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| Monday, 20-Apr-2009 14:45 |
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Pasta 129 - Carrocerias: Caio Alpha
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Em 1996, a Caio faria 50 anos de idade. Para comemorar as bodas de ouro e ao mesmo tempo substituir o consagrado Vitória, a encarroçadora lançou um novo modelo: o Alpha. Embora seja modelo 96, os primeiros começaram a rodar em dezembro de 95.
O nome da carroceria é interessante. Em primeiro lugar, ele quebra uma sequência de batismos femininos (Gabriela, Amélia, Vitória) que já durava 20 anos. Há ainda o significado estrito: "alpha" é a primeira letra do alfabeto grego, que também pode ter o sentido de "mais importante". Tudo somado, pode-se considerar que o Alpha seria a maior aposta da empresa para o mercado urbano, além de ser o primeiro modelo da Caio "madura".
A trajetória comercial do Alpha no Rio foi muito tortuosa. A equipe de vendas conseguiu ofertar o modelo para quem estava afastado da encarroçadora paulista há muito tempo ou não fazia grandes compras - Pavunense, Paranapuan, Amigos Unidos, Mosa. No entanto, um poderoso cliente não se animou a adquirir o novo modelo: o grupo Guanabara. À época do lançamento do Alpha, diversas empresas do grupo adquiriram apenas 1 unidade para teste. Delas, apenas a Jabour comprou mais Alpha.
Pode-se dizer que o grupo Guanabara como um todo migrou da Caio para encarroçadoras como Ciferal, Marcopolo ou mesmo Busscar. As empresas que adquiriram Vitória em 94 e 95 migraram para o GLS 96, o Torino GV e o Urbanus. O afastamento durou 7 anos, até o Vip em 2003.
Na região metropolitana era possível ver aquisições mais frequentes e numerosas da carroceria. Empresas como Master, Trel, Machado e Santa Terezinha investiram na Caio. Merecem destaque a Reginas (Alpha F113) e a Petro Ita, com os raros Alpha 1417 1998.
Por ter durado apenas 3 anos (95/96 - 99), o Alpha teve uma geração. Mudanças discretas foram realizadas, como as cores do acabamento interno, os encostos de cabeça e os panos de vista, feitos por computador. Seu sucessor foi o Apache S21, que introduziu um novo estilo para a linha urbana da Caio mas não resolveu satisfatoriamente os problemas de resistência manifestados no Alpha.
O Alpha da Tijuquinha era o 50152, efetivo da 229 (Castelo x Usina)...
...enquanto o da Vila Real, 11625, rodava na 908.
Por sua vez, a Campo Grande adquiriu dois Alpha Scania no fim de 1996: 53501 e 53622, posteriormente renumerado.
Em 1998, as empresas paulistas do grupo JB adquiriram Alpha 1621 automáticos com ar para operar linhas seletivas em São Paulo. A EMTU proibiu o uso dos carros urbanos, forçando a vinda deles para o Rio. Um deles era o 48160, segundo Alpha da Alpha.
Em janeiro de 1996, o primeiro Alpha da Lourdes estreava na 625, junto com alguns Vitória 1318. Depois vieram mais 5 Alpha, 58161 a 165.
A Fábios adquiriu duas remessas de Alpha, ambas estreantes na 590C: 1620/96 e 1318 alongado/97. Depois de algum tempo, os carros foram remanejados para linhas como a Caxias x Pilares.
Os Alpha da Madureira Candelária. todos VW 16-180, começaram em linhas consideradas fracas: 673 e 928. Depois eles foram remanejadas para rotas como a 349.
Os 2 Alpha 97 da 1001 rodaram na 996, 741D, subiram para Friburgo, desceram para Macaé, foram repassados para a Macaense e saíram de circulação.
Quando a Mosa ainda estava bem, as compras de ônibus 0km eram frequentes. Os Alpha, tanto MBB quanto VW, podiam ser vistos nas linhas de Vila Kosmos.
Os Alpha 1417 foram muito raros no Rio. A Petro Ita adquiriu alguns com vista eletrônica, junto aos Alpha 1721.
O modelo fez grande sucesso em São Paulo, onde ainda é muito comum. O grupo Belarmino, famoso pela pintura dos "nozinhos", ainda tem Alpha rodando em suas empresas do interior paulista. Exemplo é a Osastur, que opera linhas suburbanas na região de Botucatu.
Fotos: acervo Luiz Eduardo (autoria desconhecida)/ Portal Interbuss. Volte sempre!
