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Chopp Duplo

By: Luiz Eduardo

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Friday, 26-Jun-2009 17:54 Email | Share | | Bookmark
Pasta 139 - Zona Oeste: Andorinha

59049 - Rio 1315
59069 - Alvorada III 1315
59006 - Rio 1315
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Post com a Andorinha, a terceira empresa do grupo Breda/Expresso na Zona Oeste.

Criada em 1995, a nova versão da Andorinha era uma divisão cirúrgica da Bangu. Com a cisão, a empresa-mãe trocou de roupa. O tradicional creme-e-vermelho foi trocado pela pintura padronizada de Fortaleza, alterada para as cores vinho e azul escuro. A Andorinha adotou um layout semelhante, mas com outro desenho.

O ponto divisor da antiga Bangu foi a área de operação. Combinou-se que a nova firma operaria as linhas com foco em Bangu e a 391, seu único trajeto para o centro. Por sua vez, a nova Bangu se voltaria para Realengo, Padre Miguel e seus sub-bairros. Na ponta do lápis, tivemos:

383 - Tiradentes x Realengo (via Sulacap, Bangu)
391 - Tiradentes x Realengo (via Vila Militar, Andorinha)
715 - Deodoro x Jardim Novo (Bangu)
716 - Deodoro x Barata (Bangu)
717 - Deodoro x Murundu (Bangu)
719 - Deodoro x Senador Camará (Andorinha)
725 - Cascadura x Ricardo (Bangu)
739 - Sulacap x Bangu (via Realengo, Bangu)
741 - Barata x Bangu (Bangu)
742 - Cascadura x Barata (Bangu)
743 - Barata x Bangu (Bangu)
744 - Cascadura x Realengo (Bangu)
745 - Cascadura x Bangu (via Cpo. dos Afonsos, Andorinha)
746 - Cascadura x Jabour (via Sulacap, Andorinha)
777 - Madureira x Padre Miguel (Bangu)
790 - Cascadura x Campo Grande (via V. Aliança e via V. Kennedy, Andorinha)
794 - Cascadura x Bangu (via Barata, Bangu)
797 - INPS x Sandá (Andorinha)
798 - Bangu x Jd. Água Branca (Andorinha)
799 - Magalhães Bastos x Jd. Violeta (Andorinha)
800 - Santíssimo x Mal. Hermes (Andorinha)
960 - Penha x Senador Camará (Andorinha).


Como podemos ver, tirando exceções como a 391 e a 725, cada empresa ficou com um território bem redondo. Com o tempo tal situação irá mudar.

A Andorinha, em seus primeiros anos sob a gestão do grupo Guanabara, tinha um padrão de frota interessante. Embora ainda rodassem ônibus velhos como Alvorada, Vitória e Padron Rio, a renovação entre 95 e 98 foi interessante. Além de chegarem ônibus convencionais 0km - Vitória, GLS 95 a 97, Torino GV, Agilis - a frota foi aumentada para a operação de novos serviços. Um deles foi citado no suplemento Globo Zona Oeste, em outubro de 97:

Segundo informações da XVIIª RA, outras duas novas linhas de ônibus foram implantadas na região no início deste semestre: a 300 (Praça Quinze-Sulacap, via Avenida Brasil), com 20 carros; e a 926 (Coqueiros-IAPI da Penha), com 14 coletivos.

Conta-se que a primeira versão da 926 Coqueiros seguia direto pela Av. Brasil, assim como a 921. Posteriormente ela foi alterada para fazer o caminho de sua irmã 960, pegando a Av. Brasil em Barros Filho. No começo da década a 926 Coqueiros virou 926 Senador Camará x Penha, acabando com a 960.

O grupo Jacob Barata esteve na Andorinha até 2001. Neste ano uma nova administração assumiu a empresa, renovou parte da frota e mudou a pintura: do insosso azul e vermelho, o layout foi para uma combinação de laranja, amarelo e vermelho, resumido nas asas da andorinha. Infelizmente a nova direção não foi feliz no combate ao alternativo, que corroía linhas importantes como a 745, a 746 e a 926. A Andorinha teve a frota encolhida e chegou aos 112 veículos, além de passar batida entre os anos de 2001 e 2005.

