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| Sunday, 6-Jul-2008 14:03 |
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Pasta 53 - Vista Alegre vai às compras
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Na década de 1990, após anos de expectativa, a Linha 2 do Metrô finalmente passa a cortar a área da Automóvel Clube. A inauguração da estação Vicente de Carvalho, em 1996, propicia a criação das integrações: uma delas é o serviço da abelha, operado por Caprichosa, Rubanil e Madureira Candelária.
Consistindo de duas linhas circulares abraçantes entre o Carrefour e Vista Alegre - a S032 passa pela Av. Meriti, Shopping Carioca e Estrada da Água Grande, enquanto a S033 passa pela Estrada Padre Roser e Largo do Bicão - o serviço (a R$ 0,55, tarifa modal) foi implementado como uma forma de ligar os moradores dos bairros próximos à estação do metrô e ao principal centro comercial (o Carrefour), abrangendo locais que as linhas regulares não atendiam. Pode-se pensar que a inauguração do Shopping Carioca, no começo da década, fortaleceu a dupla e, de quebra, a Caxias x Carrefour da Vera Cruz.
Em relação à frota, as três empresas adotaram o mesmo modelo inicial: Carolina V 814. Posteriormente, a Caprichosa escolheu os micros da Marcopolo (Senior GV, G6) e as outras firmas passaram a adotar ônibus com chassis da VW (Carolina V, Mascarello GranMicro). Recentemente, a Caprichosa adquriu dois Senior G7 alongados para as linhas, seguindo o padrão da Santo Antônio.
Em destaque, o folder de inauguração das linhas e os ônibus das empresas: Senior G6 da Caprichosa e GranMicro da Rubanil e Madureira Candelária.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
Folder cedido por Alexandre Britto.
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| Friday, 4-Jul-2008 00:11 |
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Pasta 52 - Litoral Rio (linha 701)
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Na década de 1980, a Barra da Tijuca começava a ser efetivamente ocupada pelos grandes empreendimentos imobiliários. Os ônibus acompanharam este fato: se nos anos 60 e 70 o bairro só tinha comunicação com Madureira, a Baixada de Jacarepaguá, a Tijuca e a Zona Sul, na década seguinte surgem muitas das linhas que conhecemos hoje, como o quarteto complementar 175 (Copacabana, Américas), 179 (Jóquei, Praia), 523 (Copacabana, Praia) e 524 (Jóquei, Américas). A 701 se encaixa no quadro, podendo ser considerada uma justa inovação, assim como as atuais linhas Baixada - Barra.
Inaugurada em 1984 e idealizada pelo arquiteto Jaime Lerner, que também projetou as linhas Norte-Sul via Rebouças, a 701 liga Madureira ao (então) recém-inaugurado Terminal Alvorada. A escolha dos pontos não foi aleatória: Madureira é um ponto-chave para parte expressiva da Zona Norte e da Baixada - acesso rodoviário e ferroviário - enquanto o Alvorada contaria com linhas alimentadoras para outras partes da Barra. Na prática, dotaria-se uma região populosa do Rio de um transporte relativamente rápido para uma área em franco crescimento.
Pelas características troncais, o itinerário da 701 era - e ainda é - o mais simples possível, formando um corredor quase reto: Madureira, Praça Seca, Tanque, Taquara, Cidade de Deus, Av. Ayrton Senna (antiga Av. Alvorada), Terminal Alvorada. Evitaria-se o trânsito pesado do eixo Tanque x Pechincha x Freguesia, agilizando a viagem em questão.
Durante 11 anos, a linha foi operada pela Redentor, com veículos normais (Amélia, Alvorada, Padron Rio). Com a segunda cisão da empresa, em 1995, repassou-se a 701 para a Litoral Rio, que a opera até hoje. Há cerca de 10 anos, fez sucesso o serviço refrigerado, com os Torino GV B10M.
Atualmente, a Madureira x Alvorada é operada por ônibus convencionais e micros, o que gera reclamações sobre a lotação dos mesmos. Duas variantes foram tentadas: a extinta Madureira x Downtown e a Madureira x Barra Shopping, altualmente operante em horários específicos.
Em destaque, três tempos da 701: seu início, com Amélia; os primeiros carros da Litoral na linha, em 1995, e os atuais micros.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Thursday, 3-Jul-2008 23:06 |
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Pasta 51 - Tijuca em 1982
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Saens Peña em 1982
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Visão panorâmica da Saens Peña após a bagunça causada pelas obras do Metrô em 1982. Pelo pouco trânsito parece ser um fim-de-semana ou feriado, pois em dias normais a Conde de Bonfim é conhecida pelo seu trânsito pesado.