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| Friday, 17-Apr-2009 19:35 |
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Pasta 128 - Transurb
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A Transurb - Transportes Urbanos - se originou de uma cisão da Verdun, adquirida pelo grupo Jacob Barata em 1996. No mesmo período, surgiu a Saens Peña (colocar link aqui).
A nova empresa chamou atenção por sua pintura, copiada da dupla Jabour/Penha mas com as cores invertidas. O layout, que guarda alguma semelhança com a Normandy, deixava explícita a identidade do grupo JB. A nova pintura, estreada em 2002, também segue tal filosofia.
Nos arranjos para a criação das novas empresas, a Transurb ficou com a área de operação mais extensa. Inicialmente eram três setores geograficamente distintos, totalizando 111 veículos:
Setor Centro/Santa Teresa - 206, 214, C10 (dividido com a Amigos Unidos)
Setor Tijuca x Zona Sul - 410 (Rio Comprido, Passeio, Botafogo, Humaitá), 422 (Andaraí, Presidente Vargas, Catete, Larajeiras)
Setor Seletivo - 503 (Rio Orla), 504/505 (Lagoa Orla).
De 96 a 99 a Transurb se manteve estável, sem grandes modificações em suas linhas. O primeiro grande salto surgiu em novembro de 99, com o repasse da 691. A transição foi obscura - pouca gente se lembra dos antigos GLS e Torino GV que a Verdun repassou para a Transurb, pois foram substituídos em poucos meses - mas representou uma nova fase para a empresa. Posteriormente as linhas seletivas acabaram ou foram devolvidas, deixando a companhia sem operação na Zona Sul litorânea.
A Transurb teve outro salto entre 2004 e 2005, quando assumiu por completo as linhas C10, 206 e 691, recebendo de presente a 407 (Largo do Machado x Silvestre). Embora tenha sido um bom negócio, a empresa não tinha frota suficiente para pegar todas as operações sem desfalcar as outras linhas. Como resultado, os passageiros de locais como Santa Teresa e Méier sofreram com operações irregulares e ônibus mal-conservados. Posteriormente a concessão da 422A foi suspensa ou rescindida, sob a alegação de operação abaixo das expectativas.
A melhora demorou a acontecer, mas já era possível ver a Transurb com frota melhor em 2007. Embora o uso de micrões tenha desandado a 691, as outras linhas passaram a rodar com veículos mais adequados à demanda. Merece destaque o setor de Santa Teresa, quase todo operado por micros novos (Thunder+ II 915).
Como curiosidade, a Transurb operava o serviço da UFRJ, hoje com a Normandy. Havia GLS ex-Saens Peña e Nossa Senhora da Penha.
Torino GV 94, ex-71037. A Transurb, em seu início, renumerava atabalhoadamente os ônibus da Verdun. Um dos primeiros a aparecer completamente repintado foi o 72101, Torino GV 96 da 422.
Senior G4 812, ex-71267 (?), operante no Rio Orla. No primeiro semestre de 1997 a empresa adquiriu Senior GV para vários serviços: Rio Orla (067, 068), Lagoa Orla (048, 085?), Santa Teresa (036, 066, 076, entre outros).
Em março de 1997 chegaram os dois GLS 97 1620, 72054 e 098. Os dois foram efetivados na 410, à época Saens Peña x Leblon.
Para a Silvestre x Castelo, alguns Torino GV micrões foram adquiridos em 1998. Parte substituía GLS 94, parte era aumento de frota. Nos idos de 1999 era possível vê-los fazendo a 410 de manhã cedo.
No segundo semestre de 1999 a Transurb recebeu alguns Cidade II da Montes Brancos-Salineira, objetivando testar o serviço refrigerado na 422. Alguns carros eram 72026, 028 e 087. Os Cidade também passaram pela Estrela.
Nos últimos meses de 2001, chegaram 14 Urbanuss 1721 na empresa. Inicialmente divididos entre a 410 e a 422, todos foram para a 422, depois para a 691, alguns voltando para a 422, indo de novo para a 691 e terminando sua curta vida - 2 anos - na C10.
Em 1999 a Transurb assume a 691, recebendo 18 GLS 95 (72151 a 168) mantidos pela Litoral. A Verdun repassou alguns GLS/GV 95 e GV 96 - 72055, 117, 118, 120 e 123, entre outros.
