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| Thursday, 28-Feb-2008 04:42 |
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Pasta 15 - As cisões das empresas (parte 1)
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O sistema de ônibus carioca, ao longo de sua relativamente curta história, se caracterizou pela concentração: empresas pequenas se juntavam ou eram compradas, formando grandes companhias, como a Auto Diesel.
Há cerca de 15 anos, iniciou-se o processo inverso: as empresas começaram a se dividir, seja por alterações societárias, seja por motivos administrativos. Alguns casos são:
Redentor (47500) x Barra (13000) x Litoral Rio (20000) x Futuro (30000) - a Redentor passou por 3 divisões na década de 90: a primeira, em 1991, formou a Transportes Barra, que opera, entre outras linhas, a 241, 754 e 766. Três anos depois, surgiu a Litoral Rio, que opera a 240, 600/1, 690 e 701, entre outras. Por fim, em 1998, a Futuro iniciou suas operações, pegando as linhas 267, 269 (repassada para a Litoral em 2003), 734, 750, 753 e 755;
Mosa (40000) x Erig (57000) - a extinta Mosa era uma empresa com atribulado histórico de linhas: negociou com a Vila Isabel (setor da Leopoldina por 157 e 158), Acari (456), Amigos Unidos (linhas da Zona Sul) e Três Amigos (676, 721 e 954). Em 1999, a Fábios compra um naco considerável da empresa (334, 335, 909, 919, 920 e 942), coloca 40 Urbanuss 0km e funda a Erig. Três anos depois, as derradeiras linhas da Mosa vão para a Ocidental.
Verdun (71000) x Transurb (72000) x Saens Peña (71500) - a cisão de uma das maiores empresas do Rio se deu em 1996, após a entrada do grupo Jacob Barata no controle acionário. Desta forma, três empresas surgiram: a nova Verdun, com o setor da Água Santa, a Saens Peña, com as linhas do Centro, Tijuca e Zona Sul, e a Transurb, mais espalhada que as outras duas. No começo, a renovação das três era semelhante, hoje em dia cada uma faz suas compras de acordo com a demanda das linhas operadas;
Pégaso (87000) x Oeste (87500) - a Oeste, à época de sua criação em 1995, podia ser considerada como o setor urbano via Av. Brasil da Pégaso. A empresa-mãe ficou com uma frota interessante: apenas 25 carros urbanos e mais de 100 rodoviários. Em 2003, a Pégaso saiu do grupo Jacob Barata, sendo seguida pela Oeste dois anos depois.
Como destaques, os carros rodoviários de três empresas: Redentor, Verdun e Pégaso.
As fotos não creditadas podem ser vistas no site www.ciadeonibus.com
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| Wednesday, 20-Feb-2008 16:23 |
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Pasta 14 - Serviços especiais: os canarinhos
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Em fevereiro de 1994, a SMTU publica novos padrões técnicos para o transporte municipal. As consequências imediatas foram bastante visíveis: o início das capelas auxiliares de vista (laterais, traseiras e frontais), a mudança da posição da roleta e a abolição do curral, juntamente com a numeração grande e o chamado "crachá". Desta forma, os veículos com motor dianteiro passaram a ser denominados Urbano Rio I, enquanto os com suspensão a ar e motor traseiro ou central, Urbano Rio II.
A reboque destas mudanças, foi implantado um novo serviço, o dos corredores expressos da Zona Oeste (faixa seletiva da Avenida Brasil) e o da Zona Sul (Centro x Leblon, com faixas exclusivas entre Copacabana e o Leblon). Os ônibus foram especialmente pintados de amarelo com branco (os canarinhos) para facilitar a identificação e a fiscalização, devendo ter - ao menos em tese - comprimento de 13,20 metros e potência acima de 200 hp.
Para atender a este critério, foram realizadas várias compras específicas: enquanto a Campo Grande recebeu F113 (Urbanus, GLS e Alpha), a Verdun escolheu o B58 (GLS) , e a Pégaso, juntamente com a Oriental, o chassi O400UP (GLS). A Oeste chegou a ter também Torino GV F113, na S15, enquanto a Campo Grande sempre recebia alguns carros canarinhos, mas na configuração normal (Cidade I/II 1721, Urbanuss 1721/16-210).
Várias empresas participaram dos corredores: Campo Grande, Pégaso (depois Oeste), Oriental, Verdun (depois Saens Peña) e a Real. Com o tempo, o sistema foi caindo em desuso, e os ônibus, repintados para as cores das empresas. A exceção foi a Real, que passou a repintar toda sua frota para o canarinho a partir de 1999.
