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| Sunday, 20-Apr-2008 22:36 |
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Pasta 25 - Alpha
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A Alpha é uma empresa tradicional no transporte carioca. Sua fundação já conta mais de 40 anos, sendo realizada ainda na época das lotações.
Sua área de atuação não mudou muito ao longo de sua história, fato raro nas empresas do Rio: ela sempre atendeu a Grande Tijuca (Usina, Saens Peña, Estácio) e a Zona Sul (Copacabana, Ipanema, Leblon). No decorrer do tempo, a empresa começou a atuar na área do Rio Comprido, com linhas como a 401 e a 404, no eixo Botafogo x Humaitá x Jd. Botânico (410, vendida para a Verdun nos anos 70) e na ligação Centro x Zona Sul (132, vendida para a Real nos anos 80). Como curiosidade vale destacar a operação da 416 (Usina x Forte, CTC), conseguida através da linha-espelho 426 (Usina x Copacabana).
Atualmente sua frota se destaca pelo intenso uso de micros e micrões com ar-condicionado. Aliados ao constante aumento de frota - entre 2003 e 2007, foram acrescentados 30 carros ao quantitativo total - esta forma de operação contribuiu para a queda na quantidade de kombis na área do Rio Comprido (201, 401, 404).
Em destaque, três gerações de micros: a primeira, com um dos Carolina V 95 do Lagoa Orla (o outro era o 48148, da S505), a seguinte com um Senior 2003 de ar embaixo, e finalmente um dos novos Senior G7 na 401.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Friday, 18-Apr-2008 01:42 |
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Pasta 24 - Verdun (Viale com rodas de alumínio)
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Enquanto faço a pasta do fim-de-semana, uma foto de Viale da Verdun com rodas de alumínio, rodando na 455.
Comentem aí, vou respondendo assim que tiver uma folga!
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| Sunday, 13-Apr-2008 23:44 |
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Pasta 23 - Carrocerias: Padron Alvorada
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108.303 - Alvorada III O371UP
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210.008 - Alvorada III 1318 (?)
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01.193 - Alvorada III O371UP
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Pasta sobre uma carroceria famosa em sua época. Embora não gostasse muito de Ciferal, é necessário reconhecer o sucesso que o Padron Alvorada fez.
Seu início remonta ao Projeto Padron, iniciado no meio dos anos 70. À época começou-se a avaliar as condições transporte nas grandes metrópoles brasileiras, ressaltando a responsabilidade do material rodante no precário sistema de então. Desta forma, o GEIPOT (Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes), junto a vários outros órgãos (Ministério dos Transportes, IPEA, Finep, EBTU), procurou definir padrões a serem seguidos para os ônibus. Alguns eram: motor traseiro ou central commais de 200 hp, maior área envidraçada e suspensão pneumática.
As várias encarroçadoras apresentaram seus protótipos. O da Ciferal deu origem ao Amazonas, podendo ser considerado o "pai" do Alvorada. A paulistana CMTC teve várias unidades do modelo.
No Rio, a história começa com o Padron Briza Volvo, de 1983. Uma homenagem ao governador fluminense da época, o modelo foi adquirido pela estatal CTC, que o colocou em linhas como a 261.
O descendente direto desta linha temporal é o Padron Alvorada. Lançado em 1985 (?), ele podia ser encarroçado em praticamente toda configuração de chassis: traseiro, central, dianteiro, Volvo, Scania e MBB. No Rio o modelo fez sucesso especialmente na versão OF, embora alguns Scania e Volvo (como os da Rio Ita) marcassem época.
Foram três modelos: o primeiro, com apenas dois faróis dianteiros, o segundo (Alvorada '87), adquirido por empresas como Lourdes e Vila Isabel, e o último, fabricado de 1989 a 1991 e com estilo mais quadrado. A última empresa carioca a tirar os Alvorada foi a São Silvestre: até o meio de 1999, eles ainda rodavam nas linhas circulares da Zona Sul - 511/2/69/70.
