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| Saturday, 24-May-2008 17:28 |
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Pasta 34 - Praça da Bandeira em 1976
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Foto para o pessoal das antigas (e das novas também) ver e comentar. Na ordem, um carro da Choupal na 455 (antes de ela se firmar de vez na Verdun), um Doriana da 606 e um carro da Lourdes na 237 (Méier x Rodoviária).
Coleção Marcelo Almirante.
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| Saturday, 24-May-2008 02:11 |
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Pasta 33 - Carrocerias (GLS BUS)
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Em meados dos anos 90 a Ciferal lançava mais um sucesso de vendas, o GLS BUS. Advindo diretamente da linhagem do Padron Rio e do Padron Alvorada, começou a ser adquirido no Rio em 1994, embora haja alguns carros de 1993 e o modelo de teste da Real, datado de 1991.
O modelo pode ser dividido em três versões gerais: o GLS I, fabricado entre 1994 e o final de 1995; o GLS II, feito durante o ano de 1996, e o GLS III, montado basicamente em 1997. Cada modelo teve diferenciações durante o tempo em que foi produzido (caixas de vistas, rebites na carroceria, entre outros detalhes).
Na cidade do Rio, as primeiras empresas a comprarem o modelo foram Matias (linha 249), Real (linha 132) e Amigos Unidos (linha 175). Os da TAU ainda vieram com a padronização de 1991, mas foram repintados depois. Em 1996, a Braso Lisboa e a Litoral Rio estrearam o novo modelo, enquanto a Braso e a Jabour inauguraram a última versão. A Vila Isabel foi a última empresa a receber GLS 0km, nos primeiros meses de 1998.
Fora do Rio, o modelo também marcou presença em empresas como Ingá, Reginas, Macaense, Trans1000 e 1001. A finada Luxor também os teve, com direito a uma configuração mais curta para a Serra da Estrela.
No fim de 1997, o Padron Cidade I (uma mistura de GLS 97 com Padron Rio) substituiu o modelo. No entanto, ainda podemos vê-los firmes e fortes em diversas empresas (Litoral Rio, São Silvestre, Madureira Candelária, entre outras).
Em destaque, três modelos: o primeiro GLS da Amigos Unidos, o GLS 96 VW da 1001 e o GLS 1621 da Braso.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Wednesday, 21-May-2008 17:40 |
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Pasta 32 - Matias (Lins x Praça XV)
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Uma pasta sobre a 232.
Embora hoje em dia seja algo difícil de se imaginar, a Tijuquinha chegou a operar a primeira versão da linha, há cerca de 40 anos. Nos anos 60, as empresas cariocas eram menores, em maior quantidade e sem área de operação definida: enquanto a Tijuca operava no Méier, a Matias operava em Cascadura. O transporte ganhou feições semelhantes às atuais no decorrer dos anos 80 e 90.
A antiga 232 era Passeio x Lins, via Carioca (Senador Dantas) Presidente Vargas e Vila Isabel. A maior diferença se localiza entre o Lins e o Méier, onde ela faz o caminho inverso da atual 232 (enquanto esta percorre o todo o Lins e pára no Méier, a antiga versão pegava a 24 de Maio e a Dias da Cruz, fazendo ponto final próximo ao Marcílio Dias). Por sua vez, quem atendia ao interior do bairro era a 231 (Castelo x Lins), operada pela CTC e extinta, já muito enfraquecida, nos anos 80.
Atualmente a frota da linha gira em torno de 45 carros: provavelmente houve aumento de frota ocasionado pela extinção da 442 (Lins x Urca), parcialmente sobreposta. Por carregar muito, especialmente no trecho Lins x Vila Isabel x Centro, a Matias constantemente colocava as inovações em ônibus urbanos nela. Foi assim com os Viale Scania e MBB com ar e motor traseiro, entre 99 e 2000, e os Viale OF com ar, em 2002. O serviço refrigerado, sucesso de público e crítica, durou até 2006.
Recentemente a linha recebeu alguns Torino 1722, substituindo Vip 2004. A compra em questão é interessante, pois há 10 anos a Matias comprava seu último Torino: um GV 1721, o 25590.
Em destaque, duas gerações de Torino: os primeiros GV 1620, de janeiro de 1996, e os últimos carros.
