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| Sunday, 15-Jun-2008 23:43 |
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Pasta 43 - Castelo em 1967
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Castelo em 1967 (autor desconhecido)
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Terminando as atualizações dessa semana. Achei essa e outras imagens interessantes quando vasculhava a caixa de e-mails, postarei-as com o tempo.
Foto tirada em 1967, possivelmente na Araújo Porto Alegre. Temos, nos primeiros planos, três ônibus: um da Auto Diesel na 378 (ainda via Deodoro), um da São Jorge (46500) na 273 (Castelo x Méier) e outro da Luar (12545) na 298, então Castelo x Coelho Neto. Dessas três empresas, apenas a Auto Diesel resistiu aos dias atuais.
Nota-se um trânsito relativamente intenso na foto, o que pode ser explicado por vários fatores: a infra-estrutura de circulação ainda precária (as grandes obras viárias datam desta época, muitas tendo reflexo na área central) e o próprio aumento no número de carros (explicado pela Guanabara ainda ter um forte funcionalismo público, bem-remunerado) talvez sejam alguns. Por sua vez, o sistema de ônibus passou por muitas mudanças ao longo de 41 anos, mas a base é a mesma.
Sobre a Esplanada do Castelo, cabe ressaltar que ela foi imaginada para ser a sede dos diversos ministérios na época da capital federal, se integrando à Esplanada de Santo Antônio (Carioca) Por isso, parte razoável das atividades do Centro se localizava (e se localiza) na região, o que justifica a criação do Terminal Menezes Cortes nos anos 60. A influência destes fatos no transporte é visível: as linhas especiais, que têm como clientes principais a população que trabalha em escritório (os "engravatados"), se concentram ali.
Por fim, é válido notar o encadeamento de diversas ruas (Assembléia, Carioca, Frei Caneca, Conde de Bonfim, Alto), fazendo um caminho reto até a Barra da Tijuca. Embora poucas linhas tenham este corredor como itinerário principal (a 229 da Tijuquinha e a 239 da Verdun), seria interessante imaginar um itinerário que fizesse todo o percurso.
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| Friday, 13-Jun-2008 18:52 |
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Pasta 42 - Ponte Presidente Costa e Silva (Ponte Rio-Niterói)
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Inauguração da Ponte Presidente Costa e Silva, em 1974
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Visão da Ponte (fonte: site da Ponte S/A)
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54090 - O362
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Visitem este post nos próximos dias, ainda falta colocar algumas fotos.
A Ponte Presidente Costa e Silva (Ponte Rio-Niterói, ou simplesmente Ponte) foi inaugurada em 1974, ligando a Guanabara à capital do então Estado do Rio. A obra, além de ser um marco de engenharia, marcou profundamente a relação entre a cidade do Rio, o território fluminense e o novo estado posteriormente formado.
Antes da Ponte, o Estado do Rio podia ser dividido em duas metades: uma mais ligada à Guanabara, até pelo fácil acesso (Costa Verde, Vale do Paraíba e Petrópolis); e outra (parte da Região Serrana, Norte/Noroeste, Região dos Lagos), muito conectada a Niterói. Tal cisão, além de dificultar o crescimento da Região dos Lagos (perdia-se um tempo enorme dando a volta no Contorno para acessar a RJ106 em Tribobó), refletia-se nas linhas de ônibus: os horários de linhas como Rio x Barra Mansa e Rio x Petrópolis são mais frequentes do que as variantes para Niterói.
Da mesma forma, a Rio Minho era um bom exemplo desse quadro impensável nos dias atuais: a Nova Iguaçu x Magé é descendente direta da antiga Niterói x Nova Iguaçu via Contorno (601 I no Detro), que fazia o único caminho possível em terra firme. Da mesma forma, as atuais linhas da Rio de Janeiro nada mais são do que ligações entre a antiga capital e os municípios periféricos, como Magé.