Em destaque, um dos Torino 15-180 da Real, na pintura amarela.
Linhas participantes em 1994:
121 - Central x Copacabana (Real, 26 carros)
123 - Praça Mauá x Jd. de Alah (Real, 19 carros)
125 - Central x General Osório (Verdun, 31 carros)
132 - Central x Leblon (Real, 10 carros)
388 - São Francisco x Santa Cruz (Pégaso, 15 carros)
392 - Tiradentes x Bangu (Campo Grande, 23 carros)
393 - Castelo x Bangu (Campo Grande, 36 carros)
397 - São Francisco x Campo Grande (Oriental, 33 carros)
398 - São Francisco x Campo Grande (Oriental, 33 carros)
399 - Tiradentes x Santa Cruz (Pégaso, 17 carros)
Serviços vinculados, operados apenas no horário de pico:
S13 - Lavradio x Bangu (Campo Grande, vinculada à 392, 09 carros)
S14 - Lavradio x Campo Grande (Oriental, vinculada à 398, 10 carros)
S15 - Lavradio x Santa Cruz (Pégaso, vinculada à 388, 08 carros).
Fonte: Decreto 12713, de 01/03/1994
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| Friday, 15-Feb-2008 12:00 |
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Pasta 13 - Petrópolis - Progresso (RJ 191)
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191.040 - Vissta LO K310
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19124 (191.026) - Torino G6 1417
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10170 (191.057) - Urbanuss 1417
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Mais uma empresa de Petrópolis.
A Progresso, embora não tenha sede na cidade (atualmente se localiza em Três Rios, no Centro-Sul), opera várias linhas rodoviárias, semi-urbanas e urbanas na cidade: Areal (MP75), Três Rios (rodoviária), São José do Vale do Rio Preto (S124 e a semi-urbana, com rodoviários OF) e a Três Rios x Posse (MP73) além de vários outros itinerários para cidades localizadas ao longo da BR-393. Embora não seja uma empresa muito grande, ela se destaca por ser uma das poucas que cresceram sem ter linhas rodoviárias para a capital: sua operação é maciçamente voltada para o interior.
Outra curiosidade é a numeração interna dos ônibus, segundo o esquema ABCDE, onde:
A - tipo de ônibus (1 = urbano, 2 = rodoviário sem ar, 3 = rodoviário com ar, 4 = micro)
B - último dígito do ano do ônibus
CDE - sequencial.
Em destaque, foto de um JB 340 da empresa, em turismo para o Rio. O carro ostenta o layout antigo.
http://www.viacaoprogresso.com.br/
http://www.ciadeonibus.com/
Obrigado pela visita!
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| Saturday, 9-Feb-2008 12:00 |
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Pasta 12 - Macaé
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O município de Macaé é um dos mais importantes do interior do estado. Parte do Norte fluminense, seu crescimento recente se deve, entre outros motivos, à renda obtida com a exploração petrolífera em sua costa.
Em termos de transporte, o município é atendido por diversas empresas, como a Util, a Itapemirim, a Águia Branca, a Macabu e a Líder. O grupo 1001 tem uma base forte ali, com a empresa-mãe (linhas rodoviárias para várias cidades do Rio) e a Macaense (linhas para o Rio, Nova Iguaçu, Niterói e municípios vizinhos).
Destacando: um dos Urbanuss 1721 da São Cristóvão (RJ 151, linhas para Quissamã e Carapebus, entre outros), ex-Erig, um dos Cidade II da Macaense na chuva, e um Senior G7 da 1001, fazendo fretamento para a Petrobras.