A Transurb adquiriu 5 Senior G6 com ar, que estrearam em agosto de 2002. Alguns foram para a 503, enquanto outros fizeram testes na 410 e na 422.
Em alguns finais de semana de 2005, a Transurb testou micros na 691. Por acontecer ocasionalmente, era um fato de difícil visualização.
City micrão na 691. Atualmente a empresa coloca 12 micromasters na 691, podendo haver um ou outro ônibus convencional. A gaúcha Neobus ganhou considerável espaço na empresa, fornecendo micros, ônibus de médio porte e ônibus normais.
Além de Neobus e Caio, a Transurb também investe em Marcopolo. Coincidentemente, alguns dos Viale 2007 - 72038, 72118, 72119 - eram Viale 2000, operantes nas linhas 422 e 691.
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| Thursday, 16-Apr-2009 11:46 |
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Pasta 127 - 176 & Rural Willys
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176 (Harmonia x Gávea) em 1964
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Foto do conturbado centro carioca (Avenida Nilo Peçanha), constantemente engarrafado nos trepidantes anos 60.
O ônibus, da marca Vieira, fazia a 176 - Harmonia x Gávea via Jóquei. A linha, antiga 123, ligava a área da Central ao Alto Gávea, considerado um dos limites da Zona Sul. Entre 1978 e 1979 a Colúmbia a esticou até São Conrado, bairro que passou por um surto de crescimento nos anos 70. Posteriormente a Mosa assumiu a linha, indo depois para a Amigos Unidos.
Como elemento interessante da foto, podemos ver uma Rural Willys. A caminhonete, considerada a avó dos atuais utilitários-esportivos, era a opção para famílias grandes que não quisessem a Kombi ou a Veraneio. Meu avô tinha uma nos anos 70, recentemente um tio comprou uma quase original....
Fonte: Museu da NTU. Volte sempre!
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| Sunday, 12-Apr-2009 00:50 |
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Pasta 126 - Linhas do Rio de Janeiro
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003 - Estrada de Ferro x Castelo
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010 - Bairro de Fátima x Central
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010 - Bairro de Fátima x Central
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O sistema carioca de ônibus tem sua origem nas reformas promovidas pelo governo Lacerda, em 1964. À época, as lotações foram progressivamente substituídas por ônibus comuns, e considerável parte das atuais empresas surgiu.
Desta forma, surgiu a necessidade de se reorganizar o esquema de linhas municipais. Antes caracterizado por números sequenciais e letras (as SXX, por exemplo, eram as linhas que rodavam na área suburbana), a nova numeração passou a separar as linhas pelas áreas de operação. Casos famosos são a 136 (antiga 64), a 378 (antiga 200), a 384 (antiga 210), a 422 (antiga 110), a 606 (antiga S87) e a 867 (antiga S55). Grande parte das linhas que sobreviveram aos 45 anos do atual sistema sofreu poucas alterações.
Como todo sistema de transportes que se preze, o do Rio foi formulado seguindo o contexto da época. Por isso vemos muitas linhas para Copacabana (o principal subcentro da cidade, desbancando locais como o Méier e a Tijuca) e apenas uma para a Barra, praticamente desocupada. Da mesma forma, em 1964 ainda não havia a alta do petróleo, que apressou a criação dos frescões na década seguinte. Muitas mudanças aconteceram em meio século, mas as linhas-mestras continuam inalteradas.
Sendo assim, temos a seguinte classificação:
0XX – linhas que rodam exclusivamente no Centro.
Exemplo: 010 - Bairro de Fátima x Central.
1XX – linhas radiais, que ligam o Centro à Zona Sul.
Exemplos: 121 - Central x Copacabana, 158 - Central x Gávea, 179 - Central x Alvorada.
2XX – linhas radiais, que ligam a Zona Norte (Grande Méier, Tijuca e Madureira) ao Centro.
Exemplos: 217 - Carioca x Andaraí, 239 - Castelo x Água Santa, 277 - Praça XV x Rocha Miranda
3XX – linhas radiais, que ligam a Zona Norte (eixo da Avenida Brasil e Leopoldina) e Oeste ao Centro.
Exemplos: 313 - Tiradentes x Penha, 384 - Castelo x Pavuna, 390 - Carioca x Sepetiba, 396 - Passeio x Bairro Jabour.
4XX – linhas diametrais, que ligam a Zona Norte à Zona Sul passando pelo Centro ou pelos corredores expressos (Rebouças, Santa Bárbara).