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| Monday, 19-May-2008 02:44 |
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Pasta 31 - Santa Teresa
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O bairro de Santa Teresa é um símbolo carioca. Localizado entre a Zona Norte, o Centro e a Zona Sul, apresenta um aspecto bucólico e muito procurado pelos turistas.
Se comparado com outras regiões da cidade, o transporte apresenta características peculiares. A topografia de Santa Teresa, ao mesmo tempo em que freou a entrada dos ônibus, manteve a operação por bondes. Até hoje a CTC opera duas linhas para lá: Carioca (Petrobras) x Paula Matos/ Dois Irmãos.
O início dos ônibus no bairro se deu com a estatal, após as chuvas de 1966. Nesta época, foi criado o serviço emergencial 206 (Carioca x Silvestre). Algum tempo depois, a linha 214 (Praça XV x Santa Teresa via Paula Matos) foi criada. Até hoje ambas são as principais linhas do bairro, entre tantas outras que foram e voltaram.
A frota era encurtada, para conseguir passar pelas ruas estreitas de Santa Teresa. Carros como Gabriela II e Metropolitana eram usados nas linhas, posteriormente sendo complementados por micros Ciferal Mikron.
No início dos anos 80 o bairro passa a contar com novas linhas, integradas à rede metroviária: 215 (Glória x Central via Lgo. dos Guimarães), 407 (Lg. Machado x Silvestre), 408 (Dois Irmãos x Estácio) e 406 (Rodoviária x Lg. Machado), que passava pela Rua Alice e Túnel do Rio Comprido. A 213, Castelo x Lg. das Neves via Lapa, passa a rodar também. De forma geral há relativa variedade de rotas para os moradores de Santa Teresa, abrangendo o Centro, suas redondezas e parte da Zona Sul.
Os anos 90 se iniciam com uma mudança radical. A CTC é temporariamente fechada, e as linhas do bairro vão para as mãos da iniciativa privada. A Verdun fica responsável, em parceria com a Amigos Unidos, pelas linhas 206 e 214. 213 e 408 (agora Rodoviária x Silvestre) ficam exclusivamente com a TAU, mas são rapidamente extintas, enquanto a 215 é extinta e a 406 posteriormente fica com a São Silvestre.
A frota das empresas variadas é bastante variada, sendo bem renovada com o tempo: havia desde Torino LN e Amélia encurtado até Dinamus 1620 de 12 metros, efetivo da 206. A partir de 1997 são usados os micros com o layout Santa Teresa (2 Carolina V na 407 e 6 Senior GV na 214), e no ano seguinte são introduzidos os micrões (12 na 206, 6 de cada empresa) e os micros refrigerados (Transurb, Amigos Unidos).
Em 2005 houve a última reviravolta em Santa Teresa: a Amigos Unidos sai do bairro. Com isto, a Transurb assume as partes da Amigos Unidos e a linha de integração 407A, que voltou a ser 407. A 206 Central, via Mem de Sá e Cruz Vermelha, data desta época também.
A 406, após ser operada pelos carros mais velhos da São Silvestre e por alguns micros, é renovada com 13 Senior G6 em 2003. Dois anos depois ela entra para o Metrônibus (integração no Estácio e no Lg. Machado) e sua frota ganha pintura padronizada.
Em destaque, um carro de cada operadora: Cidade I micrão da TAU, Scorpion 92/93 da Verdun, Thunder+ da Transurb na 407, Gabriela I da CTC e Torino LN da São Silvestre.
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| Monday, 12-May-2008 17:15 |
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Pasta 30 - Saens Peña
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A Saens Peña, empresa famosa por sua velocidade recente de renovação, surgiu em 1997, em meio às cisões e reorganizações societárias no transporte carioca. Inicialmente ela operava uma frota de 112 ônibus urbanos, distribuídos em 4 linhas: 125 (canarinho), 217, 409 e 558. Poucos meses depois o setor rodoviário e de turismo foi assumido da empresa-mãe.
