adquirido pela 1001. Os primeiros 1628, em setembro/outubro de 2000, estréiam na 996. As outras renovações urbanas são realizadas com o modelo, possivelmente por questões de escala e custo de manutenção (incluindo peças).

Após certo tempo sem ser comprado, o Viale volta com força em 2006/07. No entanto, as recentes aquisições de empresas como Mauá e Acari podem sinalizar que seu fim está próximo.

Em destaque: Viale 98 da Breda Rio, um dos primeiros 1721 da Pavunense, de 2000, BelloBus 2002 da Mauá na 533, e um Viale VW articulado da Real (São José dos Campos).









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um grande problema dos viale , no caso os sem ar é as ultimas janelas não abrirem ,fora isso são excelentes , fica a curiosidade para o marcelo , se não me engano eu vi essa coisa no railbuss , viale micrão com chassi iveco e traseira de torino g6 , feito pela marcopolo da colombia Fri 29-Aug-2008 21:06
Posted by:márcio mluis423@gmail.com
Seria até fácil de resolver, basta acertar aquela janela. Há ainda o Viale híbrido, do tamanho dum micrão... Sun 31-Aug-2008 02:39
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
gov.valadores _MG tarbalhor muito sempe Tue 24-Mar-2009 00:17
Posted by:marcelo da silva matos marcelo.matos.1987@hotmail.com
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Friday, 15-Aug-2008 03:06 Email | Share | | Bookmark
Pasta 69 - Túnel Santa Bárbara (Linha Lilás)

41XXX - Condor
41097 - Amélia OF
42602 - Urbanus 1618
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Inaugurado em 1965, o Túnel Santa Bárbara (Catumbi x Laranjeiras) rapidamente virou uma opção viável no deslocamento Zona Norte/Centro x Zona Sul (eixos Laranjeiras x Cosme Velho e Botafogo x Copacabana). Embora não seja contemporâneo, seu projeto remete a um plano muito conhecido pelos cariocas com mais de 50 anos: as Linhas Policromáticas, concebidas no governo Lacerda.

Pensadas para dotar várias partes do Rio de um transporte rodoviário rápido, as Linhas Policromáticas só tiveram duas fases efetivamente concretizadas: a Linha Amarela, de 1997, e a Linha Vermelha, de 1992. A Linha Verde (Pavuna x Leblon) existe como sequência coincidente de ruas, enquanto a Linha Lilás corresponde em grande medida ao traçado do Santa Bárbara: Elevado 31 de Março, Santa Bárbara, Pinheiro Machado, Praia de Botafogo, Rio Sul, Copacabana. Sua construção foi mais uma pá de cal no bairro do Catumbi, cortado de vez para abrigar o Sambódromo.

O tráfego de ônibus no túnel foi permitido a partir dos anos 70. As linhas estreantes pertenciam à CTC: 416 (Usina x Forte via Rio Comprido, substituída pela atual 426 da Alpha) e 454 (Grajaú x Leblon via Maxwell, Saens Peña e Túnel Novo, substituída pela extinta 435 Maxwell). Posteriormente surgiram as linhas municipais operadas pelas empresas particulares, sempre surgidas a partir de outras já existentes:

126 (Rodoviária x Copacabana via Rio Sul) - variante da 127;
173 (Rodoviária x Leblon via Jóquei) - variante da 172;
412 (Muda x Copacabana) - variante da 413;
432 (Barão de Drummond x Leblon) - variante da 433;
435 (Grajaú x Leblon via Tonelero e Cantagalo) - variante da 434;
456 (Méier x Copacabana) - variante da 455;
475 (Jacaré x Jd. de Alah) - variante da 474;
485 (Penha x Copacabana) - variante da 484.


Como é de praxe, com o tempo as linhas foram se consolidando, ou mesmo acabando. A 412 foi extinta, enquanto 432 e 435 foram esticadas para a Gávea, a 475 virou Engenho Novo x Leblon via Rebouças (a Braso só voltaria a operar no túnel com a Ramos x Copacabana) e a 485 foi levada até a Praça General Osório. Há 16 anos, a Acari criou a 457 (Abolição x Praça General Osório via Todos os Santos) a partir da 456.

As linhas intermunicipais via Santa Bárbara começaram com a CTC: na década de 70, foi criada a 996 (São Francisco x Gávea via Jóquei, depois estendida até Charitas). Com a primeira falência da estatal no fim do governo Moreira Franco, em 89/90, a linha foi assumida pela 1001 e Rio Ita, posteriormente ficando apenas com a 1001. Já na segunda metade dos anos 90, a Rio Ita consegue autorização para criar a Alcântara x Botafogo a partir da linha de São Cristóvão.

Recentemente, houve a criação de mais serviços expressos: 176 (TAU), 179 (Real), 180/184 (São Silvestre). Em destaque, algumas empresas: Real (Amélia), Acari (Urbanus), Alpha (Vitória) e Fagundes (Torino GV).






