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By: Luiz Eduardo

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Saturday, 24-Jan-2009 14:10 Email | Share | | Bookmark
Pasta 109 - Oeste

87512 - Rio 1318
87510 - Rio 1318
87516 - Torino LN 1315
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A Oeste é uma empresa relativamente nova no cenário carioca. Fundada em 1995, ela opera o antigo setor Av. Brasil da Pégaso. Por um bom tempo ela se manteve atrelada à empresa-mãe, até ser vendida em 2005.

Sua operação é complicada por uma série de fatores que convergem entre si e que existem desde os tempos de Pégaso:

* a ocupação dispersa das regiões de Santa Cruz e Campo Grande, que não favorece a economia de escala: ao contrário de outras áreas da cidade, não é possível - ou pelo menos não é interessante - usar uma linha para atender a várias localidades. A existência de vários serviços, embora necessária, dilui a demanda existente;

* a distância percorrida: conta-se que a linha mais extensa do Rio é a 390, com mais de 80 km em cada sentido. Considerando a tarifa modal de 2,20, pode-se pensar que o serviço será vantajoso se houver maior rotatividade de passageiros, fato difícil de se acontecer. As parciais até Coelho Neto minimizam o problema, mas não o resolvem. Por outro lado, a Supervia é uma alternativa viável e inteligente a quem reside em suas proximidades;

* a demanda basicamente pendular que suas linhas têm. Por conta da distância, pode-se pensar que a área de Santa Cruz manteria relações mais frequentes com bairros como Bangu e Campo Grande, gerando fluxos constantes durante todo o dia. O caso da Oeste é diferente, havendo significativo desnível entre os períodos de menor e maior demanda. A incorporação da Algarve à Oeste, realizada em 2005, equilibraria a situação ao incorporar linhas locais e de procura mais constante: a desativação delas, no entanto, inviabiliza tal esquema;

* as características de renda dos bairros servidos pela empresa. O uso intensivo de ônibus especiais, com tarifa superior a 5 reais, pesa muito no bolso dos passageiros. Em outras partes da cidade, como a Barra, o serviço rodoviário é bem-aceito pela clientela: no caso de Santa Cruz e adjacências, a massificação dos veículos rodoviários e semi-rodoviários onera os deslocamentos diários. De certa forma, volta-se à época das tarifas escalonadas pela distância percorrida.

Torna-se necessário discutir não apenas a empresa em si, hoje reduzida à 1131, à 870, à S15 e as parciais até Coelho Neto, mas um outro modo de operar suas linhas, que não se encaixam no modelo de "curtos trajetos + passageiros que não esquentam banco" predominante no Rio. O uso de corredores expressos, como os antigos canarinhos da Av. Brasil, pode ser uma opção, à medida que canaliza as demandas das várias linhas e racionaliza o serviço prestado.



Padron Rio na época de transição (pintura da Pégaso, logo e numeração da Oeste).


Torino LN com a primeira pintura, usada de 1995 a 2000. À época a 399 (Santa Cruz) ainda parava no Largo de São Francisco.


GLS O400UP ex-Pégaso, na S15 (Lavradio x Sta. Cruz expresso). A linha era expressa, passando pelo corredor da Av. Brasil. Um possível serviço troncalizado pode ter a S15 como base.


Alpha 95/96, filho único. Saiu dois anos depois, substituído por um Cidade I 1721.


Torino GV F94. A Oeste, até 2001, usou carros Scania para fazer linhas paradoras e expressas.


Em 1998, a empresa compra alguns Torino GV L113 refrigerados. Rodantes na 390 (Passeio x Sepetiba), pouco tempo deles os carros foram repassados para a Pégaso. Em 2002 a Oeste volta a operar urbanos refrigerados.


Torino G6 99, com a segunda pintura. Menos bucólica que a anterior, ela foi adotada de 2000 a 2005.


Spectrum intercity VW, uma das últimas aquisições. A compra pela Expresso alterou profundamente o perfil da empresa, com a substituição ou reforma dos ônibus urbanos convencionais, o uso de chassis VW e a compra de diversos micros e micrões. As principais reclamações dos usuários referem-se à escassa oferta de ônibus sem ar-condicionado para o Centro.


Mapa de fluxos de transporte coletivo, preparado pela Prefeitura. Nota-se que a região de Santa Cruz tem relações mais esparsas com o Centro carioca.



Visitem www.ciadeonibus.com.

Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado e sua opinião. Ninguém precisa concordar com ninguém, mas a educação ao argumentar é bem-vinda.

Volte sempre!


O serviço especial vai bater banco durante certo horário, esse é um problema que a Oeste terá a vida toda. Ela pode querer reduzir o prejuízo aumentando a tarifa, mas as parciais de Coelho Neto naturalmente carregam bem mais que o frescão... Sun 1-Feb-2009 02:43
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Realmente a situação da Oeste é bem complexa, pois ela é obrigada a operar linhas com quilometragens enormes pela tarifa modal, mas a falta de demanda ao longo do dia, a manutenção cara de alguns componentes e a falta de uma compensação por parte do poder público fizeram com que a administração da Expresso fizesse o que fez, adaptasse os carros com ar para intercity e os colocou para rodar exclusivamente na versão Expressa das linhas 368, 380, 388 e 390, acabando com o serviço convencional delas, sendo que algumas rodam somente em TU, como fazem Rio Ita e Fagundes e com foi bem lembrado pelo Luiz Eduardo.

Nesse caso da Oeste, os dois lados saem prejudicados: o passageiro, por não dispor de um serviço mais barato e que atenda a todas as suas necessidades, e a empresa, que ao botar apenas carros Tarifa A para rodar na maioria de suas linhas perde demanda ao longo do dia e se vê obrigada a gastar mais na manutenção de um carro com ar que não gera lucros durante boa parte do dia.

No caso das linhas de Coelho Neto, 870, 871 e as linhas de Campo Grande e Santa Cruz que vão e voltam sempre, eu já vejo como safadeza operar com o tipo de veículo que nelas rodam. Os micros e micrões só apareceram para barrar as gratuidades, coisa bem articulada e implantada pela Expresso e que se alastrou para a Oeste. Essas linhas têm uma demanda forte e rotatividade altíssima durante todo o trajeto, e os passageiros mereciam coisa melhor que um Thunder apertado e super lotado que vai de Coelho Neto a Santa Cruz, ou de Bangu a Sepetiba.