As mudanças vieram com o tempo: desativação de itinerários (558, 1042), criação de outros (125 Horto, 217A, 003, 409 Rebouças), inovações na frota (uso de micros e convencionais refrigerados). Atualmente a frota urbana conta com 125 ônibus em 6 linhas (125/125 Horto, 217/217A, 409/409R), mais os 6 Micruss da 003 e alguns Vissta HI para fretamento contínuo e turismo.
Em destaque três gerações de Torino: o LN 71554 (antigo 71154 da 247), o GV 71600 e um dos novos G7 na 409.
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| Saturday, 10-May-2008 13:50 |
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Pasta 29 - Viação Mauá Ltda.
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Dois Viale da Mauá, separados por quase 8 anos.
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| Monday, 5-May-2008 18:10 |
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Pasta 28 - Estrela (linha 653)
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A linha 653 completa a trinca das linhas auxiliares via Dias da Cruz da Estrela. Ao contrário de suas irmãs 651 e 652, ela vai e volta por este lado do Méier.
Sendo Marechal Hermes (Pça. Montese) x Méier circular, ela surgiu entre o fim dos anos 70 e o início dos 80: ela seria uma parcial da finada 269 (Tiradentes x Marechal Hermes), que deu lugar à 391 (Tiradentes x Realengo), operada pela São Ricardo e posteriormente pela Bangu. Cabe ressaltar a criação, ainda nos anos 80, da 383 (Tiradentes x Realengo via Mal. Hermes e Sulacap), depois deslocada para a Intendente Magalhães.
Pelo que me lembre, a 653 sempre recebeu carros novos e grandes. Em 1993, a linha ganhou uma remessa de Vitória 1618 0km (82566, 567, 574, 575, 591, 592 etc.), enquanto a 711 ainda rodava com Scorpion. Mais carros vieram em 1995, como os Vitória 1318 curtos, e em 1997, como os GLS 1318 que renovaram os Vitória.
Em 1998, a 653 Cascadura inicia suas operações com os novos Agilis. Pouco tempo depois a linha original passa a ganhar seus primeiros micros (82654, 655, 661, 662, entre outros). No ano seguinte chegam mais Agilis (663 a 665) e alguns Cidade II 1417.
As últimas renovações com ônibus grandes aconteceram em 2000 e 2001, com os Turquesa 1417. Embora a 260 tenha rodado com esses carros por muito tempo, eles não chegaram para a linha, e sim para as 4 do Méier. A 711 e a 260 só viriam a recebê-los tempos depois.
Recentemente a 653 teve sua frota toda micronizada, primeiro com os Agilis e depois com os atuais Senior. Há poucas semanas a Estrela iniciou testes com micrões (Senior Midi e Spectrum).
Em destaque um carro de cada modelo.
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| Saturday, 3-May-2008 18:35 |
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Pasta 27 - AD, Normandy, Breda e Via Rio (linhas executivas)
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As sucessivas cisões da Auto Diesel, ocorridas nos anos 90, repercutiram em muitas outras empresas e linhas. Um serviço particularmente afetado foi o seletivo rodoviário.
A história começa quando a empresa ainda estava em vias de expansão, nos anos 70. Eram operadas três linhas, todas saindo do Terminal Menezes Cortes: Pavuna, Anchieta e Bento Ribeiro. Os guias da época não detalham itinerário, mas pode-se pensar que tais linhas foram inspiradas nas radiais da empresa (384, 386 e 378). Nos anos 80, aparentemente houve a operação da 2071 (Castelo x Vaz Lobo).
Após temporária desativação das linhas, causada pela crise no mercado dos frescões, a Auto Diesel assume novas rotas nos anos 90: são as linhas 1094 (Castelo x Valqueire) e 1095 (Castelo x Pavuna), além da 386 rodoviária. Posteriormente é criada a 1045 (Passeio x Maria da Graça), espelho da 274. A pintura era copiada da irmã Reunidas Paulista.
Este setor se manteve assim até a primeira cisão em 1994. Com a formação da Vila Real, houve um confuso processo de repasse: a nova empresa assume as linhas com Viaggio G4 ex-Normandy, repassando-as rapidamente para a Acari e a Seletivos. Paralelamente, a 1045 deixa de ir até Maria da Graça e é reformulando, primeiro sendo Castelo x Abolição/ Cascadura via Méier e depois Castelo x Valqueire via Av. Suburbana.