As primeiras linhas que trafegavam pela Ponte, ainda interestaduais, foram as seguintes:
Alcântara x São Cristóvão - 1001 (atual 721, da Fagundes)
Alcântara x Penha - 1001 (posterior 723D da Rio Ita, gerou a atual 718D da Fagundes)
Venda da Cruz x Bangu - Coesa (atual 424D da Mauá, esticada para Alcântara e Cpo. Grande)
Neves x Vila Isabel - Coesa (atual 423A)
Fonseca x Madureira - Coesa (esticada para Tribobó, posterior 708D da Rio Ita, gerou a atual 719D da Fagundes)
Venda da Cruz x Méier - Expresso Alcântara (esticada para Alcântara, atual 533D da Mauá)
Santa Rosa x Vila Isabel - Leblon (atual 703D da Garcia)
Fonseca x São Cristóvão - Fluminense (atual 725D da Ingá?)
Barreto x São Cristóvão - Leblon (atual 702 da ABC).
Pelo que foi discutido em outras pastas, o transporte para o centro de Niterói deveria ser feito pelas Barcas. Até por isso, a Niterói x Praça XV não é bem-vista pela prefeitura carioca, embora complemente o serviço hidroviário e atenda a outras demandas.
Muitas dessas linhas foram esticadas e alteradas, o que de certa forma mostra a expansão da grande Niterói. Após esse período, diversos outros itinerários foram criados, e o sistema ficou com a configuração atual.
Em destaque, uma foto da viagem presidencial na Ponte e algumas empresas que estrearam as primeiras linhas (Leblon, 1001, Coesa).
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Friday, 13-Jun-2008 03:32 |
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Pasta 41 - Lourdes (linha 679)
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Pasta sobre uma importante linha do Méier, a 679 (Méier x Grotão). Operada pela Lourdes, ela completa o quarteto de ligações entre o bairro e a área da Penha (há ainda a 673, a 676 e a 680. A 675, da CTRio, foi extinta em 2004).
Numa época em que a empresa ainda não estava completamente estabelecida na Leopoldina (entre outras, operou na região da Piedade e, por um tempo, na 296 e na 685, além da 922 na Ilha), a linha do Méier sempre foi um laço forte com esta região. Inicialmente ela fazia ponto final do "outro lado", sendo esticada posteriormente e passando pelo pedaço principal da Dias da Cruz. Tal alteração deu uma demanda significativa à linha, pois só ela ligava os dois lados do bairro e a Dias da Cruz com a Leopoldina.
A alta procura sempre motivou a Lourdes a renová-la: há 15 anos foram os Padron Rio curtos, alguns anos depois a linha recebeu os Torino GV 1318 (curtos também). O padrão de frota começa a melhorar com os S21 1721 em 2000 e atinge o auge com os Viale 1721, poucos meses depois. À época, embora já houvesse o alternativo, era possível ver os ônibus de 12 metros entupidos no meio da tarde.
Com o passar do tempo a linha foi se enfraquecendo, até chegar a ser completamente operada por micros. Embora o tipo de carro não fosse o ideal, a operação da Lourdes melhorou: a frota foi aumentada, permitindo um certo esvaziamento dos ônibus e a volta dos passageiros pagantes. Conforme a demanda exigisse, o perfil da frota ia mudando (o que aconteceu, com a entrada dos Midi e Mega micrões).
Em destaque, um carro de cada pintura: Condor amarelo (layout usado até 1995), Rio 1993 (substituído por GV 1620 em 1997) e um dos novos Mega micrões.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Thursday, 12-Jun-2008 01:41 |
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Pasta 40 - Botafogo em 1981
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Botafogo em 1981
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Um flagra de 1981. A grosso modo, parte do Rio virou um canteiro de obras nas décadas de 70 e 80: muitas das fotos da época apresentam tapumes, operários trabalhando e grandes alterações no fluxo de trânsito.
Desta forma, podemos ver os arredores do Metrô Botafogo e suas integrações. À época, havia duas linhas: M21 (Botafogo x Leblon via Jockey) e M22 (Botafogo x General Osório via Copacabana). Surpreendentemente, vemos carros da Real no serviço de conexão: particularmente pensava que a CTC sempre operasse tais linhas.
A chegada do metrô, se aperfeiçoou a já ampla acessibilidade do bairro e alavancou seu desenvolvimento, também trouxe problemas na ocupação de certas áreas. Até hoje o entorno da estação metroviária é mais desorganizado que o restante do bairro, e vários terrenos permanecem sem uso definido.