A chegada do metrô trouxe mudanças no transporte da região. Foram implantadas as linhas integradas da CTC (M61 - Usina, M62 - Grajaú e M63 - Boca do Mato), que serviriam de referência provisória para a direção que o Metrô tomaria. Um pouco antes a linha 405 (Saens Peña x São Salvador) foi extinta, já que o trajeto poderia ser feito com maior rapidez e conforto pela rede metroviária.
O pessoal da antiga talvez se lembre da promoção da Khalil M. Gebara, casa de tecidos com filial na Tijuca: para estimular a clientela, as lojas do Ouvidor e da Saens Peña davam bilhetes para quem comprasse nelas. Taí um comercial da época (1982): http://www.youtube.com/watch?v=O1DV6YW3a6U&feature=related .
Por fim, temos um ônibus da Acari (607) e outro da Verdun (217), com os característicos anúncios na lateral.
Coleção Marcelo Almirante.
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| Thursday, 3-Jul-2008 02:48 |
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Pasta 50 - 71119 em 20 anos
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Uma série com o 71119, que foi fotografado em quatro momentos distintos:
Alvorada 1314 (1988) - a primeira compra de Ciferal após anos de Thamco, Caio e Marcopolo, os Alvorada da Verdun rodaram até o fim de 1992: à época, podiam ser vistos na 217. Entre outros, havia o 71100 (409), 71238 (239) e o 71239 (238), com direito a remanejamento da 238 para a 409. Nesta foto, o ônibus está no antigo ponto da 455 na Silva Rabelo, área conhecida por abrigar a Casa Mattos do Méier;
Torino GV 1620 (1996) - carro canarinho, efetivo da 125. Veio junto com os ônibus para aumento de frota (71334 a 71350), pode ter virado o 71519 na Saens Peña;
GLS BUS 1620 (1995) - após a cisão, o 71230 (efetivo da 422) foi remanejado para a 239 e virou o 71119. Nesta foto, tirada em 1997, ele ainda não havia sido repintado, e o trabalho nas vistas não foi feito;. Posteriormente a Verdun ficaria com 3 tipos de GLS 95: os originais dela (71022, 023, 026, 119, 121), os ex-Matias (144 a 149, 153, 154) e os do Grupo Redentor (079, 097, 129, 148, 151, entre outros);
Viale 1722 (2008) - atualmente, o 71119 faz parte da remessa de 21 Viale 1722 adquirida no começo do ano. Ironicamente ele substituiu outro Viale 1722, de 2005, efetivo da 239 (assim como o GLS acima).
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Thursday, 3-Jul-2008 01:38 |
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Pasta 49 - Verdun (novos Mega)
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71153 - Mega IV 1722
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71153 - Mega IV 1722
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Fotos de um dos novos Mega 1722 da Verdun, que começaram a rodar essa semana. Os carros seguem o padrão dos Viale: alongados, porta no meio e piso taraflex. São previstas 20 unidades: 10 em aumento de frota (151 a 160) e 10 substituindo Vip 1722 e o Mega 040.
O aumento de frota possivelmente beneficiará as linhas 238 e 239, que tiveram suas respectivas operações prejudicadas com a entrada dos City. Por ora, os novos carros podem ser vistos nas linhas 247 e 455.
Como curiosidade: após a cisão, o 71153 era um GLS 95 (ex-Matias 25501), que começou a operar na 691 LA em janeiro de 1998. Ele chegou a rodar na Transurb, após o repasse da linha em novembro de 1999.
Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Saturday, 28-Jun-2008 11:34 |
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Pasta 48 - Serviços Especiais: os Jacarés
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Na metade dos anos 90, o Rio assistiu à expansão dos serviços especiais, operados por micros. Concebidos para serem uma opção mais confortável aos ônibus comuns sem necessariamente apelar para a sofisticação dos frescões, sua configuração interna era diferente (menos bancos, de encosto alto) e a tarifa também: em 1997, quando a tarifa modal girava em torno dos 50 centavos, o preço médio era de 1,60.
Nesse contexto surgem os Jacarés. Iniciados em 1995 (?) pela Redentor, com a linha S751 (Pechincha x Alvorada), logo depois vieram outras linhas. No total, existiram os seguintes serviços:
S706 - Curicica x Alvorada (Santa Maria)
S750 - Freguesia x Alvorada (via Cidade de Deus, Litoral Rio)
S751 - Pechincha x Alvorada (via Pau Ferro e Retiro dos Artistas, Redentor)
S754 - Taquara x Alvorada (Barra)
Houve modificações com o passar do tempo: as linhas S706 e S754 foram extintas, e as duas restantes passaram a parar no Barra Shopping, atraindo o público de classe média para este centro comercial. A tarifa diferenciada acabou, junto com a pintura padronizada: todas as linhas passaram a ter o layout de suas respectivas empresas.