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O Rebouças também teve os percalços do Elevado: sem ele, o trânsito do Rio Comprido desestimularia qualquer novo serviço. A construção dele veio em boa hora, mas o acidente de 1971 deve ter adiado os planos de se colocar veículos pesados ali.

Pelo que contam, aconteceu um pouco de cada coisa nas linhas do túnel: os moradores da Zona Sul se sentiram ameaçados com a chegada dos "suburbanos", e ao mesmo tempo a iniciativa privada relutou em assumi-las. A CTC as lançou, teve maior sucesso que o previsto e posteriormente repassou o serviço para Braso e Real.

Como o Firefox fez o favor de mudar a página e apagar o texto quase pronto, continuo amanhã!
Tue 19-Aug-2008 04:05
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
No caso das linhas diametrais, sua longevidade virou um ponto positivo: a maioria delas virou referência, e é usada mesmo com opções mais rápidas (mas nem sempre melhor operadas). Dá para mudar o padrão de transporte, mas será trabalhoso acabar com o prestígio que 415, 455 e 474 desfrutam. De repente, elas poderiam existir no bacurau...

A questão das integrações pressupõe a câmara de compensação, para equilibrar o custo e a receita de cada linha: tal raciocínio foi corretamente feito quando a tarifa única foi planejada. No entanto, boa parte das empresas foi contra à época.

A atual tarifa é até razoável para linhas mais longas, mas pesada para os curtos deslocamentos, os quais sustentam a maioria das empresas.
Wed 20-Aug-2008 02:26
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Sim, mas será que uma longevidade e ''autonomia'' de uma Méier x Leblon fazendo um itinerário quase ''inspirado'' na 474 - Méier x Jardim de Alah... E não compensaria uma integração na linha 2 em Triagem, São Cristóvão por exemplo Thu 21-Aug-2008 07:25
Posted by:Raphael S.
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Thursday, 7-Aug-2008 00:23 Email | Share | | Bookmark
Pasta 68 - Especial Verdun (linha 247)

60XXX - Metropolitana (?)
71218 - Amélia 1113
71072 - Torino GV 1621
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Como amanhã é o meu aniversário, resolvi fazer uma pequena pasta sobre a linha que mais usei: a 247 (Camarista Méier x Passeio circular), da Verdun. Rodando atualmente com cerca de 40 carros, a 247 é referência no eixo Méier x Maracanã x Radial Oeste x Centro e nos curtos deslocamentos entre estes lugares.

A linha remonta a 1964, quando era operada pela Rio Comprido (60XXX). Seu itinerário era um pouco diferente do atual: Passeio, Senador Dantas, Carioca, Campo de Santana, Pres. Vargas, Maracanã, 24 de Maio (ida e volta), Dias da Cruz. O trânsito foi alterado com o passar do tempo (a passagem pela Rio Branco foi obrigatória, já que a Uruguaiana foi fechada para carros e ônibus), acrescentando mais algunas voltas.

Em 1969, com a lei dos 60 carros, a linha foi para a São Silvestre. Nela foi criada a parcial 602 (Camarista Méier x Maracanã, depois Estácio), extinta nos anos 80 pela Verdun. Apesar de útil, a parcial foi esvaziada por vários motivos, como ter tarifa semelhante à da linha-mãe. Hoje em dia a 602 poderia voltar, mas rodando dentro do Méier ou indo até o Engenho Novo.

A Verdun adquire a 247 e sua parcial entre 1981 e 1982. Quase à mesma época vieram as linhas 455 (da Choupal) e a dupla 238/239 (da CTC), dobrando a frota da empresa. Com 240 carros, a antiga Verdun já apresentava as feições atuais e era uma potência ascendente no transporte carioca.

Em relação à frota, além dos carros que pude ver em 19 anos (Torino G4, LN, GV, G6 Águia, GLS 94, 95 e 97, Cidade I e II, e os modelos recentes), houve ainda Amélia (na Verdun) e Metropolitana. Especial destaque deve ser dado aos carros com ar-condicionado, operados de 2003 a 2006 e posteriormente remanejados para a 455.

Em destaque, um carro de cada empresa: Metropolitana (?) da Rio Comprido, outro Metropolitana da São Silvestre e um Amélia da Verdun, parecendo ser novo à época.





As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.





Sim, esse primeiro ônibus é da Metropolitana. O nome do modelo, se não me engano, era o Eldorado, e empresas como Cabuçu (SG), Santa Eulália, Taquara, entre outras, tiveram este modelo. Ele teve também sua versão rodoviária, e a nossa conhecida Teresópolis já teve esta versão.