Em 1996, a Normandy entra oficialmente nas linhas em questão, com Viaggio e Paradiso GV. Concomitantemente, a Auto Diesel relança a 386 rodoviária, agora como SE02 e com Viaggio GV 1620 refrigerados.
A compra da Auto Diesel pelo grupo Breda, em 1997, altera este quadro. As linhas 1094 e 1095 são recompradas e a SE02 é transferida para a Breda, que fica com três eixos operacionais (Leopoldina, 261 e as linhas rodoviárias). Há 3 ou 4 anos há o repasse das linhas seletivas para a Via Rio, que posteriormente transforma todos os ônibus urbanos em rodoviários.
Em destaque: Vitória intercity e Viaggio da Auto Diesel, Viaggio da Acari e Normandy e Vicino da Normandy.
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| Friday, 25-Apr-2008 03:28 |
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Pasta 26 - Rubanil, Maduca e Leunam (linhas executivas)
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Contando a história de linhas um pouco obscuras. Quem souber mais detalhes pode complementar ou corrigir.
No início dos anos 90 - 1990 ou 1991 talvez - a Rubanil e a Madureira Candelária lançaram suas linhas executivas (rodoviárias sem ar e tarifação menor). Os itinerários eram:
1077 - Castelo x Madureira (Trevo das Margaridas, Vicente de Carvalho) - Madureira Candelária
1088 - Passeio x Vista Alegre (Bonsucesso, Penha) - Rubanil
1099 - Passeio x Pavuna (Fazenda Botafogo, Costa Barros) - Rubanil
1201 - Passeio x Irajá (Trevo das Margaridas, Vista Alegre) - Rubanil.
Pelo caminho publicado nos guias de ruas, presumo que o serviço seletivo fosse espelho de linhas urbanas: a 1077 seria uma 355 via Av. Meriti, enquanto a 1088 lembra a extinta 347 (Tiradentes x Vista Alegre), a 1099 é irmã da 377 (Pavuna x Praça XV rápida via Costa Barros) e a 1201 tem a ver com a 351.
A frota era variada, indo desde os intercity (Interbus, GLS 95) aos rodoviários propriamente ditos (EB 340 Volvo e MBB, Viaggio G4). Em 1996, a Maduca compra Viaggio GV Volvo com ar, estreando sua nova pintura neste serviço.
No fim do ano o setor rodoviário é separado, virando uma nova empresa: a Leunam. Não sei exatamente quanto tempo a companhia viveu, mas arrisco dizer que foram menos de três anos - no fim de 1999 não me lembro de ver carros dela no Castelo ou na Praça XV.
Em destaque, uma placa que resiste ao tempo: é a inauguração da linha 1201 (Irajá x Passeio).
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| Sunday, 20-Apr-2008 22:36 |
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Pasta 25 - Alpha
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A Alpha é uma empresa tradicional no transporte carioca. Sua fundação já conta mais de 40 anos, sendo realizada ainda na época das lotações.
Sua área de atuação não mudou muito ao longo de sua história, fato raro nas empresas do Rio: ela sempre atendeu a Grande Tijuca (Usina, Saens Peña, Estácio) e a Zona Sul (Copacabana, Ipanema, Leblon). No decorrer do tempo, a empresa começou a atuar na área do Rio Comprido, com linhas como a 401 e a 404, no eixo Botafogo x Humaitá x Jd. Botânico (410, vendida para a Verdun nos anos 70) e na ligação Centro x Zona Sul (132, vendida para a Real nos anos 80). Como curiosidade vale destacar a operação da 416 (Usina x Forte, CTC), conseguida através da linha-espelho 426 (Usina x Copacabana).
Atualmente sua frota se destaca pelo intenso uso de micros e micrões com ar-condicionado. Aliados ao constante aumento de frota - entre 2003 e 2007, foram acrescentados 30 carros ao quantitativo total - esta forma de operação contribuiu para a queda na quantidade de kombis na área do Rio Comprido (201, 401, 404).
Em destaque, três gerações de micros: a primeira, com um dos Carolina V 95 do Lagoa Orla (o outro era o 48148, da S505), a seguinte com um Senior 2003 de ar embaixo, e finalmente um dos novos Senior G7 na 401.
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