Em relação à frota, havia Senior GV (de 96 a 98, sendo que os de 96 são os primeiros do Rio) e Carolina V, tanto da Santa Maria quanto da Redentor. Em 1999, a S706 recebe alguns Piccolino executivos com ar-condicionado: infelizmente duraram pouco tempo, sendo remanejados para as outras linhas da empresa.
Atualmente a S750 (via Gardênia Azul) e a S751 contam com Thunder: esta última é quase 100% refrigerada. A demanda de ambas é bastante boa, o que comprova o sucesso destas linhas de bairro.
Em destaque, um ônibus de cada empresa: Barra, Litoral, Futuro, Santa Maria e Redentor.
Procurando aqui, achei este texto do JC, dono da comunidade Grupo Redentor. Por ser bem completo, vale a pena ter as principais informações:
Os "Jacarezinhos" como era chamada a S-750 no início, foi um projeto da prefeitura de integração dos transportes da Barra e Jacarepaguá. Eram 4 linhas diferenciadas por cores. As linhas do Grupo Redentor (S-750, S-751 e S-754) eram na cor vinho e as da Santa Maria (S-706) era amarela. As linhas S-751 Pecincha X Alvorada e S-706 Salinópolis X Alvorada começaram a circular em 26 de Abril de 1996 e devido a demora na entrega dos 15 Senior GV LO 812, a S-750 Freguesia X Alvorada e S-754 Taquara X Alvorada só começaram a rodar em Junho de 1996. Inicialmente a S-750 era da Litoral com os carros 20152 à 20156 como os atuais Thunder +. Essa linha era uma variante da 750. Em Janeiro de 1998 essa linha foi assumida pela Transportes Futuro e nesse mesmo ano, o carro 30141 sofreu um acidente onde teve perda total e o Grupo Redentor o subistituiu por outro Senior GV LO 812 e vieram mais 2 para a S-754 que teve seu intinerário estendido até Sulacap. Em 2000 passou a fazer ponto no Barrashopping. Em 2003 a S-706 e a S-754 foram encerradas. Em 2004 a S-750 recebeu sua primeira renovação de frota desde a sua inauguração com Thunder + LO 915 e creio que seja difícil que a linha receba micrões pois só existe alta demanda nos horários de pico e se existisse essa possibilidade, a Redentor já teria testado como ela já colocou muitas vezes os Torino Volvo B10M C/AR na S-751.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado
Visite http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=26168412
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| Thursday, 26-Jun-2008 17:59 |
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Pasta 47 - Penha Rio
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10549 - Foz 915
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Foto de um dos novos carros da Penha Rio. Como os anteriores, estes são Caio Foz 915, alongados (30 lugares). Substituem os últimos Senior da frota.
Com a renovação, a Penha Rio se torna a empresa com frota mais nova da cidade: todos seus ônibus são de 2006 para frente. Muito ironicamente, sua linha mais complicada (a 680, Méier x Iapi da Penha) tem os carros mais novos dentre todas as linhas do Rio: ela é composta de Foz, de 2007 e 2008.
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| Tuesday, 24-Jun-2008 21:49 |
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Pasta 46 - 362 nos anos 60/70
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Foto rara, de autoria desconhecida, que mostra a 362 na Praça XV. Como acontece com os registros noturnos realizados há muito tempo, o objeto principal fica muito destacado em relação ao seu entorno.
Nesta época (até os anos 70), a 362 era Praça XV x Bento Ribeiro, com itinerário semelhante ao atual: a diferença fica pela passagem de nível entre Bento Ribeiro e Honório Gurgel, por onde passavam linhas como a antiga 960 e a atual Nova Iguaçu x Penha (551L). Com o fechamento da passagem, a linha ficou sendo um tempo Praça XV x Pavuna - ao menos oficialmente - e depois passou a parar em Honório Gurgel.
Se há quase 15 anos a Vila Real a opera de forma estável, não obstante os recorrentes incidentes aos quais ela está exposta, entre 1984 e 1994 o panorama foi diferente: 4 empresas a operaram. A primeira foi a Valsa (76500), que incorporou a Dinâmica no turbulento início dos anos 80. Posteriormente, a inchada Colúmbia a comprou, passando a operar da Cidade de Deus, Barra e Zona Sul até Irajá e Coelho Neto.
Com seu fechamento, em 1987, a 362 foi parar na Auto Diesel. Por fim, com a cisão em 1994, a 362 passou a ser operada pela Vila Real.