Exemplos: 401 - Rio Comprido x São Salvador, 410 - Saens Peña x Gávea, 455 - Méier x Copacabana, 476 - Méier x Leblon via Rebouças
5XX – linhas auxiliares, que rodam dentro da Zona Sul.
Exemplos: 503 - Botafogo x Alto Leblon, 523 - Alvorada x Leme, 573/74 - Glória x Leblon.
6XX - linhas auxiliares, divididas em duas porções:
600 a 649 - linhas auxiliares que ligam a Tijuca às zonas Norte e Oeste. Exemplos: 601 - Saens Peña x Taquara, 621/22/23 - Saens Peña x Penha, 634 - Saens Peña x Freguesia
650 a 699 - linhas auxiliares que ligam o Grande Méier às zonas Norte e Oeste. Exemplos: 651/52 - Méier x Cascadura, 667 - Méier x Madureira, 679 - Méier x Grotão, 696 - Méier x Praia do Dendê.
7XX - linhas auxiliares que partem de Cascadura e Madureira em direção às zonas Norte e Oeste. Nesta centena também ficam as linhas locais de Jacarepaguá e algumas de Bangu, Realengo e adjacências.
Exemplos: 712 - Cascadura x Irajá, 737 - Rio das Pedras x Curicica, 745 - Cascadura x Bangu, 773 - Cascadura x Pavuna, 774 - Madureira x Jardim América, 797 - Bangu x Sandá.
8XX - linhas auxiliares da Zona Oeste. Nesta centena também ficam linhas entre a Zona Oeste e a Barra.
Exemplos: 839 - Campo Grande x Santa Cruz, 850 - Campo Grande x Mendanha, 866 - Campo Grande x Pedra de Guaratiba, 882 - Santa Cruz x Barra da Tijuca, 889 - Santa Cruz x São Benedito.
9XX – linhas auxiliares, que rodam dentro da Zona Norte e Oeste e fazem a ligação entre as mesmas. Via de regra, nessa centena ficam as linhas da Leopoldina, as circulares nesta região, aquelas entre a Zona Oeste e a Leopoldina e as locais da Ilha.
Exemplos: 901 - Bonsucesso x Bananal, 905 - Bonsucesso x Irajá, 917 - Bonsucesso x Mallet, 923 - Jardim Violeta x IAPI da Penha, 934 - Ribeira x Portuguesa, 956A/B - Invernada de Olaria x IAPI da Penha.
1XXX - linhas seletivas sem ar-condicionado (os "executivos").
Exemplos: 1051 - Castelo x Eng. de Dentro, 1142 - Castelo x Bananal.
2XXX – linhas seletivas com ar-condicionado.
Exemplos: 2015 - Castelo x Leblon, 2113 - Castelo x Taquara.
EXX – linhas que operam serviços complementares em locais específicos.
Exemplos: E08A – Maracaí x São Conrado, E14B - CEASA x Irajá.
SXX – linhas expressas, ou que não se enquadrem nos critérios descritos acima.
Exemplos: S013 – Bangu x Carioca, S03 - Campo Grande x Sepetiba, S06 - Fundão x Jacarepaguá, S020 - Carioca x Recreio.
A 119 roda há 45 anos, mantendo seu itinerário quase inalterado (Praia do Flamengo, Barata Ribeiro, Arpoador, Rua México). A linha foi para a São Silvestre em 1981, junto com a 154 e a 184.
A 238 é descendente direta da antiga 67 - Encantado x Praça XV. Esticada para o Eng. de Dentro e depois para a Água Santa, mudou muito em seus 45 anos de vida. Passou pela Todos os Santos, Glória e CTC, chegando à Verdun em 1981 também.
A Auto Diesel, em sua fase de crescimento exacerbado, assumiu a 497 no fim dos anos 80. A linha, junto com a 484, 485, 498 e 906, formava o setor Leopoldina da empresa. As cinco formaram a Breda Rio urbana em 1995.
Quando o Rebouças foi efetivamente aberto às empresas particulares, nos anos 70, a São Silvestre criou a dupla 569 e 570. Inicialmente ambas passavam pelo túnel nos dois sentidos, hoje vão apenas na direção Jardim Botânico.
A Cascadura x Estácio é derivada da Cascadura x Lapa, já extinta. Uma das mais fortes linhas suburbanas, foi operada pela Matias junto com a 667.
A abertura da Avenida Alvorada, na Barra, incentivou a criação de várias linhas: 752, 753 e 754. Esta última liga Sulacap à Joatinga, sendo uma opção de conexão para os passageiros da Zona Oeste.