Acredito que se as linhas deixadas pela EVA e as variantes da 380 e da 390 que iam até o West Shopping e o Caju fossem exploradas com mais dignidade conseguiriam sim compensar um pouco a quebra de caixa das linhas expressas, pois elas geram receita em todo o percurso o dia inteiro. Acho que até mesmo a 1131 Cesarão gera bastante receita ao longo do dia, mesmo com passagem custando R$ 7,00 os Spectruns City intercity dela sempre o quase sempre tem lotação de banco completa.

Já as linhas paradoras se não dão lucro para rodarem o dia todo deveriam rodar pelo menos com alguns horários específicos, como de hora em hora ou a cada 30 minutos e sendo operadas com carros grandes, pois micro e micrão nesse caso não dão mesmo. O que não pode é deixar os passageiros sem transporte nenhum ou dependentes apenas de um serviço pelo qual não podem pagar.
Sun 1-Feb-2009 03:03
Posted by:Wladmir Livramento
Endossando o que comentei no ÔNIBUS EM DEBATE:
Quanto a falta de equipamentos suficientes para assegurar a integração entre linhas de van, trem e ônibus, o mesmo problema ocorre com Santa Cruz: A Rua Álvaro Alberto é tomada de carros da Oeste e Pégaso, mas o estrutura do terminal para garantir às transferências ônibus - trem, van - trem ou ônibus - ônibus fica prejudicada e inibe eventuais integrações.

Talvez esta tenha sido uma das causas de terem transferido a 388, S-15 e 1131 genérica Cesarão próxima de uma via de trânsito com fluxo médio, a Avenida Césario de Melo.
Mon 2-Feb-2009 04:56
Posted by:Raphael Souza
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Saturday, 24-Jan-2009 02:15 Email | Share | | Bookmark
Pasta 108 - Em 1997...(parte 4)

35002 - GLS 95 1620
35014 - GLS 97 1620
35001 - GLS 95 1620
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Dos trajetos licitados em 1997, a 675 foi o de menor expressão. Ligando o Méier à Penha, passando pela Abolição, Inhaúma, Tomás Coelho e Rua Uranos, a linha é antiga, sendo operada pela CTC após o fechamento da Coração de Maria.

A falência definitiva da estatal, em 1996, forçou a operação provisória da 675 pelas empresas particulares. Lourdes, Campo Grande, Pavunense e Caprichosa, entre outras, colocaram alguns ônibus no trajeto.

Desta forma, a licitação foi vencida - surpreendentemente - pela Cootrapaurb, uma pequena cooperativa que já rodava a 780. A frota operante era composta de GLS 95 1620, ex-Auto Diesel. Inicialmente rodavam cerca de 22 veículos, uma quantidade adequada para a linha em questão.

Tempos depois, a Cootrapaurb muda de pintura e de nome, virando CTRio e adotando um layout semelhante ao da Paranapuan. A frota é renovada na medida do possível, com GLS 96/97 (ambos ex-Alpha) e Agilis 98, ex-Estrela. A CTRio chega ao século 21 em uma situação relativamente boa, dada sua condição.

No entanto, a partir de 2001, a situação muda. A Méier x Penha se enfraquece, pela concorrência com as kombis, pelo trajeto obsoleto (não passava pelo Norte Shopping, por exemplo) e pelo excesso de gratuidades. A operação, antes honesta, piora a olhos vistos, até que a linha passa a ter apenas um ônibus ativo. Em meados de 2004 a 675 pára de rodar.

A experiência da CTRio, embora não pareça, foi uma inovação no cenário carioca. Quebrou-se a divisão entre as empresas regulares consolidadas e o transporte alternativo: uma cooperativa pequena poderia seguir as regras do sistema e tentar operar linhas locais de ônibus. A formação de outras pequenas cooperativas, devidamente integradas e fiscalizadas, pode ser uma forma viável de operar os curtos trajetos que os empresários suspenderam ou mesmo extinguiram.

Por fim, nota-se que as linhas auxiliares entre o Méier e a Penha perderam muito com o alternativo e as irregularidades operacionais. A 675 foi extinta e nenhuma empresa privada a assumiu, enquanto a 673 (Méier x Pda. de Lucas) vai pelo mesmo caminho. A 676 (Méier x Penha via Madureira) sofre com as kombis que roubam os passageiros do pinga-pinga, enquanto a 679 (Méier x Grotão) só conseguiu se reerguer graças ao uso intenso de veículos pequenos. Por fim, a 680 (IAPI da Penha x Méier) tem longos intervalos e conta com altos e baixos.


GLS 95 com a segunda pintura da Cootrapaurb, ex-Auto Diesel.


GLS 97, ex-Alpha, adquirido em 2001.


Agilis 98, ex-Estrela. Nota-se a pintura original da empresa vendedora, com outras cores.

Visitem www.ciadeonibus.com. Volte sempre!

Breda Rio não pelo amor de Deus rsrsrs Tue 27-Jan-2009 20:48
Posted by:André Luiz dos Santos asarj@oi.com.br  - [Link]
Essa linha tinha dois trechos que valiam a pena (eu moro na Abolição): entre a rua das Oficinas e o metrô Inhaúma, dava para pegar alguns passageiros que precisavam ir à Pilares. E isso já com a Linha Amarela existente na paisagem - ou seja, com trajeto via Bento Gonçalves e Guilhermina. Eu mesmo, quando a Cootrapaurb tinha uma oferta legal, usava o 675 até o metrô, para ir ao Centro. O segundo trecho ia do metrô até Ramos, mesmo com outras opções. Sempre carregou bem

O que a linha precisaria era de: garantia de não ter carros incendiados ou com assaltos no trajeto (o que espanta os passageiros); extensão até o Norte Shopping; ponto final na rua do Canal, onde está o 679 - já que da Abolição para o Méier a concorrência é grande e o 652 só para no terminal que fica ao lado da linha do trem - uma parcial como integração ônibus-trem-metrô ligando o Méier a Inhaúma, com um ponto regulador no Engenhão/Estação Engenho de Dentro.

E, é claro, com possibilidade de promoções da Uranos até a Penha, devido à concorrência
Wed 28-Jan-2009 22:42
Posted by:Fábio Couto fabio_couto@hotmail.com
A 675 poderia, ao invés de seguir direto para o Eng. de Dentro, dar uma peruada no Cachambi, pegar a Suburbana até o Norte Shopping e retornar na Henrique Scheid. Na pior das hipóteses, seria uma opção direta entre Cachambi, a Suburbana e o Eng. de Dentro. Colocando a passagem a 1,20, quem sabe...