Por fim, temos pequenos elementos do cotidiano da época. Nota-se um Fiat 147, carro com aceitação tortuosa pelo mercado consumidor brasileiro mas que tem o mérito de introduzir os automóveis pequenos, e um TL táxi com 4 portas.
Coleção Marcelo Almirante.
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| Monday, 9-Jun-2008 15:38 |
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Pasta 39 - Catete em 1976
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Catete em 1976
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Mais uma do Marcelo Almirante. Essas fotos são muito legais, tanto para quem não viveu a época quanto para quem quer se lembrar do passado.
Temos aqui uma vista do Catete, devastado pelas obras do Metrô nos anos 70. À época algumas partes da cidade foram completamente descaracterizadas por conta deste motivo, como a Praça Saens Peña e o Catete. O impacto foi tanto que estes fortes subcentros não se recuperaram até hoje.
Ainda como curiosidade, várias novelas se passaram nos escombros do Metrô. A cena final de Pecado Capital (1975) foi gravada na Carioca, enquanto Duas Vidas (1976-77), de Janete Clair, enfocava as consequências causadas pela destruição do Catete.
Em relação à foto em si, nela aparece um Vieira da Estrela Azul, apelidado de Alfacinha. Rodava na 434 (Grajaú x Leblon), uma das linhas mais procuradas da época. Cabe ressaltar que a empresa operava apenas o atual setor Zona Sul, sem a 503: a 434, a 435 (Grajaú x Leblon via Santa Bárbara e Cantagalo) e a 464 (Francisco Sá x Leblon). Posteriormente, já nos anos 80, ela adquire a 310 da Forte.
Por fim, um caminhão da Mudanças Gato Preto, figurante acidental em alguns filmes da época.
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| Monday, 9-Jun-2008 15:16 |
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Pasta 38 - Carrocerias: Urbanus
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A primeira atualização da semana. Visitem sempre que puderem, pois adicionarei as fotos nos próximos dias.
O Urbanus foi lançado em 1987, ainda sob a chancela da Nielson. Três anos depois, o Busscar Urbanus é lançado, com pequenas alterações. Algumas empresas compraram o novo modelo (Auto Diesel, Del Rei, Jabour e Pégaso), mas o mercado do Rio sempre mostrou certa fidelidade à Caio, Ciferal e Marcopolo.
O Busscar Urbanus I, por sua vez, durou de 1990 até 1994. Neste ano, foi feita uma pequena reformulação que precedeu o novo Urbanus, em 1995. O modelo ficou um pouco menos quadrado, mas ainda bastante assemelhado às versões anteriores.
Na cidade do Rio, o Urbanus experimentou um certo sucesso entre 1994 e 1997. Além de manter clientes já tradicionais, a marca angariou mais alguns (Vila Real, Ideal e Tijuquinha). O grupo Rubanil é destaque: adquire, entre 1996 e 1998, a carroceria para todas as empresas (América, Rubanil, Tinguá, Caravele e Maduca). Na Região Metropolitana, Santo Antônio, Galo Branco/Estrela e Coesa foram compradoras fiéis do modelo, enquanto a Macaense teve o modelo em várias configurações (L113, F113, 1620).
A linhagem de quase uma década termina em 1998, com o lançamento do Urbanuss. Como acontece frequentemente, o novo modelo conviveu com o antigo: ao mesmo tempo em que chegavam os primeiros Urbanuss 1721 da Santa Sofia, para a 786 (?), a Rubanil recebia seus últimos Urbanus 16-210.
Em destaque: o Nielson Urbanus da Pégaso, em uma foto de catálogo; um Urbanus I intercity da Transalfa (empresa de fretamento pertencente à Esperança); Nielson Autobus 95 da Mauá (equivalente ao pré-Urbanus II) e o filho único da Tijuquinha (Urbanus 1621/97).
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| Sunday, 1-Jun-2008 15:58 |
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Pasta 37 - ABC (RJ 105)
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A ABC é uma das empresas mais tradicionais de São Gonçalo. Junto com sua irmã Icaraí, municipal gonçalense, ela pertence ao grupo Mauá desde o início de 2006.