A Jabour, com o tempo, formou um expressivo setor de linhas entre Campo Grande e as localidades ao longo das estradas do Monteiro, Mato Alto e Cachamorra. A 837 é uma delas, sendo iniciada nos anos 70.
Antiga Penha x Deodoro e Penha x Padre Miguel, a 960 já foi operada pela Oriental. Após passar pela Andorinha, Bangu e voltar à Andorinha, virou 926 e cobriu a efêmera Coqueiros x IAPI da Penha.
A Matias operava a 1052 - Castelo x Água Santa, inicialmente via Lins e depois via Dias da Cruz. Teve Viaggio GV, micros e Viale 1628, até ser extinta.
A S20 é a principal linha urbana da Pégaso na Zona Sul, sendo criada em 1996.
Fotos sem crédito: acervo Luiz Eduardo/ Cia. de Ônibus. Volte sempre!
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| Wednesday, 8-Apr-2009 00:13 |
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Pasta 125 - 667 em três tempos
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Segue uma sequência da 667 em três épocas: quando ela ainda era Méier x Cascadura, no fim dos anos 80, já como Méier x Madureira Shopping e operada pelos Vitória e Rio 1618, entre 1996 e 1997, e com os atuais Senior 2003.
Apesar de ser a linha mais discreta da Acari, é muito funcional. Já teve dias melhores...
Acervo Cia. de Ônibus. Volte sempre!
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| Wednesday, 1-Apr-2009 17:46 |
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Pasta 124 - Ocidental: Urbanus e Turquesa
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43121 - Urbanus II F113
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43121 - Turquesa 1721
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Para quem gosta de comparações, seguem duas fotos: uma do fim de 95, quando a Ocidental ainda comprava ônibus 0km, e outra de 2007. O Turquesa substituiu o Urbanus.
A empresa merece uma pasta melhor, em breve a farei...
Fotos: Cia de Ônibus/ Autoria Desconhecida.
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| Wednesday, 1-Apr-2009 17:29 |
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Pasta 123 - Carrocerias: Thamco Dinamus
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Entre os anos 80 e os anos 90, a Thamco obteve relativo sucesso com seus produtos. O Águia e o Scorpion conquistaram uma boa parcela dos empresários cariocas, ainda que dividissem espaço com outros produtos. O Dinamus, de 1995, foi o último produto da série.
Ao contrário dos seus antecessores, o Dinamus não obteve muito espaço no mercado do Rio. À época, os empresários se dividiam entre Marcopolo (Torino GV), Caio (Vitória) e Ciferal (GLS BUS), com alguma preferência também pelo Urbanus. Embora o novo Thamco tenha linhas arrojadas, destacando-se a traseira, sua qualidade geral e a concorrência com carrocerias consagradas prejudicaram as vendas gerais.
No Rio, apenas três empresas adquiriram o modelo: a São Silvestre (OF-1620), a Amigos Unidos (OF-1318 e 1620) e a Campo Grande (OF-1620, Ford B1618). Destas três empresas, a Campo Grande adquiriu o maior quantitativo, repassando parte à Penha Rio em 1999.
Logo após a fabricação do Dinamus e do micro Genesis, a Thamco fecha as portas em 1996. Sua sucessora é a Neobus, que conseguiu se firmar de maneira mais sólida no mercado.
A Amigos Unidos comprou Dinamus curto e longo para suas linhas circulares na Zona Sul e a 206. Ocasionalmente apareciam alguns 206 na Silvestre x Castelo.
Junto com vários GLS 1620 e alguns Carolina V, a São Silvestre recebeu Dinamus 1620 - 37576, 37600, 37716. Efetivos das circulares do Cosme Velho (583/584), foram para a 406 e saíram em 2002. Na ocasião, a frota da empresa foi reduzida.
Os Dinamus da Campo Grande, um pouco mais velhos que os GLS 95, rodavam em linhas como 301, 627 e 680. Este canarinho é efetivo da 370...
...enquanto os Ford brancos e azuis podiam ser vistos na 680. Além do 53510, havia o 53508.
Fotos: Cia de Ônibus/ Autoria Desconhecida.
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| Wednesday, 1-Apr-2009 08:31 |
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Pasta 122 - Três Amigos (44500)
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A Três Amigos é uma das empresas mais tradicionais do subúrbio carioca. Operando em bairros como Méier, Madureira, Irajá, Penha e Marechal Hermes, a TA roda como empresa de ônibus desde 1965, mas conta-se que ela rodava antes na Zona Sul. A TA urbana e a TA rodoviária já foram uma só, depois se separando.