A Breda passaria longe da 675. Se alguém fosse pegar, seria a Lourdes: se ela assumiu 661/662, pq não a Méier x Penha?
Thu 29-Jan-2009 02:13
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Sunday, 11-Jan-2009 03:38 Email | Share | | Bookmark
Pasta 107 - Miguel Pereira e Paty do Alferes

155.007 - Thunder+ II 812
155.017 - Thunder+ II 812
155.083 - Viale 1721
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Uma das regiões mais importantes do Estado do Rio foi o Vale do Paraíba, marcado pela riqueza da cultura cafeeira. Atualmente partido em duas regiões de governo (Centro-Sul e Médio Vale), o Vale abriga municípios como Barra Mansa, Resende e Vassouras.

Vassouras, cidade muito lembrada por abrigar filmagens de novelas e filmes de época, nomeia uma microrregião. Entre outros, se incluem os municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes, ambos desmembrados de Vassouras.

Miguel Pereira, instalado em 1956, se origina de uma área cortada pelo ramal auxiliar (Japeri x Vale do Paraíba). O transporte ferroviário fomentou o crescimento de Governador Portela, distrito que abrigava o início do ramal auxiliar Valença - via Morro Azul, Sacra Família do Tinguá e Vassouras. A posterior instalação e asfaltamento da RJ125, que se inicia na Dutra e corta o município, propiciou fácil acesso e a ocupação urbana e turística.

Por sua vez, Paty do Alferes completa 20 anos em 2009. Seu curioso nome remonta à época dos tropeiros e às terras do Alferes Leonardo Cardoso da Silva. A grande quantidade de patis-palmeiras originou a denominação da vila, transformada posteriormente em munícipio. Nitidamente mais rural que Miguel Pereira, Paty tem como marcas o turismo e a produção de tomate: a Festa do Tomate é um marco tradicional e movimenta toda a região.

O transporte coletivo da região é dominado pela Normandy, que tem três setores distintos de operação: o suburbano (linhas P700 - Avelar/Arcozelo x Portela, MP74 - NI/Japeri x Arcozelo e MP70 - Três Rios x Miguel Pereira/Portela), o municipal (Miguel Pereira) e o rodoviário (Rio x Arcozelo, via Miguel Pereira e Paty). A outrora toda-poderosa Pedro Antônio (RJ 126), quase onipresente na região, tem presença discreta com a Paty x Vassouas, enquanto a Pádua Tur opera a Miguel Pereira x Petrópolis. Completando o quadro, a Viação Paraíba Ltda. roda linhas municipais em Paty.


Thunder+ II 812 da Normandy, fazendo a P700. A linha tem tarifa de 2 reais e intervalos de aproximadamente 10 minutos.


Vip I 1418 na MP74, ex-Transurb. O carro foi repintado para o layout atual, caracteristicamente azul. A tarifa direta custa 6,60 reais, com seções para percursos menores.


Midi micrão na MP70. A linha tem cerca de onze horários diários, custa 8 reais na tarifa direta e possui seções entra Paty, Miguel Pereira, Paraíba do Sul e Três Rios.


Senior 914, em uma das linhas municipais. O transporte de Miguel Pereira, junto com a maioria das linhas suburbanas e rodoviárias da região, era operado pela falecida Cidade das Rosas (RJ 180). Progressivamente, a Normandy comprou as linhas e tomou sua forma atual.


Fratello 8-140 da Pádua Tour. A Miguel Pereira x Petrópolis, linha anteriormente operada pela Pedro Antônio e pela Cidade das Rosas, passa pelas zonas rurais dos dois municípios.


GranVia 2004 da Pedro Antônio. A empresa encolheu com o passar do tempo, dando origem à extinta Cidade das Rosas e vendendo diversas outras linhas para empresas como a Progresso e a própria Normandy. Atualmente ela é uma empresa regional, com linhas municipais em Vassouras, Paulo de Frontin e outras intermunicipais entre Paty, Miguel Pereira, Vassouras e Valença.


Amélia 1985 da VPL, empresa que roda linhas em Paraíba do Sul e em Paty. Os carros, embora antigos, se justificam pela operação em estradas esburacadas de terra.

Volte sempre!

Pow cara é muita sacanagem nao existir bus para Miguel pereira x petropolis
tanto na rodoviaria daki pois sou petropolitano...como eu faço pra viajar???????????as linhas q operam sao muito poucas e colocam bus horriveis circulando no vale das videiras...e os horarios sao escassos....q isso cara!!!!!!!!!!!!!!QUEM PRESCISAR D SAAIR DAKI PRA LA TA NO SAL!!!!!!!11
Fri 1-May-2009 01:13
Posted by:luciano garoto_d_escorpiao@hotmail.com
Pow cara é muita sacanagem nao existir bus para Miguel pereira x petropolis
tanto na rodoviaria daki pois sou petropolitano...como eu faço pra viajar???????????as linhas q operam sao muito poucas e colocam bus horriveis circulando no vale das videiras...e os horarios sao escassos....q isso cara!!!!!!!!!!!!!!QUEM PRESCISAR D SAAIR DAKI PRA LA TA NO SAL!!!!!!!11
Fri 1-May-2009 01:13
Posted by:luciano garoto_d_escorpiao@hotmail.com
Se alguem tiver algumas informaçoes por favor me passe....
ja nao sei oq fazer pra sair daki pra Paty...esses horarios sao um cao0s total....
Fri 1-May-2009 01:15
Posted by:luciano garoto_d_escorpiao@hotmail.com
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Tuesday, 6-Jan-2009 04:11 Email | Share | | Bookmark
Pasta 106 - Serviços Especiais: Frescões e Executivos

26 - Viaggio GV O400RSE
02 - Viaggio G4 O371RS
007 - Marcopolo II
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Uma pasta que queria fazer há muito tempo...

O Rio de Janeiro é uma das poucas cidades brasileiras com um sistema de ônibus seletivos. Popularmente conhecidos como frescões, os ônibus especiais começaram a rodar na cidade em 1974, após concorrência pública feita pela Guanabara. Alguns anos antes, em 1973, a Redentor já operava a Castelo x Taquara via Zona Sul (atual 2113).