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| Friday, 1-Feb-2008 04:00 |
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Pasta 11 - Integrações do Metrô: histórico
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Integração Metrô-Ônibus da CTC
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27127 - Carolina V 814
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Folder de lançamento do Centro Rio, em 1991
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As integrações entre as linhas de ônibus e o Metrô são antigas, mas só caíram no gosto do público recentemente. Alguns tipos específicos são:
Integração Metrô-Ônibus - era primordialmente operado pela estatal CTC, com a participação de algumas empresas privadas (Paranapuan e Ideal nas linhas de Maria da Graça, Tijuquinha na M41 - Estácio x Usina). As linhas rodavam com ônibus padronizados, como na foto, e abrangiam várias partes da cidade: Tijuca, Lins, Grajaú, Botafogo, Leblon, Copacabana e Del Castilho, entre outros bairros. O sistema foi sendo desmantelado com o tempo, e o único resquício sobrevivente são as linhas M92 (Ideal) e M93 (Paranapuan);
Integração Municipal - certas estações metroviárias tinham integrações com as linhas regulares: Estácio (229, 239, entre outras) e Vicente de Carvalho (inaugurada em 1996) são exemplos. As abelhinhas foram criadas com este intuito, além de servirem como circulares entre os bairros de Vicente de Carvalho, Irajá, Vista Alegre, Vila da Penha, Cordovil e Vila Kosmos. Atualmente, esta modalidade foi extinta, com as linhas regulares operando normalmente;
Centro Rio - era um tipo bastante particular de integração, se encaixando também na categoria de micro seletivo (Rio Orla, Urca, Barrinhas). A linha ligava o Aeroporto Santos Dumont à Praça Mauá, com integração na Cinelândia. Iniciou-se em 1991, indo pelo menos até o fim de 1994;
Metrô na Superfície - como o nome indica, não se trata exatamente de uma integração, mas sim de uma extensão do serviço metroviário: os cobradores são funcionários do Metrô, e os ônibus só páram em pontos pré-determinados. Há três ramais: o que liga Botafogo a Gávea, via São Clemente e Jardim Botânico, e dois partindo da Siqueira Campos (Gávea via Ipanema e Leblon, Barra da Tijuca). Várias empresas operam nesta modalidade, como a Real, a São Silvestre, a Vila Isabel, a Redentor e a Amigos Unidos;
Metrônibus - sem dúvida, o mais comum. Instituído em 2004, levava o nome de Expresso Metrô, rodando apenas entre a Tijuca e o entorno. Atualmente, está bastante diverso, tanto nas áreas operadas (zonas Norte, Sul, Centro e Ilha do Fundão) quanto nos ônibus utilizados (convencionais de 12 metros, micros e micrões), todos com ar-condicionado;
Integração Intermunicipal - esta modalidade tem como estação de integração a da Pavuna, sendo iniciada a partir de 1998. As linhas integradas, inicialmente, rodavam com frota semelhante entre si (ônibus com ar, suspensão pneumática, câmbio automático e motor traseiro), mas foram perdendo tal característica com o tempo. Municípios como Nilópolis, Mesquita e Nova Iguaçu são atendidos, e várias empresas fazem o serviço: Vila Rica (RJ 206), São José (RJ 200), Master (RJ 159) e Trans1000 (RJ 148).
Em destaque, fotos da linha PAN 07 (Siqueira Campos x Alvorada) e do Micruss da Saens Peña, em teste.
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| Friday, 1-Feb-2008 03:31 |
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Pasta 10 - Integrações do Metrô: Três Amigos
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Esta semana, foi inaugurada a primeira integração Metrônibus no Méier: trata-se da 638A (parcial da 638), ligando a estação de São Francisco Xavier ao bairro. A linha passa por bairros como o Engenho Novo, Grajaú, Vila Isabel e Tijuca.
A princípio, os ônibus rodarão com intervalos de oito minutos, sendo uma opção para a ligação entre o Méier e bairros mais distantes, especialmente os da Zona Sul. Por cobrar a tarifa modal (2,10) para quem não irá utilizar o metrô, espera-se também que ela catalise uma demanda local, atraída pela rapidez e pela presença do ar-condicionado.
A Três Amigos, operadora da linha, adquiriu Mascarello GranMidi 1418, micrões, para o serviço. As fotos estão abaixo.
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| Thursday, 31-Jan-2008 02:10 |
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Pasta 09 - Acari x Verdun x Uruguai x Glória
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Glória (37XXX) operando a 455, no fim dos anos 60/ início dos 70
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SanRemo da Uruguai, com a vista 665 (Inhaúma x Benfica)
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Acari na 455, provavelmente após 1970
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Há algum tempo, a Acari e a Verdun vêm brigando judicialmente por conta da linha 457, suposta concorrente da 455. No entanto, a relação entre elas é mais antiga e interessante, tanto pelas coincidências quanto pelas empresas envolvidas.
A história começa há mais de 40 anos, com a Viação Glória. Sem qualquer relação com sua homônima iguaçuana, ela era uma das empresas do grupo Jacob Barata, operando a então 133 (Méier x Forte de Copacabana), atual 455. Na década de 60, adquire as linhas 238 e 239, então Eng. de Dentro x Praça XV.
No início dos anos 70, a Acari, então uma empresa com atuação em Quintino, no Méier e na Pavuna, recebe a 455 de sua co-irmã. Posteriormente, a Glória acabará, repassando suas linhas para a CTC emergencialmente.