A última parte da atual Andorinha teve como protagonista o grupo Breda, que entrou em 2004. A administração, que contava com o aporte financeiro de um grupo maior, iniciou um trabalho de renovação e ampliação de frota, de modo a melhorar a situação de linhas importantes como 391/790 e recuperar outras como a dupla 745/746. Dos 112 carros de 2004, a frota pulou para mais de 200 em 2008. Cabe destacar a operação-sufoca realizada na 746, que soma 57 ônibus em seus 3 ramais (Jabour, Sen. Camará e Bangu Shopping).

Com a aguda crise vivida por Ocidental e Oriental, a Andorinha assumiu duas linhas em caráter emergencial: 784 (Mal. Hermes x Vila Kennedy) e 684 (Méier x Catiri). Embora a empresa seja uma das mais sólidas da Zona Oeste, precisa retomar a renovação da frota e rever questões como a manutenção de seus ônibus, até para fazer frente ao transporte alternativo.


Padron Rio ainda com pintura da Bangu. Na época de transição, boa parte da frota tinha o layout antigo, o nome e a numeração da Andorinha.


Outro Rio, já com a primeira pintura.


GLS 95 filho único, que rodava em linhas como 800 e 960.


Os primeiros ônibus 0km foram Vitória 1620, em março de 1995. Pouco depois vieram alguns Torino GV.


Turquesa 99, que podia ser encontrado na 391, 790 e posteriormente na linha da Penha.


Na fase da Andorinha dourada, chegaram Micruss 814, Pluss e Viale 1721.


Parte dos Torino 1418 saiu para dar lugar aos City 1722 micrões, efetivos da 926.


A "nova" Andorinha surgiu em janeiro de 2005, com frota quase inteiramente renovada. Os Thunder podiam ser encontrados na 745 e na 797.


Thunder 2007 na 684, Méier x Padre Miguel.

Esse 59012 hein, deixou saudades, tambem é a unica coisa boa pra se lembrar da epoca dessa pintura ae, o negocio tava feio, aqueles GLS da 745/746 estavam pela hora da morte, e logo depois veio a Breda, e o babaca aqui achava q a Andorinha seria a salvação da lavoura, ledo engano, com o passar dos anos ela simplesmente se transformou em "mais uma" no meio de tanta empresa q dá dor de cabeça a população, posso dizer q das empresas daqui da região ela ta na lista das menos ruins, a rançosa 391 é aquele negocio q todo mundo ja conhece, faz o q pode com a 800 passando em areas de risco tendo a companhia de kombis caindo aos pedaços, a 800 tem q se integrar com o trem rapidamente, a 926 parece ter se estagnado com os micrões, a 790 é uma linha q sinceramente poderia estar nas mãos de empresas melhores , a unica coisa boa creio q seja a operação abafa das linhas 745/746 pra cima da concorrencia criminosa ( leia-se transporte alternativo ), as recentes 684 e 784 pra mim são incognitas porem sempre q as vejo fico satisfeito com o q vejo principalmente a 684 q agora foi agraciada com os micrões, como o colega disse acima a 784 esto indo como pode, é dificil reativar uma linha depois de tanto tempo parada e disputar com a concorrencia crimimosa,enfim essa é a Andorinha uma empresa q parecia se tornar uma empresa de destaque, mas hoje parece nem feder e nem cheirar, aquele requinte de qualidade q ela parecia tentar impor no inicio da fase Breda parece ter ficado pra tras, pois a manuteñção dos carros é de chorar, é vista despencando no meio de viagem, os motoristas tambem precisam ir para a reciclagem pois embarcar num 926 a noite é parecer embarcar num touro mecanico, é uma correria, um tal de atropelar lombada em plena Vila Miitar... ate um concurso de desenhos para definir a sua mascote ela fez, lembro das divulgações nos carros e a inscrição podia ser pelo seu site

No fim de maio deste ano os passageiros foram surpreendidos no inicio da manhã pela greve dos funcionarios da empresa fazendo muita gente ficar a pé, eu fiquei surpreso com tal movimento

Sera q se a Andorinha tivesse ainda a efemera e polemica S-026 ( Marechal x Base ) como esta linha estaria hoje? eu aposto q estaria cheia de City , ou mesclada com Torino ou Mega como a 790