Nesta época, as linhas eram divididas por áreas, as AS:

AS01 - Zona Sul litorânea (Real)
AS02 - Zona Sul interna (S. Silvestre)
AS04 - Grande Tijuca (Alpha)
AS05 - Grande Méier (Matias)
AS06 - eixo da Leopoldina (Caprichosa)
AS07 - Madureira/ Vaz Lobo (Forte)
AS08 - Irajá/ Vicente de Carvalho (Três Amigos)
AS09 - linha férrea da Central (Acari)
AS10 - Pavuna/ Guadalupe (Auto Diesel)
AS11 - Jacarepaguá (Redentor)
AS13 - Zona Oeste (Campo Grande)
AS14 - Ilha (PAN - Paranapuan)


De forma geral, as linhas especiais seguiam as áreas operacionais das empresas, com algumas exceções. Por exemplo, Caprichosa e Três Amigos passaram a operar no Centro, enquanto a Matias e a Acari rodaram a Castelo x Campo dos Afonsos.

A conjuntura econômica tem especial influência sobre os serviços seletivos. Cabe comentar que as linhas foram criadas sob o impacto do primeiro choque do petróleo, exigindo soluções que desestimulem o uso do automóvel particular pela classe média, à época com alto poder aquisitivo para bancar viagens mais sofisticadas. Concomitantemente, a EBTU planejou o transporte carioca a partir da dupla metrô, como transporte de massa, e o frescão, para as classes médias e altas que usariam o carro no percurso casa x trabalho.

Complementando o planejamento, a EBTU sugeria a criação de pistas exclusivas para ônibus e as garagens subterrâneas próximas às estações de metrô. As empresas vendiam pacotes semanais e mensais de passagens, fidelizando o passageiro e reforçando a boa imagem dos frescões.

O sucesso da primeira geração dos frescões durou até 1981, ano que abre a "década perdida". A crise econômica reduziu consideravelmente o poder aquisitivo dos usuários dos ônibus especiais, necessariamente mais caros. Boa parte dos seletivos foi extinta entre 1982 e 1984, restando apenas os mais tradicionais, operados pela Redentor, Real e Pégaso.

Um capítulo especial foi escrito pelos executivos, em realidade os ônibus rodoviários sem ar. Iniciadas em 1990-91, as linhas executivas são a base do atual sistema: 1045, 1051, 1094 e 1095, entre várias outras rotas, nasceram nesta época. A conturbada conjuntura do Governo Collor, com o bloqueio dos cruzados novos e a escassez de álcool, forçou uma alternativa barata para os usuários de veículos particulares.

A estabilização da economia causada pelo Plano Real, na segunda metade dos anos 90, faz surgir um novo mercado para serviços especiais. As renovações das linhas indicam esta tendência: se antes o padrão era franciscano, agora os novos ônibus têm ar-condicionado e poltronas mais confortáveis. O consumidor, com mais dinheiro para escolher o serviço que melhor lhe atende, também tem mais opções, como as vans importadas. Muitas empresas reduzem as tarifas, lançam novas linhas ou lançam mão de micros para reduzir os intervalos e segurar o passageiro.

Atualmente, os serviços especiais sofrem a sólida concorrência do transporte alternativo, além da queda no padrão dos ônibus utilizados. Em muitos casos a demanda potencial existe, mas há problemas com a tarifa aplicada e a operação: este é o caso da 1051 (Castelo x Eng. de Dentro). Em outros, como na Zona Sul, o excesso de linhas dispersa a demanda e dificulta a prestação do serviço. Por fim, há a substituição dos ônibus convencionais pelos frescões, como faz a Oeste.


Marcopolo II da Caprichosa, fazendo a Castelo x Vicente de Carvalho via Benfica, Av. dos Democráticos, Uranos e Brás de Pina. A linha foi a única incursão da empresa no Centro, mas não sobreviveu aos anos 80


A Verdun iniciou seu serviço executivo em 1991, com a 1042 - Castelo x Lins, via Grajaú, Vila Isabel, Colégio Militar e Praça da Bandeira. Poucos anos depois a empresa introduz o serviço refrigerado, repassando a linha para a Saens Peña nos primeiros meses de 1997.


A Paranapuan retomou o serviço rodoviário em 1990, com os monoblocos "tarifões". Em 1997, para contornar a concorrência, a passagem custava 1 real. Dois anos depois, eles foram trocados pelos Millenium Volvo refrigerados.


Viaggio G4 1992 da Matias. A empresa rodava linhas do Méier para o Centro nos anos 70, desativou-as nos anos 80 e reativou o serviço em 1991. Além da tradicional Castelo x Eng. de Dentro, havia a Castelo x Água Santa, via Lins. A introdução do ar-condicionado foi bem aceita pelos passageiros habituais.


A Ideal, nos anos 90, adquiriu alguns Flecha II da Cometa para rodar suas linhas executivas. Os carros mantiveram o padrão de pintura da empresa paulista, sendo alteradas as cores. Apesar de terem um conjunto muito bom, duraram relativamente pouco tempo.


Thunder Plus na 1131 (Castelo x Sta. Cruz via Av. Brasil). A Oeste é a única empresa carioca a operar os carros "executivos" (rodoviários sem ar).


A Pégaso foi a única empresa que iniciou suas operações com linhas rodoviárias, como a Pça. Mauá x Santa Cruz. Também foi uma das poucas a não deixar de rodar o serviço especial durante todo o tempo. Atualmente ela opera as linhas 1133 (Recreio x Castelo), 1135 (Castelo x Sta. Cruz via Barra) e a 1136 (Castelo x Cpo. Grande via West Shopping).


Em 1973, a Redentor já tinha a Castelo x Taquara via Zona Sul e Cidade de Deus, correspondente à atual 2113 (que já foi até Madureira). A operação durante os 35 anos mesclou veículos refrigerados e quentões. Atualmente rodam várias linhas, para a Taquara, Freguesia, Pechincha e outros bairros.


A Real opera dois setores rodoviários: o receptivo (aeroportos do Galeão e Santos Dumont) e o tradicional (Castelo, Praça Mauá e Rodoviária x Zona Sul e Barra). Os veículos pesados, como os Viaggio e Campione Volvo, são progressivamente substituídos por Ideale VW.

Visitem www.ciadeonibus.com. Volte sempre!

Por falar em Luxor, taí um Viaggio dela: http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ145_LUXOR_%200055.jpg. Até o fim de 2003 era comum encontrar Viaggio G4 dela passeando pela Pres. Vargas.

A Trans1000 poderia aproveitar a 003 esticada e botar alguns rodoviários usados, mesmo OF, como um serviço especial. A Mageli deveria ter deixado separado o público do tarifa e do urbano, mantendo os preços escalonados. A Flores deve resolver definitivamente a questão a médio prazo...