A tradição da empresa, embora não tão evidente quanto uma São Silvestre, aparece em duas linhas, as que deram o pontapé para seu crescimento: 712 (Cascadura x Irajá) e 721 (Cascadura x Vila Cruzeiro), ambas derivadas dos bondes. Como Madureira é um bairro que polariza grande parte da Zona Norte, a dupla mantêm sua importância até os dias de hoje. No fim dos anos 60 veio o crescimento, com a aquisição da 939 (Quintino x Penha) da Mosa, esticada até o Méier e transformada na famosa 676.
Os anos 70 reservam uma surpresa. Como tantas outras empresa, a Três Amigos embarca na onda dos frescões e lança a Castelo x Vicente de Carvalho via Av. dos Democráticos, Uranos e Brás de Pina. A linha, operada com Marcopolo II ostentando um layout ligado aos carros de Fórmula 1, durou até os anos 80. Um pouco depois, em 81, a Três Amigos daria seu grande salto.
A lei dos 120 carros forçou a união ou a simples extinção de muitas empresas, mesmo com linhas rentáveis e tradicionais. Uma delas foi a Suburbana (18500), maior que a própria Três Amigos, que operava a 638, a 640 (Saens Peña x Vigário Geral) e a dupla 781/782. Com a união, a TA passou a ter uma configuração próxima à atual, bastante demarcada por áreas de operação e resumida da seguinte forma:
Setor Marechal Hermes: 638, 781, 782
Setor Penha e Irajá: 676, 712, 721, 956A, 956B, Praça Dois (904).
Novas linhas foram acrescentadas, como as comunitárias da Penha e do CEASA (E11A e E14B), a Penha x Fundão (932, atual 956), a Grotão x Vigário Geral (954) e a Méier x São Francisco Xavier (638A). Ironicamente, apesar de participar dos pools de 261 e 296, a empresa não consegue voltar ao Centro de forma definitiva.
Os anos 90 chegam com um concorrente indesejável para a Três Amigos, baseada quase completamente em linhas auxiliares: o transporte alternativo, seja ele regular ou irregular. Rodando basicamente na Edgard Romero, as kombis conseguiram fazer grandes estragos em linhas como 676, 712, 721, 781 e 782. Por um tempo apenas a 638, sempre um caso à parte, estava relativamente livre da concorrência, podendo sustentar a empresa mas talvez justificando a queda no padrão de frota.
Atualmente a Três Amigos tem procurado fazer um inegável trabalho de renovação de sua frota e de revitalização de sua imagem, mas ainda precisa lidar com o transporte alternativo, com linhas pouco rentáveis (especialmente a dupla 956A e 956B, repletas de gratuidades) e com o envelhecimento de sua frota.
Em 1997, a Três Amigos testou a 638 rodoviária, com micros rodoviários. Custando 3 reais quando a modal valia 55 centavos, o serviço seletivo não deu certo.
Nos anos 70 a empresa rodou o frescão Castelo x Vicente de Carvalho, via Democráticos e Brás de Pina. A irmã Caprichosa tinha frescões semelhantes, inclusive na pintura.
Ciferal dos anos 70, na 956. A linha, inicialmente Vila Cruzeiro x Penha (parcial da 721?) foi transformada em Invernada de Olaria x Iapi da Penha e tem três ramais: a circular via Ramos (956A), a circular via Penha (956B) e a 956 Fundão.
As linhas do Méier e Cascadura têm ônibus curtos há muitos anos. Este Torino LN, do setor Irajá (44501 - 574 mais anexos), efetivo da 712, foi trocado por um GV 1318 em 1997.
Nos anos 80, a Três Amigos operou por curto tempo a 296 (Castelo x Irajá). Posteriormente a linha foi para a Estrela Azul, onde permanece até hoje.
A longeva estada dos Torino GV se iniciou em 1995, com os 1620. Via de regra, eles ficaram até 2002, sendo trocados por Viale 1417.
O 44599 é o único Viale 2001 da empresa, começando a operar na 638 em janeiro de 2002.
A Três Amigos aproveitou, para os micros urbanos, o layout dos micros refrigerados. Em meados de 2001 vieram os primeiros Senior G6, para a dupla 956A e 956B.