Em destaque, alguns Alvorada na configuração padron: 1001 e Ingá (O371UP), Rio Ita e Amigos Unidos (B58). Como brinde, um Briza da CTC.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
Agradeço ao amigo Fernando Scofano e ao site Railbuss (www.railbuss.com), pelo histórico sobre o Alvorada e o Projeto Padron.
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| Friday, 4-Apr-2008 02:46 |
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Pasta 22 - Macaense (RJ 150)
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Enquanto pesquiso para montar o post sobre o Padron Alvorada, vai uma pasta sobre a Macaense, empresa que uso quando estou de férias (linhas Macaé x Unamar e Macaé x Cabo Frio).
Como o nome indica, sua cidade de origem é Macaé, de onde opera numerosas linhas em vários âmbitos: municipal (sistema integrado Mactran), suburbano (cidades nos eixos BR101 e RJ106) e rodoviário (Rio, Nova Iguaçu, Niterói). Para este ano, espera-se uma renovação de frota, de forma a rejuvenescer o setor intermunicipal.
Em destaque, as três principais pinturas da empresa: a amarela, a padrão Elegance (adotada de 1999 a 2003) e a atual, instituída com a compra pelo grupo JCA. Ainda há o padrão municipal, semelhante à pintura mais recente.
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| Wednesday, 26-Mar-2008 02:11 |
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Pasta 21 - Os frescões da Matias
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O serviço rodoviário da Matias é uma referência para os moradores do Grande Méier. Ao longo dos tempos, ele foi responsável por transportar os frequentadores da região para o Centro de forma mais confortável e rápida que as linhas convencionais.
A história começa em meados dos anos 70 (1974 ou 75). Nesta época, foi inaugurada a Castelo x Eng. de Dentro, operante com Metropolitana Ipanema com ar, vidros colados e motor traseiro. Pouco tempo depois, vieram a Castelo x Encantado e a Castelo x Campo dos Afonsos, esta assumida da Acari.
Na década seguinte, eram operadas as linhas Castelo x Eng. de Dentro e Castelo x Água Santa via Lins, respectivamente 2051 e 2052. O critério de numeração havia mudado: antes era ASXX, com os números fazendo referência às áreas de atuação, e neste momento a lógica passa a sersemelhante à atual (1XXX são linhas sem ar e as 2XXX possuem a comodidade). Entre 1981 e 1982 as duas linhas são extintas, antevendo a crise do sistema seletivo e da própria economia que tomaria corpo na década perdida.
O eixo da Dias da Cruz só voltou a ter linhas especiais uma década depois, com o advento do ônibus executivo (rodoviário sem ar). A Matias reinicia a operação da Castelo x Eng. de Dentro, agora como 1051, usando 10 Viaggio G4. Em 1992, volta a Água Santa via Lins (1052) e a frota é aumentada para 12 carros.
Três anos depois, o ar-condicionado é reintroduzido na frota rodoviária, com 6 Viaggio GV (15 a 20). Por conta da boa receptividade, a empresa compra mais ônibus com o aparelho em 1996 (5 Viaggio GV, de 01 a 05) e 23 Senior GV em 1997 (06 a 14, 21 a 34). Desta forma, as linhas terminam 1997 com um total de 34 carros.
Em 2000, uma mudança: todos os Senior GV são vendidos e são comprados 10 Viale 1628 para repô-los. Numerados de 21 a 30, inicialmente rodavam na Castelo x Água Santa via Dias da Cruz, mas rapidamente foram remanejados para a 232. No entanto, a operação urbana nas linhas ainda era aprovada, pois houve a aquisição de Viale 1721 refrigerados em 2002.
Há cinco anos, houve a última renovação do setor: 10 Viaggio G6 1721, substituindo os Cidade II de mesmo chassi. Com a saída dos 1628 em outubro, os 11 Viaggio GV também foram vendidos, reduzindo a frota da 1051 de 21 para 10 ônibus.