Após um tempo, a Acari muda sua área de operação, vendendo a 299 (Castelo x Acari/ Cavalcante) para a Uruguai. A empresa, que rodava outras linhas como a 125, também operará a 456, que por sua vez era da Acari e eventualmente será repassada à Verdun, sua coligada.
A relação entre a Glória e a Verdun é particularmente interessante: a Verdun, após a cisão de 1996, se transformou na Glória ressuscitada, com as mesmas linhas (238, 239 e 455, exceto a 247) e o mesmo sócio, Jacob Barata. Este, por sua vez, tinha participação na Acari, deixando-a em 1996 também.
As linhas da zona sul, atual foco de discórdia, foram da Verdun até o fim dos anos 80, quando ela vende a 456 para a Mosa e esta a devolve para a Acari.
Em resumo: três empresas (Acari, Verdun e Glória) foram do mesmo dono, em épocas distintas. Operaram a mesma linha (455) e a subsidiária de uma delas (Uruguai, da Verdun) chegou a assumir uma outra linha em comum (a 299, da Acari).
www.ciadeonibus.com
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| Wednesday, 30-Jan-2008 18:04 |
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Pasta 08 - Petrópolis - Cascatinha
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5052 - Torino GV 1318 (micrão)
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5054 - Piá I 8-140 (encurtado)
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5009 - Alpha 1721 (encurtado)
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Continuando com as fotos de Petrópolis. A Cascatinha (registro 5XXX) era a Petrópolis filial, tendo numeração, frota, pintura e área de operação distintas em relação à Petrópolis matriz. Recentemente, ela adotou o layout da Petro Ita com tons de azul, e sua frota chama atenção pela quantidade de carros encurtados, adequados às características de suas linhas.
Em destaque, uma das novas compras da empresa: Senior LO 915, com cobrador e entrada pela porta traseira. Agradeço aos amigos que vêm comentando e especialmente aos amigos de Petrópolis, por me ajudarem a entender o sistema da cidade.
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| Monday, 21-Jan-2008 14:00 |
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Pasta 07 - Grupo Rio Ita
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O grupo urbano capitaneado pela Rio Ita é o mais importante do Leste Fluminense (Niterói e adjacências). Sua principal empresa começou fazendo a linha Rio x Itaperuna, passando por Muriaé, nos anos 50. Nos anos 80, houve uma troca de operações entre a Rio Ita e a 1001: esta assumiu o setor rodoviário do Noroeste, enquanto a Rio Ita pegou as linhas urbanas do Leste (Niterói x Alcântara, Marambaia, Venda das Pedras, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito, etc).
Atualmente, o grupo é composto por seis empresas: a Rio Ita, a Fagundes, a Rio Minho, a Rio de Janeiro, a Tanguá e a Maravilha. Outras viações passaram pelo grupo, como a Garcia (Niterói) e a Cachoeirense (Cachoeiras de Macacu).
As fotos são:
Rio de Janeiro - Torino LN 1618 (1993) - a Rio de Janeiro não remete à Cidade Maravilhosa, mas sim ao antigo estado: ela liga a antiga capital, Niterói, aos municípios de fundo de baía, via Contorno. Seus carros mais numerosos são os LN 1993, e os mais novos, os GV 1998 (excetuando o Mega 2002). Já operou a MB16 (Cachoeiras x Caxias), em pool com a Cachoeirense;
Rio Ita - Torino GV 1620 (1996) - toda linha da empresa teve, tem ou terá algum GV. Este modelo é muito numeroso na frota da Rio Ita, tendo sido adquirido entre 1995 e 1998. Hoje em dia, eles começam a sair das linhas mais relevantes, aparecendo em outras menos cotadas: uma delas é a 124A (Niterói x Itaboraí via Porto das Caixas);
Rio Minho - Ideale 1722 (2007) - a empresa é responsável pelas ligações entre o Leste Fluminense e a Baixada, via Av. Brasil ou via Contorno (511Q - Niterói x Piabetá).