Embora seu quadro de linhas atualmente seja enxuto (408M, 409M, 702 Barreto e 702 Niterói), a empresa já operou mais linhas, em diversas outras áreas: Santa Rosa x Vila Isabel e Santa Rosa x Estácio (atualmente com a Garcia); Castelo x Pendotiba tarifa (da Normandy) e a Alcântara x Praça Tiradentes, possivelmente uma primeira versão da atual 545D. Havia também linhas municipais em São Gonçalo (a 48, atualmente com a Galo Branco) e o setor de turismo e fretamento.
Cabe ressaltar o fato de as empresas do Leste Fluminense, de forma geral, não terem suas áreas ainda definidas. Enquanto a ABC operava na zona sul de Niterói, a Coesa rodava na zona oeste carioca (Campo Grande x Alcântaria via Água Branca, a atual 424D da Mauá), a Rio Minho e a Rio Ita tinham linhas em Charitas, a 1001 chegou a operar os setores Laranjal e Itaboraí da Rio Ita (além da Fonseca x Madureira, possivelmente a atual Alcântara x Madureira via Lobo Jr. da Fagundes) e a Garcia fazia o trio 444/445/446M, da Galo Branco. Com o tempo, houve uma racionalização: a única empresa urbana com atuação espalhada é a Rio Ita.
Entre os serviços especiais, podem ser citados vários: os Marcopolo III da Niterói x Alcântara e o efêmero Vantagem (Fratello refrigerado), na 702. Um marco importante foi a aquisição de 32 Torino GV 1721 com ar-condicionado, vistas eletrônicas e TV, em 1998, com direito a reportagem no Globo Niterói.
Sua última renovação, embora menos impactante, não deixou de chamar atenção: foi a estréia das vistas eletrônicas brancas, em diversos Viale VW e MBB.
Em destaque: Gabriela II na Metrô Estácio x Santa Rosa (atual 750D), Viaggio G4 da Castelo x Pendotiba e um dos novos Viale.
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| Saturday, 31-May-2008 05:19 |
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Pasta 36 - 239, 410 e 422
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410 - Praça Varnhagen x Antero de Quental (via Jockey)
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239 - Eng. de Dentro x Praça XV (via Passeio e 24 de Maio)
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422 - Grajaú x Cosme Velho
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Três fotos das antigas. Como o foco não está fechado nos ônibus, é interessante notar o ambiente de cada época.
O primeiro registro foi feito em Botafogo, no início dos anos 80. É um SanRemo da Verdun, 71031, na recém-comprada 410 (Praça Varnhagen x Antero de Quental via Jockey). A linha era da Alpha, que a vendeu e deixou de atuar no eixo Botafogo x Humaitá x Jd. Botânico.
A segunda foto é a mais antiga que consegui encontrar da 239, provavelmente pouco depois de seu início nos anos 60. Em seu começo a linha, junto com sua mãe 238, era operada pela Todos os Santos, que a vendeu para a Glória (370XX). Com a falência da empresa, a dupla foi para as mãos da CTC, indo para a Verdun nos anos 80. É curioso ver a falta de pavimentação da rua (em jornais como O Dia, reportagens sobre a precária infra-estrutura dos bairros suburbanos eram frequentes) e o Simca Chambord em primeiro plano.
Por fim, temos um registro da Verdun pré-azul, adotado apenas no fim dos anos 70. A 422 foi uma das primeiras linhas da empresa, assim como uma das mais antigas ainda em atividade no Rio. Como curiosidade, temos um carro da Mosa passeando na Glória (157 ou 164) e um Fusca táxi, carro ainda hoje usado nessa função.
Acervo Luiz Eduardo. Autoria desconhecida.
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| Sunday, 25-May-2008 16:46 |
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Pasta 35 - Em um domingo de 1980...
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Mais uma da coleção Marcelo Almirante. Esta capa da revista Domingo, datada de 1980, mostra a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, com dois ônibus à frente: um 569 e um carro da TAU na 558 (Horto x Lido).
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| Saturday, 24-May-2008 18:14 |
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Neste post, queria agradecer a todo mundo que visita e comenta no site. A troca de informações e a discussão sobre o transporte sempre é interessante e frutífera, além da oportunidade de se conhecer novos pontos de vista sobre o assunto.
Sendo assim, queria sugestões para continuar a manter este espaço de forma saudável e produtiva.
Abraços!
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