Abraços Luiz
Sun 5-Jul-2009 13:31
Posted by:Eduardo pombovingador2008@hotmail.com
BEM AMIGO EDUARDO SE A S-026 ESTIVESSE AINDA CIRCULANDO NO MÁXIMO SERIA COM OS SPECTRUM ANTIGOS POR Q OS CITYS Q SÃO OS MAIS NOVOS EU DUVIDO E MUITO MENOS COM CARROS GRANDES E TEM MAIS SE ESSA LINHA AINDA EXISTISSE EU DUVIDO SE ELA HOJE ESTARIA NAS MÃOS DA OESTE .
Ñ DUVIDO MUITO DA PRÓXIMA RENOVAÇÃO DA 391 ELA SUBSTITUIR OS MEGAS E TORINOS POR MICRÕES COMO ACONTECEU COM A PRIMA AUTO DIESEL.
ELA INFELISMENTE SÓ SE RESUME MESMO NAS LINHAS 745 E 746.
UMA PENA .
Sun 5-Jul-2009 14:38
Posted by:VINICIUS vinnyoliveira.mendes@hotmail.com
eu moro perto da ANDORINHA e hj dia 27/07/09 vi a linha 745b rodar como se fosse a antiga 797 tbm da andorinha!!!sera q a 745b ta rodando msm? ou é mais uma vez enganaçao,pq a andorinha sempre tira a 797 de rodar e a gente q precisa usar nao temos, ai as pessoas pegam o transporte alternativo ,mas uma parte a andorinha ta de parabens pelo trabalho q vem fazendo mas precisa d+,principalmente se colocasse uma linha ligando boiobi a barra da tijuca ou ao centro da cidade!!!q volte a 797 ou fique a 745b!!!espero resposta,a lembrei q retirem essas cadeirinhas da frente do onibus q so da 3 gratuidade pq as vezes estudantes e idosos tem q esperar horas no ponto e nada do onibus vim ,vlw!!! Mon 27-Jul-2009 04:59
Posted by:hudson hudson-15bg@hotmail.com
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Saturday, 13-Jun-2009 09:15 Email | Share | | Bookmark
Pasta 138 - Av. Rio Branco em 1978

Av. Rio Branco em 1978
Mais uma imagem do acervo do Marinaldo Jr. Notem que toda foto da Rio Branco parecerá a mesma coisa, pelo fato de a avenida não passar por grandes modificações desde os anos 60. O legal fica por conta dos elementos de época.

Temos a decoração de Natal, iniciativa que não cheguei a ver pessoalmente, um Fusca táxi e dois frescões: Acari e Alpha. O hábito de atravessar fora da faixa não mudou.




Volte sempre!

Meus amigos, o certo podem acreditar em mim, é que a criação destas linhas especiais com ônibus apelidados de “frescões” foi uma das poucas iniciativas que contemplaram o passageiro carioca, embora em alguns casos possa ter sido fixado um valor elevado para a tarifa.

Creio firmemente que tudo tem sentido em um ônibus desde que o PASSAGEIRO seja o beneficiado! Contudo ao ser implantada a estatização de algumas (e principais) empresas de ônibus cariocas o sistema de “frescões” na prática foi destruído.

No auge do seu uso, a empresa REAL chegou a formar um verdadeiro sistema de transporte entre o centro e bairros que talvez não tenha NENHUMA outra vez sido implantada em ônibus no Rio de Janeiro.
Como toda a iniciativa que tenho visto que beneficia o passageiro na cidade do Rio de Janeiro, o sistema de “frescões” foi descaracterizado e destruído!

O maior exemplo do que lhes falo é a própria condição da existência de condições que levem pessoas a promover arruaça como a feita hoje, 23 de junho, no Palácio Guanabara, por pretensos transportadores de passageiros em “vans”! Saudações.
Wed 24-Jun-2009 10:31
Posted by:Paulo Z
José Ricardo muito obrigado pela informação. Fri 26-Jun-2009 13:45
Posted by:André Luiz dos Santos asarj@oi.com.br  - [Link]
Bem, acrescentando apenas algumas informações a todas, tão ricas que já foram informadas... mas antes de mais nada, parabéns ao Marinaldo por compartilhar tamanha preciosidade e ao LE pela publicação...
Os frescões Ciferal eram o Lider....
A Alpha não teve apenas Metropolitana Independência em sua frota de frescoes,,, Teve tambm Nimbus´, Marcopolo e se não me engano, tambem o Ciferal Lider...
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ_RJ_ALPHA_0050.jpg
http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ_RJ_ALPHA_0266.jpg
Quanto aos taxis, é interessante notar um Fusca azul atrás do Frescão da Pégaso...
A Forte sim, só teve Metropolitana Independência I e II...
E complementando a resposta do José Ricardo a pergunta do André, o Metropolitana da Cascadura era o modelo Continental...
Grande Abraço a todos...