O modelo nos parece estranho, mas era considerado sofisticado na época.
Sun 10-Aug-2008 22:45
Posted by:Alexandre Figueiredo alexfig_floripa@hotmail.com  - [Link]
Caro Alexandre Figueiredo, devo dizer que o 247 aí da foto, e alguns outros METROPOLITANA urbanos que circularam no Rio com aquela dianteira incrível, apresentavam-se por dentro, para o uso dos passageiros, com as mesmas carscterísticas dos demais ônibus METROPOLITANA da época. Tue 12-Aug-2008 10:04
Posted by:Paulo Z
Eu gostaria de sabe como a São Silvestre (247 ) ou a Santa Maria ( 249 ) se sente hoje vendo as duas abarrotadas de passageiros , tendo carros um em cima do outro e com intinerario parecidos , isso que é presente de natal fora de epoca. Fri 30-Oct-2009 15:07
Posted by:Mawrhycyo Mawrho mawhmawh@oi.com.br
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Monday, 4-Aug-2008 22:54 Email | Share | | Bookmark
Pasta 67 - Acari

42583 - Cermava (?)
42518 - Condor 1313
42618 - Torino G4 1315
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Pasta com a Acari, importante empresa da Zona Norte carioca, e sua variada frota. Atualmente ela opera linhas que ligam a região de Madureira e Méier ao Centro, Tijuca e Zona Sul.

Em seu início, a empresa rodava a Méier x Acari, depois transformada na 688 e vendida para a Pavunense junto com a 687 (variante via Estrada Velha da Pavuna). Nos anos 60, a 254 (Praça XV x Quintino) é adquirida, junto com a 299 (Castelo x Acari) e pouco depois a área de operação é aumentada com a 455, então da irmã Glória.

Consolidada como a principal empresa do grupo Jacob Barata, o que conferia uma considerável base financeira para vôos mais altos, a Acari cresce e se diversifica. Além da 254 e da 455, ela recebe as linhas 607 e 667 da Matias, a 357 da Caju, lança a 456 e inicia o serviço de frescões. A consequência do crescimento foi uma certa dispersão, com eixos de operação díspares entre si. Posteriormente ela se reorganiza, saindo do subúrbio (vende 299 para a Uruguai, 357 para a Paraense, além da dupla 687/88) e da Zona Sul, ficando com a cara que tem hoje em dia.

Um capítulo interessante foi a recompra da 456, então operada pela Mosa, em 1992. Junto com a linha, vieram alguns Alvorada com a pintura da Mosa e a numeração da Acari, que rodaram na 667. A 457 foi criada nesta época, ainda passando pela rua José Bonifácio.

Atualmente a Acari é administrada em conjunto pelos grupos Rubanil e Flores. A transição foi marcada por uma mega-renovação na frota, entre os anos de 1996 e 1997: mais de 120 carros, entre GLS 1620 e Cidade 1318 foram comprados. Alguns dos GLS foram operados no pool da 261, entre a falência da CTC e a Breda.

Em destaque, os 4 modelos de Torino: o G4 1315 (para cadeirantes, efetivo da 277), o LN 1620 de 94, também efetivo da 277, GV 1620/95 (remessa mais facilmente encontrada na 277 e na 650), e um dos novos Torino na 457, linha com frota reduzida por determinação judicial.







As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.

Uma coisa que esqueci de comentar: com certeza, essa foto do Padron Rio 42551 foi tirada em 1996 porque, nesse ano, as Casas Bahia comprou a Garson e pode-se ver um período de transição com o letreiro da Garson e a faixa das Casas Bahia (quando estourou em 1995 na música dos saudosos Mamonas Assassinas, as Casas Bahia era restrito somente em SP e quem era fora de SP, deve ter se estranhado. Para mim, não, graças uma propaganda afixada numa edição do Estadão em 1992 e uma falha do SBT-Rio ao liberar o patrocinador local na época da atração Copa do Brasil de 1995). Thu 7-Aug-2008 07:59
Posted by:Marcelo
Luiz, creio não ter formulado a pergunta muito bem: esses Viales aparecem na 667 vez ou outra ou virou algo frequente? Lembro de ter visto alguns rodando na época do Natal de 2005, depois não vi mais- só pelos Fotopages e pelos comentários no Orkut...

Marcelo, legal esse teu comentário. Aqui em SP também já vazaram propagandas do Rio na TV Globo, durante o Programa do Jô. O mais frequente são os comerciais paulistas vazarem no Rio na SBT ou na Band, vi isso umas 4 vezes.

Abraços!
Fri 8-Aug-2008 03:10
Posted by:William CPTM williamcptm@gmail.com
CPTM, os Viale só aparecem na 667 aos fins-de-semana, mas ficam nela o dia todo. Geralmente rodam bem vazios, mas durante a semana talvez fossem uma boa...