Atualmente, o serviço custa 6 reais. Embora os ônibus adotados sejam adequados para os horários de maior movimento, há algumas reclamações em relação aos intervalos e à tarifa.
Em destaque, o Marcopolo III na pintura Doriana (margaridas) e o Viale 1628 na 1052.
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Visite: http://br.geocities.com/row701/capa.htm
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| Friday, 21-Mar-2008 21:45 |
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Pasta 20 - Linhas 661 e 662
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O Méier, entre muitas linhas que começaram e terminaram, sempre contou com o serviço de uma dupla bem conhecida: a 661/662, ligando o bairro a Maria da Graça via Miguel Ângelo (661) ou via Del Castilho (662). Elas são antigas, pois na década de 60 já aparecem como linhas de ônibus. Possivelmente antes eram operadas por lotações.
A dupla era operada pela Viação Maria da Graça (34500), com 12 carros no total. Em 1969, a Caprichosa a adquire para conseguir atender à exigência de frota mínima.
Embora a dupla sempre fosse distante da área de atuação da Caprichosa (Irajá, Penha, Parada de Lucas e Madureira, entre outros bairros), a empresa sempre as tratou adequadamente. A frota era relativamente nova, a operação regular, e os ônibus só andavam cheios, até pela demanda gerada a partir do centro comercial do Méier.
Com o passar do tempo e com o esvaziamento do Méier, as duas se enfraqueceram e começaram a rodar com micros em 1999. Nos dois anos seguintes, boa parte de seus carros foi trocada por Senior G6, rodando junto com os Senior GV (97 a 99). A irmã S036 (Méier x Cachambi) também foi micronizada.
Neste ano, a Caprichosa passou a ser administrada pela Santo Antônio (Duque de Caxias). Como medida operacional, suas linhas do Méier foram vendidas para a Lourdes, que as opera com 12 micros (Senior G6, G7 e Thunder+).
Em destaque, dois carros das linhas no ponto final do Méier.
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| Sunday, 16-Mar-2008 03:48 |
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Pasta 19 - As cisões das empresas (parte 3)
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Fechando a série com as intermunicipais. Provalvemente estarão faltando dados, quem quiser pode completar:
Reginas (RJ 110) x Fábios (RJ 154) - há cerca de 25 anos, a Reginas se dividiu, dando origem à Fábios, que assumiu linhas como a Caxias x Del Castilho (atual Caxias x Pilares) e a Caxias x Praça da Bandeira (atual Caxias x Saens Peña). As duas empresas se expandiram, mas em direções diferentes: a mãe começou a operar nos municípios do entorno da Baía (Magé, Guapi) e em Macacu, enquanto a filha adquiriu um pedaço da Mosa para fundar a Erig, a AOVC (RJ 104) e ficou com a Caxias x Penha;
Transa (RJ 148) x Trans1000 (RJ 148) - nos anos 70 e início dos 80, a Transa era uma grande empresa: operava linhas da Baixada para o Rio e o transporte municipal de Três Rios. A Trans1000 surgiu nesta época, assumindo da empresa-mãe o setor de Deodoro e Anchieta. Com a crise dos anos 80, a filha foi encampando diversas outras empresas (Novo Horizonte, Paradise) e crescendo, enquanto a mãe se limitou ao Centro-Sul. Após a emancipação de Levy Gasparian, parte de suas linhas se tornou intermunicipal e a Transa voltou a usar RJ, agora 164;
Eval (RJ 131) x Costa Verde (RJ 217) - a Empresa de Viação Angrense tinha uma área de operação bastante grande: os municípios da atual Costa Verde (Angra, Mangaratiba, Paraty) e parte da Baixada (linhas urbanas para Cabuçu, Itaguaí, Seropédica e Queimados). Nos anos 80, seu setor urbano foi para a Real Rio e para a Trans1000 (Queimados), e em 1997 a Costa Verde assumiu suas operações rodoviárias. Nos dias de hoje a empresa roda no ramo de turismo e fretamento;
Ponte Coberta (RJ 190) x Real Rio (RJ 133) - ao contrário de hoje, a Ponte Coberta não se limitava apenas à área da Estrada de Madureira e aos bairros da antiga Rio-SP (BR465): linhas como Campo Grande x Ilha da Madeira, Campo Grande x Praça Castilho e Itaguaí x Cacaria eram dela também. A Real Rio acabou pegando parte das linhas da PC, formando seu quadro de rotas com outras assumidas da Eval (Baixada x Centro) e pelo menos uma da Pedro Antônio (a extinta MP71, Paracambi x Fontes);
AOVC (RJ 104) x Machado (RJ 162) - também nos anos 80, a Machado foi criada com parte da frota e das linhas da Auto Ônibus Vera Cruz. Atualmente a empresa-mãe mantém relações com o grupo Fábios, enquanto a filha é independente.