Os Senior GV da Pégaso (http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ_RJ_PEGASO_0094.jpg) eram irmãos gêmeos dos micros da Matias, foram comprados em 1997. A 1133, após os Senior, ficou meio largada, voltando de vez com os Spectrum. Como resquício das seções, a Pégaso dá bilhete nos frescões.

A Evanil pode bater banco nos Viaggio Scania, mas na pior das hipóteses eles podem rodar entre o Vale do Paraíba e Nova Iguaçu. É a mesma filosofia da 1001, que não põe rodoviário novo, exceto os Viaggio O500 e 1722, nas linhas do Castelo.

Thu 15-Jan-2009 23:46
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Esses Viaggios da Evanil sao multi uso. Servem pra rodar na linha do Castelo, Vale do Paraiba e Fretamentos. Pode até ser que apareçam fazendo linha pra VCA. Acho que o investimento maior feito por ela não foi atoa. Acredito que a Jurema pensou nisso ao adquirir o Vissta Buss O-500.

Acho isso interessante e muito mais funcional. Se não ganha $$ de uma forma, ganha de outra. Carro parado não da $$, pra deixa-los parados fins de semana, melhor usa-los pra fretamentos curtos e de média distancia. Igrejas sempre utilizam serviços de fretamentos, bons clientes

Mon 19-Jan-2009 00:05
Posted by:Michel Soares
Pois é Michel, a Trans1000 também fazia isso com seus rodoviários, como nos finais de semana eles não rodavam, os carros eram figurinhas fáceis em fretamentos das igrejas de Nilópolis e região, além de passeios de escolas e grupos. Thu 22-Jan-2009 18:55
Posted by:André Luiz dos Santos asarj@oi.com.br  - [Link]
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Tuesday, 30-Dec-2008 00:35 Email | Share | | Bookmark
Pasta 105 - Carrocerias: Ciferal Padron Cidade I

41223 - Cidade I 16-210
29005 - Cidade I 1721
53612 - Cidade I 1620
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Entre o primeiro semestre de 1997 e os últimos meses de 1999, a Ciferal lançou e descontinuou quatro modelos urbanos: o GLS 97, o Cidade I, o Cidade II e o Turquesa. Apesar do pouco tempo de mercado, os quatro ônibus fizeram apreciável sucesso entre os frotistas.

O Cidade I unia o 'corpo' do GLS 97 à frente reestilizada do Padron Rio, mais funcional para pequenas manobras. Nos últimos meses de 1997 o modelo começou a ser recebido pelas empresas compradoras, junto com as derradeiras unidades do GLS. Por exemplo, enquanto a Alpha botava pra rodar os GLS 1318, a Jabour estreava seus Cidade I 1620 em linhas como 867 e 918.

Embora estivesse disponível em todos os chassis, a grande maioria dos Cidade foi encarroçada sobre OF-1721. As empresas do grupo Jacob Barata foram compradoras fiéis - algumas, como a Tijuquinha, se deram ao luxo de pedir o modelo com motor traseiro e suspensão a ar - assim como a Real (16-180, 16-210) e outras firmas como a Pavunense e a Amigos Unidos. Nesta época, a Ciferal já se caracterizava por fazer ônibus apertados, só aqueles equipados com bancos de fibra tinham algum espaço.

No fim de 1998, a Ciferal substitui o Cidade I pelo Cidade II, mais arredondado e com traseira reestilizada. Novamente a Alpha fecha o caixão do Cidade I, comprando algumas unidades do modelo junto aos Cidade II refrigerados.


Cidade I 1621 da Tijuquinha, fixo da 229 (Usina x Castelo via Frei Caneca)


A Mosa, em sua última aquisição de ônibus zero km, recebeu alguns Cidade I VW. Eles se efetivaram na 177 (Praça Mauá x São Conrado), sendo repassados com a linha para a Amigos Unidos.


Os Cidade I foram os primeiros urbanos da 1001 a receberam a nova pintura. Operantes nas linhas da Zona Sul e de Friburgo, todos subiram para a Serra, descendo para Macaé em 2005.


Cidade I 1417 de teste da Tijuquinha. Posteriormente o carro foi renumerado para 50189, substituindo um Senior GV refrigerado.


A Amigos Unidos comprou 6 Cidade I micrões para a 206 (Silvestre x Castelo), ainda em 1998. Posteriormente os carros foram remanejados para a 546 (Rocinha x Leblon).


A saudosa Luxor também comprou Cidade I. O 145.071 fazia a 196C - Central x Guapimirim, atualmente com a Reginas.

Fotos: Cia. de Ônibus. Seja bem-vindo!

Onibus escalados na frota da 1001 - Ciferal Padron Cidade I - Fase 1997 (dezembro de 1997)

Modelo: Ciferal Padron Cidade
Chassi: MB 1620
Ano de Fabricação: 1997
8 carros: RJ108.251, 108.254, 108.255, 108.256, 108.259, 108.260, 108.261, 108.262

Os 5 carros rodava na linha FRIBURGO-MACUCO e os 3 carros rodava na linha 996
Tue 20-Jan-2009 21:15
Posted by:Jefferson Faria jefferson.gfaria@hotmail.com
A Real teve esse Padron Cidade I de 1997 com motor VW16180? Wed 21-Jan-2009 21:15
Posted by:Marcelo
Sim, ela adquiriu Cidade 16-180 em 1998. Sat 24-Jan-2009 03:52
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Wednesday, 24-Dec-2008 20:28 Email | Share | | Bookmark
Feliz Natal e Próspero 2008!

 

Prezados Senhores,

Encontra-se atualizado o fotopages da Equipe HobbyBus com:

Pasta 441 - Crucero Del Norte - Mercedes Benz O500 RSD Marcopolo Paradiso G6 1800 DD
Pasta 440 - Itapemirim - Volvo B12R Busscar Jum Buss 380 em sua primeira viagem Rio x São Paulo
Pasta 439 - Tekla - Mercedes Benz O500 RSD Busscar Jum Buss 400
Pasta 438 - Reunidas Paulista - Mercedes Benz O500 RS Marcopolo Paradiso G6 1200
Pasta 437 - Sampaio - Mercedes Benz O400 RSE Marcopolo Paradiso G6 1200 Ex Expresso Guanabara

Portal: http://equipehobbybus.fotopages.com

Apreciem sem moderação.

Feliz ano novo para todos.