Após a geração Torino e os Viale, vieram os Citmax. O modelo foi comprado entre 2004 e 2006, podendo ser encontrado nas linhas 676, 712 e 638.
A Mascarello vendeu muitas carrocerias à empresa em 2008, entre micrões (GranVia Midi I e II) e convencionais (GranVia II).
A 638A é a linha perdida da Três Amigos, pois tem área de operação muito diferente das demais. Ligando o Méier ao metrô da São Francisco Xavier, roda com 8 micrões refrigerados.
Fotos: Cia de Ônibus/ Autoria Desconhecida.
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| Tuesday, 24-Mar-2009 09:50 |
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Pasta 121 - Linhas Parciais & Serviços Locais
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O Rio de Janeiro, com seus 6 milhões de habitantes, oferece uma vasta gama de deslocamentos. Vários perfis de passageiros precisam se deslocar pelos mais diversos motivos, gerando linhas com necessidades de frota e operação específicas.
Um grupo muito importante são as chamadas linhas locais. Elas podem ter várias características, mas podem ser divididas esquematicamente em dois grupos:
* as linhas auxiliares (500 a 599, 600 a 999), que circulam dentro das regiões da cidade - Zonas Norte, Oeste, Ilha e entre elas;
* as linhas parciais, criadas originalmente para desafogar o movimento de linhas troncais nos anos 70.
Como é evidente, as linhas auxiliares e parciais terão características diferentes de acordo com a área de operação. O poder aquisitivo de locais como a Freguesia, a Barra e a Zona Sul garante demanda para ônibus refrigerados na S751, 583 e 584, por exemplo. Em outras regiões, o preço da passagem é determinante para garantir o sucesso ou o fracasso da linha.
Apesar de menos cotados que as linhas radiais ou diametrais, ambas passando pelo Centro, os serviços locais são potencialmente mais rentáveis. A explicação para isso é simples: neles, as viagens são mais curtas - geralmente - e a demanda é constante ao longo do dia. Casos particulares como o de Santa Cruz ilustram tal raciocínio: se as linhas para o Centro contam com a demanda pendular dos trabalhadores que saem e voltam para suas casas, os serviços locais levariam as crianças para a escola ou o curso, a família para as compras ou o passeio de fim-de-semana.
Tais peculiaridades não foram consideradas pela prefeitura quando instituiu progressivamente a tarifa única, em 1993. A câmara de compensação não se concretizou, jogando linhas completamente díspares no mesmo balaio. Se a Pégaso passou a ganhar menos por passageiro transportado sem necessariamente aumentar o quantitativo de usuários - http://choppduplo.fotopages.com/?entry=1788511 - a Acari passou a ganhar mais na 667, por exemplo. Criou-se um desequilíbrio que, por motivos opostos, iria enfraquecer tanto as linhas radiais mais longas quanto as radiais mais curtas.
A invasão do alternativo, iniciada a partir de 1996, forçou empresas como Vila Real, Estrela, Bangu e Acari a adotarem novas táticas. Usou-se o micro-ônibus como opções mais rápidas ou confortáveis, reforçando a frota de linhas existentes ou criando novas. Infelizmente o bom impulso inicial não se manteve, e os micros voltaram alguns anos depois em substituição aos ônibus convencionais.
Atualmente, grande parte das linhas locais ou auxiliares sofre concorrência de kombis e vans, por motivos como a operação ou a tarifa. Qualquer projeto de reestruturação do transporte carioca terá de considerar a situação delicada dos serviços locais, importantes para dotar os bairros de mobilidade interna mas mal-planejados e enfraquecidos.
Em 1997 a Lourdes criou a 622 e a 312 parciais, ambas operadas por Senior GV urbanos. Posteriormente veio a 623 Nova América, que roda até hoje.
Para complementar os 50 carros da 606, a Matias adquiriu 6 Senior GV urbanos em 1998. Inicialmente os ônibus faziam a 606 Méier via Boca do Mato, até serem transferidos para a Água Santa e passarem a reforçar a 249. A parcial acabou em 2001.
Os primeiros Thunder da cidade foram adquiridos pela Pavunense, em 2000. Rodaram na 687 Norte Shopping, parcial da 687 que retorna na Avenida Suburbana.
Desde os anos 60, a Estrela opera a dupla circular 651 e 652, que atendem a bairros como o Méier, Lins, Cavalcante, Água Santa, Pilares e Cascadura. Embora não sejam parciais de nenhuma outra linha, sua demanda é basicamente local. O O371U ficou até 1996, sendo substituído por um GLS 1620.