Em destaque, um Vitória F113 da Trans1000, na Nilópolis x Praça Mauá (atual Nilópolis x Passeio) e outro MBB da Real Rio, na Universidade Rural x Central (atual Seropédica x Central). Nota-se as pinturas semelhantes, mudando apenas as cores.
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| Tuesday, 11-Mar-2008 05:21 |
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Pasta 18 - Carrocerias: Torino GV
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Uma das carrocerias urbanas mais lembradas pelos conhecedores e estudiosos de ônibus é o Torino GV. A primeira charada é relativa ao nome: o modelo GV não é o quinto da família Torino, como pode parecer, mas sim o ônibus urbano da quinta geração da Marcopolo.
Lançado em 1994, obteve imediata aceitação: Verdun, São Silvestre e Pavunense adquiriram o modelo em seu primeiro ano, sendo seguidas por várias outras empresas durante os cinco anos de fabricação. Por sua flexibilidade, podia ser encomendado em quase todos os tipos de configurações, chassis e opcionais.
Embora fosse substituído na metade de 1999, o modelo ainda é muito presente nas frotas do Rio: empresas como Feital, Rio Ita e Oriental os operam em grandes quantidades.
Em destaque: um dos Torino GV 1318 da Pavunense, ainda na pintura antiga e adquridos no fim de 1994, um Torino 16-180 da Expresso Mangaratiba, também no antigo layout e um dos Torino GV da Estrela, adquiridos nos primeiros meses de 1996.
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| Monday, 10-Mar-2008 12:00 |
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Pasta 17 - As cisões das empresas (parte 2)
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Mais algumas cisões bastante famosas aqui no Rio:
Auto Diesel (11000) x Vila Real (11500) x Breda Rio (95000) - a Auto Diesel, na primeira metade dos anos 90, era uma gigante com pés de barro: embora tivesse mais de 340 carros em sua frota, a diversidade de linhas e configurações de ônibus a enfraqueceu. A primeira cisão gerou a Vila Real, no primeiro semestre de 1994, que ficou com as linhas 301, 362, 371, 378, 669, 773, 778, 908 e 941. Junto com as linhas urbanas, as rodoviárias (1045, 1094 e 1095) ficaram com o grupo, passando pela Vila Real, Acari e se fixando na Normandy. Um ano depois, em 1995, a Breda Rio adquire o setor da Leopoldina (484, 485, 497, 498) e compra o restante da Auto Diesel em 1997;
Campo Grande (53500) x Penha Rio (10500) - a Penha Rio é o setor Bonsucesso da Campo Grande. A separação, ocorrida em setembro de 1999, oficializou a setorização, pois os carros e as garagens não eram compartilhados. A nova empresa ficou com as linhas 627, 630 e 680, tendo uma renovação parecida com sua genitora (fato este que mudou recentemente);
Oriental (42000) x Ocidental (43000) - ocorrida em 1994, a cisão da Oriental seguiu a lógica geográfica: esta ficou com o lado oriental da Zona Oeste, enquanto sua filha assumiu o lado ocidental, com algumas exceções. Aparentemente, a Ocidental era a parte do grupo Amigos Unidos na Oriental, em condições delicadas após a desencampação em 1988;
Jabour (86000) x EVA (86500) - a Algarve foi criada em 1997, operando as linhas da Jabour entre Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e Sepetiba. Era uma empresa discreta, saindo da órbita da empresa-mãe em 2005, quando foi vendida para o grupo Breda. Há 5 anos, repassou a S03 (Campo Grande x Sepetiba) para a Pégaso;
Bangu (58500) x Andorinha (59000) - esta é uma cisão diferente das outras: a Andorinha, criada em 1995, volta com o nome da antiga empresa adquirida pela Bangu nos anos 80 (725, 777 e outras). De forma geral, a Bangu ficou com a área de Realengo, enquanto a Andorinha assumiu as linhas de Bangu. Atualmente, a empresa-mãe faz parte do grupo Jacob Barata, enquanto a filha pertence ao grupo Breda.