David Santos Chaves Junior
Equipe HobbyBus
Sun 28-Dec-2008 23:05
Posted by:David Santos Chaves Junior davidscjr@gmail.com  - [Link]
Quando trabalhava de ajudante,cheguei a ver esse carro (050) sendo refornado.Tiraram várias fotos do processo de reforma.Ficou Show Mon 29-Dec-2008 19:37
Posted by:Neemias neemiascsantana@hotmail.com
Salvo engano, o 166.050 roda na linha de Piabetá. Gosto desses GV 1721... Wed 31-Dec-2008 15:09
Posted by:Luiz Eduardo
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Tuesday, 23-Dec-2008 15:11 Email | Share | | Bookmark
Pasta 104.1 - 1 ano do site!

Micros
Frescão
Ar-Condicionado
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A segunda parte deste pequeno passeio pelo tempo:


Os microônibus foram utilizados a partir dos anos 80, em linhas específicas de bairros tortuosos. A partir dos anos 90, começou-se a usar os veículos de menor capacidade para serviços seletivos e parciais de linhas de maior movimento, como a 209 São Cristóvão. Nos anos 2000, passou-se a trocar os ônibus convencionais pelos micros, nem sempre com a necessária adequação na operação.


O subsistema executivo carioca fez considerável sucesso e se transformou em referência. Iniciado em 1974, o objetivo inicial era desestimular o uso do automóvel particular e economizar petróleo. Por ser um serviço muito ligado a fatores conjunturais, como o poder aquisitivo dos usuários, os frescões tiveram seus altos e baixos. A Real foi uma das poucas empresas a nunca deixar de operar as linhas especiais, representadas pelo Pódium recém-fabricado.


O ar-condicionado, item obrigatório em uma cidade quente como o Rio, foi estreado nos primeiros meses de 1997 (50164, Senior GV da Tijuquinha). Meses depois vieram os Torino GV da Breda Rio. À época, a tarifa majorada e a proibição do uso de chassis dianteiros impulsionaram a compra de equipamentos mais sofisticados, como este Torino Scania da Oeste. A partir de 2002, os ônibus refrigerados se simplificaram, passando a sumir da cidade anos depois.


Os ônibus de 15 metros representam uma solução de compromisso entre os articulados, mais exigentes em termos de aplicação, e os convencionais, nem sempre capacitados para dar conta de algumas linhas. No Rio, empresas como a Auto Diesel, Amigos Unidos e Santa Sofia testaram o modelo, mas sem intenção de compra. Espera-se que as novas administrações municipais atentem para o uso de ônibus maiores, racionalizando as linhas e otimizando o transporte.


O Projeto Padron foi iniciado no meio dos anos 70. À época começou-se a avaliar as condições transporte nas grandes metrópoles brasileiras, ressaltando a responsabilidade do material rodante no precário sistema de então. Desta forma, o GEIPOT (Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes), junto a vários outros órgãos (Ministério dos Transportes, IPEA, Finep, EBTU), procurou definir padrões a serem seguidos para os ônibus. Alguns eram: motor traseiro ou central commais de 200 hp, maior área envidraçada e suspensão pneumática. No Rio, os ônibus padron nunca emplacaram de verdade, sendo usados de forma esparsa e eventual: um desses exemplos é o lote de GLS O371 automático, adquirido por Pégaso e Oriental e operado no Corredor Expresso Av. Brasil.


Embora não seja muito comentado, os micrões têm lugar cativo no transporte carioca há anos, especialmente em bairros como Santa Teresa. A concepção atual de micrão veio com o projeto do micromaster, aprovado em 2005. Os micromasters são ônibus com entreeixos ou balanço traseiro encurtado, 35 lugares e sem cobrador. Por serem maiores que os micros tradicionais e mais econômicos que os ônibus convencionais, muitas empresas os adotaram para compor suas frotas. No entanto, em alguns casos falta a necessária adequação na operação, aumentando muito o tempo de viagem e sobrecarregando excessivamente o cobrador. É raro ver modelos convencionais encurtados para micrões, como este Mega da Lourdes.

Visitem www.ciadeonibus.com. FELIZ NATAL E BOAS FESTAS A TODOS!

Acho que o Rio pode ter a maioria dos ônibus na configuração Padron a médio prazo, mas todos os munícipios da RM, não. Em muitos casos, nem o arroz-com-feijão foi feito...

Não duvidaria que Oriental e Pégaso tivessem negociado conjuntamente a compra dos GLS com motor traseiro, até por serem ônibus caros. A Pégaso devia ter segurado as unidades da S15 para a 882, ao invés de mandá-los para a Oeste.

Não sei o motivo, mas o Rio é a única cidade onde o pirata roda com ônibus melhor que a empresa regular.
Mon 5-Jan-2009 03:29
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Pois é, o Rio estranhamente é testemunha ocular, não é, desses fatos peculiares, seja na política, na cultura, nas pessoas e até nos ônibus. Os ônibus piratas, por mais informais que sejam, possuem duas cartas fora do baralho das principais empresas: o motor traseiro e os assentos rodoviários, ainda com o ônibus com uma idade bem avançada. Mon 5-Jan-2009 05:42
Posted by:Raphael Souza
Bem, como era uma empresa bancada pelo dinheiro público, portanto, tem a questão da licitação. Mas, INDEPENDENTE DISSO, como vi que 90% dos veículos pesados no poder público são VW, eu apostaria que a CTC PODERIA estar recheada de VW17240 e VW17260. Thu 8-Jan-2009 06:14
Posted by:Marcelo
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Tuesday, 23-Dec-2008 13:18 Email | Share | | Bookmark
Pasta 104 - 1 ano do site!

Chopp Duplo
Lotação
Articulado
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Como forma de comemorar o primeiro ano completo do site, mostro nas duas próximas pastas uma compilação das principais fases do transporte carioca. Nota-se várias evoluções, mas também diversos retrocessos que prejudicam até hoje a mobilidade na cidade.


Os chopp duplo, ou imperiais, marcaram a paisagem carioca. Importados pela Light em 1928, os ônibus foram operados pela Viação Excelsior no eixo Copacabana x Leme x Centro. Com capacidade para 34 passageiros no primeiro piso e 28 no segundo, rodaram até 1948.


As lotações marcaram época no transporte carioca. Com capacidade para 20 passageiros sentados, estes veículos disputavam espaço com o desorganizado sistema de ônibus. Mal-conservadas e conduzidas, começaram a ser substituídas na década de 1960, rodando apenas em algumas linhas locais. O Dodge da foto fazia a linha Méier x Penha via Uranos e Cachambi, semelhante à atual 679 da Lourdes.