Carolina "Jacarezinho" da Santa Maria, que ligava a região da Taquara à Barra. Os ônibus usados nessa linha eram mais confortáveis que o padrão da época (1996).
Fotos: Cia de Ônibus/ Autoria Desconhecida.
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| Wednesday, 18-Mar-2009 00:25 |
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Pasta 120 - Carrocerias: Caio Millenium
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Pasta com o Caio Millenium, um modelo pouco visto nas ruas do Rio. Na verdade, o ônibus foi tão pouco adquirido pelas empresas daqui que só existem fotos da primeira geração. Para ilustrar os carros da segunda leva, recorrerei a sites de outros locais, como o paulista Interbuss.
O Millenium foi lançado no início de 1998, fazendo parte da "linha pesada da Caio" - Millenium e Fura-Fila. Embora houvesse várias discussões sobre a implantação de novos sistemas de transporte nas diversas capitais, trazendo veículos pesados e extra-pesados, pouco mudou. O mercado urbano sofisticado, inovado pela Caio, não deslanchou da forma que se esperava: pode-se especular que o custo com o projeto e os insumos necessários para produzir os dois modelos tenham enfraquecido a montadora, que quebrou alguns anos mais tarde.
Em termos de design, o Millenium foi uma surpresa. As linhas gerais fugiam ao estilo "vagão-de-trem" tão comum aos ônibus Padron, com uma frente pronunciada e que remete aos VLT's. No entanto, por ter uma grande cobertura de vidro, o custo de reposição da peça se tornava alto. Algumas empresas simplesmente retiravam a cobertura e pintavam o espaço vago. A parte traseira do ônibus em questão era bastante impoenente e foi aproveitada pela Caio no Apache Vip, de 2001.
No Rio, a recepção ao modelo foi morna. Algumas empresas adquiriram a primeira fornada do modelo, entre 1998 e 1999: Tinguá (Scania L113 com ar), Paranapuan (Volvo B7R com ar), Trel (Mercedes OH-1621 sem ar) e Ocidental (Volvo B58E sem ar e Scania L113 com ar). Destas, apenas a Paranapuan ficou mais de 4 anos com os carros. Em 2002, a Transurb recebeu uma unidade do Millenium OH-1623LG, movido a GNV, para testes.
Embora os passageiros cariocas e fluminenses não possam mais ver ou andar no Millenium, a série ainda não acabou. Em 2001 surgiu uma versão reestilizada do modelo, que corrigiu alguns detalhes e problemas como a relativa fragilidade das peças do salão de passageiros. Em 2003 foi lançado um novo modelo, de desenho mais comportado e convencional.
Atualmente é comum ver Millenium e Mondego, uma derivação para chassis com piso-baixo, em São Paulo e em linhas suburbanas no interior paulista. Cidades como Goiânia e Porto Alegre também contam com unidades do modelo.
Os Millenium 98 da Ocidental rodaram em linhas variadas, como a 396, a 397, a 689, a 784 e a 858. No Rock in Rio de 2001 os carros refrigerados fizeram serviços especiais. Atualmente a empresa não tem mais ônibus com motor traseiro/central ou ar-condicionado.
A Paranapuan adquiriu os seus Millenium B7R refrigerados para substituir os O371 tarifões, em 1999. A sofisticada configuração dos carros tornou-se um empecilho à sua correta manutenção, com a progressiva crise da empresa. Alguns chegaram a circular na 634A - Nova América x Fundão.
Millenium 1623 a gás da Transurb, recebido para teste em 2002. Operou na 410 (Saens Peña x Gávea) até 2003 ou 2004.
Antes de padronizar sua frota com carros urbanos refrigerados, a Tinguá adquiriu alguns Millenium L113 refrigerados. Embora durassem pouco na empresa, abriram caminho para os primeiros 40 Svelto em 2000 e 2001.
O rico interior paulista conta com o serviço suburbano, que pode ser operados por veículos urbanos com motorização traseira e ar-condicionado. Mais baratos que o serviço rodoviário, os carros urbanos são utilizados em larga escala por empresas como a Andorinha e a Reunidas Paulista. A campineira Bonavita, do grupo Belarmino, adquiriu alguns Millenium II O500M para rodar em municípios como Piracicaba.
Fotos Cia. de Ônibus. Para ver mais fotos de Millenium, acesse www.portalinterbuss.com ou www.valespbus.com .
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