A pintura é remanescente do grupo Constantino, sendo também utilizada, com outros tons, na Auto Diesel. Atualmente, ela expande progressivamente seu serviço rodoviário, limitando o uso de carros urbanos. Chegou a operar a 022 (Niterói x Praça XV) e a 998 (Charitas x Galeão);
Fagundes - Torino LN 1618 (1993) - Atualmente uma das empresas mais importantes do grupo, a Fagundes era uma companhia local até 2001. Cresceu com o repasse de linhas importantes, como a Alcântara x Niterói (484M) e a Alcântara x Castelo (521D). Recentemente, assumiu as linhas intermunicipais da Santa Izabel;
Cachoeirense - Vitória 1318 (1992) - a Cachoeirense era uma das empresas locais da Rio Ita. Operava linhas para Magé (MB15), Posto Fiscal (seção, a 576I), Caxias (MB16) e Itaboraí (MB70, absorvida pela Rio Ita). Usava uma pintura semelhante à da empresa-mãe, até que foi comprada pela Magemirim. Ambas foram extintas e suas linhas repassadas para a Reginas;
Rio Ita - Torino GV B58 (1998) - do segundo semestre do ano, os Torino Volvo foram a última aquisição de veículos pesados. Divididos entre B58 e B10M, eram fáceis de ser vistos em muitas linhas de Itaboraí: 565 (Venda x Praça XV), 568 (Venda x Niterói), 757M (Alcântara x Venda) e outros. Os B10M foram para a Fagundes, e parte dos B58 restantes foi remanejada para a MB70;
Garcia - Urbanuss 1417 (1998) - a passagem da Garcia pelo grupo foi rápida, mas importante. Nela, a empresa recebeu carros (Padron Rio) e linhas do setor Niterói da Rio Ita: a antiga 999 (atual 709D, Charitas x Castelo) e a antiga 765D (atual 565D, Santa Rosa x Passeio). As outras linhas do setor foram vendidas (a 022, para a Mauá, e a Charitas x Gávea, para a 1001), assim como a Garcia, em 1997;
Tanguá - Senior G4 812 (1992) - a Tanguá é o braço municipal do grupo, operando linhas dela própria, da antiga Rio Ita (SG 56) e da Fagundes (SG 52). Sua frota mescla micros (Volare, Thunder, Senior) com carros grandes (Torino, Mega), e nesta foto podemos ver um dos carros mais antigos da frota municipal de São Gonçalo.
Rio Ita - Viale 17-230 EOD (2007) - um dos símbolos da nova Rio Ita, é a primeira aquisição de veículos convencionais após 9 anos. Inauguraram a pintura nova e renovaram boa parte das linhas do setor SG (403M, 515M, 516M). Têm padrão intercity, com poltronas reclináveis.
Em destaque: um dos 30 Viale com ar da Fagundes, efetivos da 484M, além do Torino G7 sem ar da empresa e do Volare repintado da Rio Ita.
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| Sunday, 20-Jan-2008 05:35 |
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Pasta 06 - Petrópolis - Trel, Anatur, Machado e Luxor
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Thunder+ da Trel na Serra Velha
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103.132 - Urbanus 1318
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162.059 - Torino GV 1620
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A Serra Velha de Petrópolis, ou Serra da Estrela, é parte importante da história do Rio. Integrante do Caminho Real - ligação entre o Rio e Ouro Preto -, ela foi palco da construção da primeira ferrovia do Brasil, em seu sopé: um trecho de 14 km, dali até a Guia de Pacobaíba, na região da Baía.
Com o tempo, foram criadas as linhas de ônibus urbanos, ligando bairros de Duque de Caxias e Magé a Petrópolis. A Viação Estrela foi a primeira operadora: como chegou a ter RJ, presume-se que a Luxor a comprou no fim dos anos 70 ou na década de 80.
A Luxor, grande empresa que operava em diversas regiões da Baixada, foi a mais duradoura e lembrada operadora deste setor, encerrando suas atividades com o mesmo. Durante um período de crises administrativas, chegou a repassá-lo para sua coligada Anatur, retomadas com o fim desta.
Há cerca de 6 ou 7 anos, a Luxor acaba de vez. Desta forma, as linhas da Serra da Estrela são operadas muito rapidamente pela Reginas, que as revende para a Machado. Como curiosidade, vale destacar que ela operava os itinerários com os ônibus dela e alguns outros com as cores e a numeração da Luxor. No fim de 2005, a Transturismo Rei Ltda. (Trel), que já havia recomprado muitas linhas da Luxor, arrematou o setor serrano.
Em destaque, um dos Fratello VW da Luxor, adquiridos em 2000/2001. Foram a última compra da empresa, operando as linhas Piabetá x Petrópolis e a Saracuruna x Petrópolis (412N).
Linhas oficiais, segundo o Detro:
100N - Petrópolis x Magé
410N - Petrópolis x Praia do Anil
411N - Petrópolis x Imbariê
412N - Petrópolis x Saracuruna
413N - Petrópolis x Nova Campina
704N - Raiz da Serra x Praia do Anil (parcial extinta)
Piabetá x Petrópolis (parcial)
Todas as linhas páram no Alto da Serra, antes do Centro de Petrópolis.
Visitem: www.ciadeonibus.com
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