Os ônibus articulados começaram a ser testados nos anos 80, por empresas como a CTC (próxima foto) e a Leblon. A falta de organização para operar os ônibus de dois vagões, incluindo a racionalização das linhas e a criação de faixas especiais, resultou no pouco uso. Na foto, a CTC testa um Padron Marcopolo articulado na 219 - Praça XV x Usina, atual 229 da Tijuquinha.


A estatal CTC foi criada em 1962, visando a operação dos trolleys na antiga capital federal. Com o tempo, assumiu novas linhas e criou outras, algumas consideradas sucesso de público e crítica. Foi fechada definitivamente em 1996, forçando a licitação de linhas como a 261.


O urbano nosso de cada dia evoluiu com o tempo: questões como o ruído e o desconforto para o motorista e os passageiros foram razoavelmente equacionadas. Entretanto, o tamanho dos veículos tende a diminuir: atualmente não é tão comum ver carros alongados como este Scorpion II da Real, operante na 179.

Visite o Museu da NTU e a Cia. de Ônibus.

Dória, valeu pelo incentivo, espero poder continuar a alimentar este pequeno espaço! Desculpe por não responder sobre a Inter (esqueci!), mas acho que ela sempre teve a Caxias x Penha, não se aventurando por outros trajetos. De repente o pessoal pode te ajudar melhor...

Marinaldo e Marcelo, acho que os ônibus alongados de fato surgiram com o 1313 ou o 1315. Aqui no Rio é difícil ver, mas em Brasília há 1620 e 1721 com 13 metros, na prática medem como os antigos F113.

O Chopp Duplo tinha jeito de ser um transporte bem elitizado, como eram os ônibus da época. Se formos ver, os bondes e os ônibus trocaram de lugar com o tempo.

Abraços a todos!

Mon 29-Dec-2008 02:32
Posted by:Luiz Eduardo
Bom, eu vi algumas carrocerias dos anos 60 rodando em meados dos anos 70, e comparando com o padrão atrual, não passavam de midis.

Já muitas carrocerias dos anos 70 (Ciferal Urbano, Veneza, Metropolitana Ipanema, Caio Bela Vista, Gabriela I, por ex.) tinham versões com comprimentos diferenciados, mas nada me chamava mais atenção do que as muitas versões do Gabriela II.

Os mais comuns:
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ136_EXPIMPERADOR__0001.jpg
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ200_SAOJOSE_%200076.jpg


E os alongados:
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ208_AMERICA_%200004.jpg
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ159_MASTER__0001.jpg


No geral, a tendência é que as carrocerias deveriam fossem alongadas conforme aumentasse da demanda em função do aumento da população, até chegar nos articulados e até nos bi-articulados. Mas como tendência não é fim, é meio, nesse meio de caminho surgiram outros fatores "alternativos" que fizeram a frota encolher de tamanho.
Tue 30-Dec-2008 20:53
Posted by:Marinaldo Jr.
Digamos que, hoje em dia, andar em ônibus novo de 12 metros já é muita coisa... Mon 5-Jan-2009 03:48
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Monday, 22-Dec-2008 03:49 Email | Share | | Bookmark
Pasta 103 - 1001 em 1979

108.287 - O362
Foto da revista Sua Boa Estrela, editada pela Mercedes-Benz. No periódico, são divulgados os principais produtos da montadora alemã e os serviços das empresas que adquirem os ônibus e chassis da marca, além de destinos turísticos.

No ensaio abaixo, publicado em 1979, a 1001 expõe um de seus monoblocos O362 numa praia. A associação é clara e proposital: no fim dos anos 70, o turismo para o litoral fluminense explode, beneficiando a empresa, que contava com linhas do Rio e Niterói para localidades como Saquarema, Araruama e Cabo Frio. Até hoje, o setor litorâneo é importante fonte de renda para a empresa.



Acervo Alexandre M. Sanches

Grande Luiz Eduardo, obrigado pela recepção, com relação ao 0355 e ao 0362, simplificando, só para se ter uma idéia, a grosso modo,o 0362, era equipado com motor 0352, o mesmo do caminhão 1313 ou seja 130 CV, e uma carroceria menor, já o 0355 era equipado com motor 0355 o mesmo do caminhão 1924, ou seja 240 CV, já os 0364 poderia se optar por 03 motores, ou seja: 0352, 0355/5 e 0355/6, sendo o 0355/5 o mesmo do caminhão 1519 ou seja 190 CV . Em tempo, havia tambem para essas mecanicas as opções de diferencias, dependendo da necessidade na operação do veículo, abraços Fri 9-Jan-2009 00:48
Posted by:marcão estancia marcestancia@terra.com.br
A 1001 comprou mais de 20 monoblocos Mercedes-Benz O 355 eram setores do Rio e Niterói que operam na Região Serrana são esses assim: RJ108.251, 108.252, 108.253, 108.254, 108.255, 108.256, 108.257, 108.258, 108.259, 108.260, 108.261, 108.262, 108.281, 108.282, 108.283, 108.284, 108.285, 108.286, 108.287, 108.288, 108.289, 108.290, 108.291, 108.292, 108.293, 108.294, 108.295, 108.296 foram fabricados nos anos 70, eram RIO-MACAÉ, RIO-FRIBURGO, RIO-CABO FRIO, RIO-CAMPOS E RIO-ITAPERUNA Mon 19-Jan-2009 10:36
Posted by:unnamed jefferson.gfaria@hotmail.com
Popularmente conhecido como "mulão", alguns empresários o consideravam como um onibus " perfeito", tanto que, projetado para 40 lug, s/toilete, ou 36 com, chegavam a meu ver ao absurdo de encarroça-lo, ou depois de um determinado uso "reencarroça-lo, com: 50 lug., banheiro, ar condicionado, comissaria, gabine, alem de alonga-lo , abraços . Wed 21-Jan-2009 22:50
Posted by:marcão estancia marcestancia@terra.com.br
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Saturday, 13-Dec-2008 00:47 Email | Share | | Bookmark
Pasta 102 - Rio Minho (RJ 166)

13628 - Metropolitana
13633 - Metropolitana
13601 - O321
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As linhas de ônibus, vez ou outra, sofrem alterações que fogem ao controle das empresas operadoras. Eventos como a construção de novas rodovias e o crescimento de bairros, cidades ou regiões podem impactar diretamente a demanda do transporte. No Rio, os exemplos mais lembrados são o da Barra da Tijuca, gerando novas oportunidades para viações como a Jabour, a Pégaso, a Redentor e a Real, e o eixo Região dos Lagos-Rio das Ostras-Macaé, atendido pelo grupos Salineira e 1001. Outro exemplo menos lembrado é o da Rio Minho, atualmente pertencente à Rio Ita.