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| Sunday, 22-Jun-2008 22:40 |
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Pasta 45 - Vila Isabel
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A Vila Isabel é uma das empresas mais tradicionais da cidade. Com o passar do tempo, sua pintura vermelha virou referência no Rio.
Seu principal eixo de atuação compreende a Grande Tijuca, o Centro e a Zona Sul: atualmente, três de suas sete linhas fazem esse percurso. 433 e 438, por sinal, existem há pelo menos 45 anos: sua força atual (andam cheias boa parte do dia) deve-se sem dúvida à intensa movimentação entre estas partes da cidade. A 432 é um pouco mais nova (variante rápida da 433, iniciada com a abertura do Santa Bárbara aos ônibus na década de 70), e a 438 Rebouças foi iniciada em 2004.
A Vila opera ainda a 157 (Central x Gávea via Epitácio Pessoa), lembrança de sua aventura pela Zona Norte: na década de 80, ela operou as linhas 333 (Brás de Pina x Castelo), 334, 335, 335 booster (Cordovil x Leblon, atual 485C) 909 e 919. Este setor, muito diferente de sua operação original, foi trocado na década de 90 pela 157 com a Mosa, que posteriormente o venderá para a Erig. Não tenho certeza se a 158 também foi operada pela Vila, assim como a dupla 920 e 942.
Dentro desse quadro, há a 222 (Vila Isabel x Hospital dos Servidores). Linha quase tão antiga quanto a dupla 433 e 438, a 222 tem um certo nicho na ligação entre um trecho de Vila Isabel e o Centro. No entanto, este fato, aliado à sobreposição com a 438, não a confere muita procura: é difícil ver algum ônibus dela com mais de 10 passageiros. Todos os carros da linha são convencionais com cobrador: neste ponto reside certo tradicionalismo, que é o de repassar para o serviço mais fraco os ônibus que já se pagaram em linhas mais fortes.
Em relação à sua operação, cabe destacar a operação no confuso Lagoa Orla, com dois Carolina V comprados especialmente para a ocasião (27651 e 652) e o serviço das linhas de extensão do Metrô (Botafogo x Gávea e Siqueira Campos x Gávea).
A frota segue um padrão relativamente simples, até para reduzir os custos com manutenção. Antigamente havia certo predomínio da Caio, que foi ocupado pela Ciferal por 9 anos (91 a 2000) e posteriormente sendo retomado pela encarroçadora paulista. A compra de modelos recentes, como a estréia do Vip II, pode ter a ver com o maior valor de revenda na hora da venda, daqui a 8 anos.
Em destaque, um dos Vip II, efetivo da 433. Este carro substitui o único Cidade I que ainda rodava.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado. Agradeço ainda ao Diego, por ter cedido as fotos.
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| Saturday, 21-Jun-2008 20:11 |
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Pasta 44 - Carrocerias: Viaggio GV 1000
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O Viaggio GV 1000 foi lançado em 1992, como modelo 1993, na estréia da quinta geração da Marcopolo. Os principais modelos rodoviários (linha Viaggio e Paradiso) foram lançados nesta época, enquanto o urbano (Torino GV) data de 1994 e o micro (Senior GV), de 1996.
No Rio, o lançamento do Viaggio GV coincidiu com a retomada do serviço seletivo em diversas empresas. Entre 1994 e 1998, o Viaggio GV O400 toco, com ar-condicionado mas sem banheiro, foi uma das configurações mais pedidas para o uso em serviços especiais: entre outras empresas, Limousine Carioca, Jurema, Matias, Pégaso, Verdun e Normandy adquiriram o modelo. Na cidade do Rio, Pégaso e Redentor foram as primeiras a comprar o Viaggio GV, no início de 1994, mas sem ar refrigerado.
No estado do Rio, a principal compradora do modelo foi a 1001, de 1994 (série 108.40X e 41X, que rodava para o Norte) até 1998. A Unifac também pode ser citada, até por ter o raro Viaggio GV K124.
Após pequenas modificações externas (frisos, lanternas) e internas (padronagem dos bancos e cor do interior), o Viaggio GV sai de linha em 2000. A Pégaso foi a última empresa na cidade do Rio a comprar o modelo, e posteriormente repassou alguns carros para a Jabour.
Seu sucessor, o Viaggio G6 1050, não fez mesmo sucesso no Rio. O mercado menos receptivo e o crescimento do Paradiso G6 1200 foram fatores importantes para tal queda.
Em destaque, três gerações de Viaggio: um da Pégaso (1994), outro da 1001 (1997) e o último, da Jabour (2000).
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