A extinta Tupi tinha esse problema de não setorizar muito bem os anúncios.
Fri 8-Aug-2008 17:01
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Monday, 4-Aug-2008 01:26 Email | Share | | Bookmark
Pasta 66 - Estrela: Senior Midi

82652 - Senior Midi 1418
Um dos novos Midi 1418 da Estrela, substituindo Senior 2002. A diferença para as outras remessas do modelo, adquiridas de 2006 a 2008, são as janelas rodoviárias e as vistas eletrônicas.


Pode se dizer que em breve pode ser encontrado na 260? Wed 6-Aug-2008 15:34
Posted by:Luiz Antonio Doria viajantedoria@gmail.com
Dória, esses carros são efetivos da 260 mesmo! Thu 7-Aug-2008 03:37
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Saturday, 2-Aug-2008 01:20 Email | Share | | Bookmark
Pasta 65 - Estrela: Scorpion e Senior

82608 - Thamco Scorpion 1315 (?)
82608 - Senior G6 914
Para quem gosta de coincidências, aí vai mais uma da Estrela.

Na frota antiga, carros difíceis de lembrar eram os Scorpion, de 89 ou 90. Além do 82608, retratado abaixo, houve o 82547 na 711. Os Thamco rodavam mais nela, e entre 1994 e 1995, batiam ponto nas linhas de Cascadura. À época, a dupla rodava também com uma remessa de Vitória 1620 recém-comprada: 82501, 509, 519, 520, 527, 582, entre outros.

Dez anos depois, os tempos são outros. A Estrela recebe Senior e Agilis de sua co-irmã Alpha, incluindo os destroços de um ônibus queimado (o antigo Senior 48079, da 201). Reencarroçado em 2004, ele virou o atual 82608 e opera na 652.

Em destaque, os dois modelos: Scorpion alongado, ainda com a pintura de 1992/93, e o Senior.




Foto Scorpion: autoria desconhecida. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu comentário.

Outra coisa, no primeiro lote de Scorpion da Bangu era MB1315 e segundo lote era MB1318. Esses Thamcos da Estrela tinham aqueles 6 bancos individuais em cada lateral? Sat 2-Aug-2008 05:33
Posted by:Marcelo
Nossa, dessa nem eu sabia! A Estrela teve Scorpion rodando na 711, talvez por isso que não sabia de sua existência, pois não acompanhava essa linha à época.

Bons tempos em que a dupla 651/652 era operada com carros grandes, inclusive os Monoblocos O371. Costumava vê-los sempre cheios ou com lotação de banco nessa dupla e também na 653, e isso era o dia todo.

O tempo foi passando e o comprimento dos caros dessas linhas foi diminuindo, haviam os alongados, como esse Scorpion e alguns Padron Alvorada e Padron Vitória 88/9/90, depois em tamanho convencional, O371 e Vitória 1620, Vitória e GLS 96/97 1318, Cidade II e Turquesa 1417 até chegarmos aos micros.

Prova de que a demanda caiu drásticamente nos últimos anos, ou pela concorrência desleal com alternativo, pelo empobrecimento da população, pela queda da qualidade dos serviços da Estrela, ou a mais provável, pela combinação dos três fatores.

E são muitas coincidências mesmo em torno dessa numeração, o antigo 608 rodava na 652 e continua nela até hoje, digamos assim. E o atual 608 também era um Senior LO 914 na Alpha antes de ser queimado e reaparecer sob "o mesmo corpo" na Estrela. Será que existe algum tipo de misticismo pairando sobre este carro?
Sat 2-Aug-2008 05:36
Posted by:Wladmir Livramento
A Estrela sempre operou as linhas locais com carros grandes, até por conta da alta demanda. Embora a tarifa única tenha sido adotada em 93, não houve reflexos imediatos: a queda só viria 9 anos depois.

Quando o alternativo começou a surgir, lá pelos idos de 96 ou 97, a empresa tomou a decisão correta: começou a aumentar a frota com carros menores (GLS 1318, Agilis) e a criar parciais, como a extinta 653 Cascadura. Entre 96 e 99, calculo que vieram 25 ônibus para aumentar a frota, fora as renovações normais.

O caldo começou a entornar quando vieram os Senior em 2002, em uma tacada só 651 e 652 foram micronizadas. Os Turquesa delas passaram a aparecer na 653, que posteriormente teve de receber os surrados Agilis. O passageiro acostumado a andar em Turquesa ainda bons teve de se contentar com os apertados micros da Ciferal, piores ainda no horário de movimento.

Para fechar, a frota foi diminuída. Abriu-se um vasto campo para as kombis, já que cobram mais barato e pegam o que os micros deixam para trás. Hoje em dia não se vê um micro da 651 ou 652 com alguma van ou kombi colada.

Dá pra resolver a situação, mas vai demorar. A irmã Alpha deu um bom exemplo, por sinal.

Mon 4-Aug-2008 02:34
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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