A Minho conta mais de 35 anos de operação. Sua área inicial cobria o eixo Niterói - Contorno - Baixada, através da Niterói x Nova Iguaçu (Alcântara, Manilha, Itambi, Magé, Caxias). A linha ainda existe oficialmente, com o código 601I. Como parciais complementares deste movimentado vetor, vinham linhas como a Niterói x Magé. Cabe ressaltar que a inexistência da Ponte e a capitalidade de Niterói conferiam maior importância aos municípios de fundo de baía: Itaboraí, Alcântara e Magé seriam a periferia próxima, por assim dizer.

Tal quadro muda com a chegada da Ponte, em 1974 (http://choppduplo.fotopages.com/?entry=1579046) . A ligação entre Niterói e a Baixada fica muito mais simples e rápida, retirando parte da importância da 601I e deixando as linhas parciais com importância mais localizada. Sintomaticamente, a Rio Minho repassa o setor urbano do Contorno para a recém-criada Rio de Janeiro - RJ 142, ficando com a Niterói x Piabetá (511Q), a Nova Iguaçu e os serviços via Ponte.

Após esta fase transicional, a Rio Minho passa a se concentrar nas linhas via Av. Brasil, consideradas rentáveis pela praticidade e pela relativa rapidez. Os moradores de Caxias, Mesquita, São João e Nova Iguaçu não precisam mais subir até Itaboraí e dar a volta para chegar à Baixada. Ao mesmo tempo, cria-se uma opção viável de Niterói para a Av. Brasil (Caju - Trevo das Missões - Trevo das Margaridas).

Vale dizer que, partindo de Niterói, a Minho ainda operou 4 linhas: Nova Iguaçu x Charitas, Charitas x Galeão, Fonseca x Madureira (708D) e a Niterói x Praça XV, ainda como 022D. A Nova Iguaçu foi extinta, a 998 foi repassada para a 1001, a 708D atualmente está inativa na Fagundes e a Mauá arrematou toda a Niterói x Praça XV.

Após as renovações dos anos 80 e início dos anos 90, a Rio Minho muda sua pintura. O padrão vermelho e branco dá lugar às barras coloridas, herança do grupo Constantino mantida até hoje. A Auto Diesel, entre 1994 e 1997, usou o mesmo layout com outro tom de azul.

Entre o fim dos anos 90 e meados dos anos 2000, a empresa estagnou, como reflexo da crise em seu grupo. Os Vitória e Scorpion conviviam na Ponte com ônibus mais novos e sofisticados, assim como os tarifões. Em 2002 chegaram alguns Andare Class, mas a grande mudança se deu a partir dos Ideale 2006.

Atualmente, sua frota é composta de carros urbanos - Torino GV e Midi UrbanClass - e de rodoviários - Ideale 1722, Andare Class 1721, Viaggio G6 VW e Scania. A prata da casa é o Viaggio K310, operante na Schincariol. Seguindo a tendência do grupo, os serviços rodoviário e semi-rodoviário (Urban Class) ganham importância na composição da frota.


Metropolitana dos anos 70, na Niterói x Magé via Alcântara. Nos dias de hoje a linha pertence à Rio de Janeiro, com o código 121Q.


Líder Scania na Niterói x Nova Iguaçu via Magé, ofuscada pelos serviços via Ponte.


Viaggio dos anos 80, ainda novo. À época a Minho também operava no Noroeste fluminense, com linhas como Rio e Niterói x Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Raposo e São João do Paraíso, todas passando por Friburgo.


Scorpion I no layout característico do grupo Constantino. Posteriormente a 998 foi vendida para a 1001.


Midi UrbanClass, operantes nas linhas de Nova Iguaçu e Duque de Caxias. A vista é da 511Q, Niterói x Piabetá via Alcântara e Magé.


Andare Class 1721, de 2002.


Mapa de 1968, mostrando o Contorno da Baía e a área de operação da Minho. Note-se, além da ausência da Ponte, a falta da Niterói-Manilha, direcionando o trânsito para a RJ104.

As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.

Volte sempre!



Exemplo de empresa regional de médio porte era a Rio das Ostras, mas ela já estava cambaleante quando trocou seu nome e simplesmente implodiu quando assumiu o setor suburbano da Macaense. A Barra do Piraí, se aproveitasse o espólio da Cidade das Rosas, poderia entrar nessa categoria.

Anderson, me tira duas dúvidas: a Rio Ita chegou a operar a 485 Castelo ou Praça XV? Há seis anos vi um Torino GV 1620, com a vista 485 M. do Sol, na Presidente Vargas. A 485 Alcântara roda com qual intervalo?

Abraços
Mon 12-Jan-2009 02:37
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Sim Luiz, a Rio Ita operou durante um tempo como TU a Morada do Sol x Praça XV, na mesma época também havia a Reta Velha x Praça XV, esta operava com Torino Volvo. Acho que a 485 é a única linha daquele setor que não teve seu itinerário reduzido até Alcântara, já até vi em dias de domingo aparecer uma 485 Alcântara, mas não vingou, a linha 485 é direta até Niterói, porém é rara e se não me engano, também opera como TU.

Não entendo como a Cidade das Rosas quebrou, teve boas linhas que carregavam bem, principalmente no trecho Miguel Pereira - Paty - Avelar, mas que não conseguiu se manter, eu costumo comparar ela muito com a São Cristóvão, que tem linhas de horários, no entanto de expressão, mas não conseguem acompanhar o dinamismo do dia-a -dia e operam com total falta de profissionalismo. A Cidade das Rosas acabou, a São Joaquim acabou e a São Cristóvão, que já passou pelo fim do poço, vai acabar. Lamentável.
Mon 12-Jan-2009 17:17
Posted by:Anderson Sousa Feijó andersonsousafeijo@yahoo.com.br
Post muito bom..um dos melhores já feitos..dá pra ver q a historia dos transportes do estado do Rio é uma caixinha de surpresas que guarda muitos segredos e historias para ser desvendadas..principalmente no Norte e Noroeste Fluminense, li na comunidade da 1001 no orkut o relato de um integrante que a linha Rio x São Fidelis Via Padua e Além Paraiba foi operada pela Mageli.. eu hein, pra quem tem acesso o link do topico

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=564716&tid=5256905967326586141

Abraços a todos
Tue 21-Apr-2009 17:12
Posted by:Eduardo Machado pombovingador2008@hotmail.com
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