Em destaque, Oriental (684) e Ocidental (689) juntas, no Terminal do Méier.
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| Monday, 3-Mar-2008 04:13 |
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Pasta 16 - Transportes São Silvestre
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A São Silvestre é uma das empresas mais tradicionais do Rio: sua pintura conta mais de 35 anos sem grandes modificações. Nos filmes dos anos 70 e 80, é fácil ver um ônibus dela passando pelas locações.
Por conta desta tradição, a TSS ficou associada à Zona Sul. Embora tal ligação seja verdadeira, ela deu seus passeios pela Zona Norte: nos anos 60 e 70, a operação das linhas 247 (Camarista Méier x Passeio/circular) e 602 (Camarista Méier x Maracanã) era de sua responsabilidade. Seria interessante, por sinal, ver a 247 com a SS hoje em dia...
Atualmente, a empresa mantém um lado conservador bastante forte em sua frota, já que não foi adotado o micrão em linhas de menor demanda. No entanto, inovações como os serviços de integração com o metrô e os carros refrigerados são diferenciais que valem a pena citar.
Em destaque, algumas fotos da frota variada desta empresa, amada por uns e não tão amada assim por outros, mas bastante particular.
Linhas:
119 - Praça XV x Copacabana (via Rio Sul, Praia do Flamengo, Castelo)
136 - Rodoviária x Copacabana (circular/ via Leopoldina, Central, Praia do Flamengo, São Clemente, Túnel Velho)
154 - Central x Ipanema (via Jd. de Alah, Copacabana, Túnel Velho, Praia do Flamengo, Castelo, Carioca)
180 - Central x Cosme Velho (via Catete, Largo do Machado)
184 - Central x Laranjeiras (via Catete, Largo do Machado)
184 - Central x Laranjeiras (rápido via Santa Bárbara)
406A - Rodoviária x Largo do Machado (via Estácio, Rio Comprido, Rua Alice, Laranjeiras/ integração metrônibus)
503 - Botafogo x Alto Leblon (via Av. Atlântica/ circular)
511 - Urca x Leblon (circular/ via Jóquei)
511A - Urca x Botafogo (circular/ integração metrônibus)
512 - Urca x Leblon (circular/ via Copacabana)
569 - Largo do Machado x Leblon (circular/ via Túnel Rebouças, Copacabana)
570 - Largo do Machado x Leblon (circular/ via Copacabana, Túnel Rebouças)
571 - Glória x Leblon (circular/ via Lapa, Jóquei)
572 - Glória x Leblon (circular/ via Lapa, Copacabana)
573 - Glória x Leblon (circular/ via Jóquei)
574 - Glória x Leblon (circular/ via Copacabana)
583 - Cosme Velho x Leblon (circular/ via Santa Úrsula, Jóquei)
584 - Cosme Velho x Leblon (circular/ via Copacabana, Santa Úrsula)
584A - Largo do Machado x Cosme Velho (circular/ integração metrônibus)
Siqueira Campos x Gávea (Metrô na Superfície)
Botafogo x Gávea (Metrô na Superfície)
Central x Castelo (circular/ integração Trem-Ônibus)
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