Sydney Junior
http://www.ciadeonibus.com
http://br.groups.yahoo.com/group/ciadeonibus/
Sun 28-Jun-2009 02:11
Posted by:Sydney Junior sydneyjunior@ciadeonibus.com
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Wednesday, 10-Jun-2009 12:53 Email | Share | | Bookmark
Pasta 137 - Méier, Madureira, R. Miranda, C. Neto, Irajá: 685

73130 - Svelto NS 16.210
73040 - Urbanus II 16.180
73075 - Vitória 1618
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Pasta sobre uma das linhas mais tradicionais do Méier, a 685. A linha, atualmente explorada pela Rubanil, é uma exceção nas auxiliares norte da Dias da Cruz: apenas ela vai além de Cascadura, Madureira ou adjacências. Virei usuário dela desde a semana passada, correndo quase todo o percurso (Sendas do Méier x Pça. N. S. da Apresentação).

Criada em 1965, a linha era explorada pela Estrela de Prata, que também fazia a 277 (Pça. XV x Quintino), a 650 (Eng. Novo x Mal. Hermes) e a 670 (Méier x Madureira). Seu itinerário sempre foi tortuoso, com direito a um passeio em Rocha Miranda e Honório Gurgel. A volta até Coelho Neto se justifica pelo fato de a 685 ser inicialmente Coelho Neto x Méier, enquanto o esticamento, ocorrido entre 72 e 73, conferiu aos moradores da Rua dos Diamantes e Ururaí uma opção para o centro de Irajá e a Água Grande.

Até 1981 a Estrela de Prata foi responsável pela operação da Méier x Irajá. Com a lei dos 120 carros, a empresa foi desfeita e suas linhas espalhadas. A dupla 277 e 650 foi para a Acari, enquanto a 685 ficou um tempo com a Lourdes. Posteriormente a Rubanil a assumiu. Vale notar uma curiosidade: enquanto a Rubanil operava 623 e 625, a Lourdes ficou um tempo na área de operação da Rubanil. Depois as duas estabeleceram seus territórios de forma mais sólida.

Na Rubanil, a 685 rapidamente se tornou uma das linhas mais importantes da casa. Pelo que me lembre, a partir de 1989 já rodava carro novo com frequência aqui no Méier. Entre 1993 e 2000, todas os ônibus 0km davam uma passada na linha, exceto os Carolina V e os Svelto FD 1721.

A situação da linha começa a decair com o crescimento do alternativo, em 2003. A 685 perde seus Urbanuss curtos e passa a rodar com 24 GranMicro 2003. Os micros poderiam ser um bom apoio se colocados nas antigas parciais ou mesmo como reforço de frota, mas a troca pura e simples sobrecarregou os ônibus e abriu ainda mais brechas para as kombis. Em 2006 todos eles estavam em condições muito ruins.

A recuperação da Rubanil, iniciada em 2006, felizmente abrangeu a 685. Os 24 micros foram substituídos por 30 micrões 0km, que não são perfeitos para a demanda muito pingada da linha, mas são mais confortáveis que os GranMicro. Ocasionalmente aparecem alguns Svelto ou Vip, a efetivação de alguns convencionais agilizaria o fluxo e reduziria o tempo de viagem.

Podemos dizer, em resumo, que a 685 teve as seguintes linhas e sublinhas.

685 - Méier x Coelho Neto (1965 - 1972/73 - linha original)
685 - Méier x Irajá via Colégio (1972/73 - atualmente - extensão)
685 - Méier x Irajá via Fazenda Botafogo e Pq. Colúmbia (???? - atualmente - variante)
685 - Madureira Shopping x Irajá (1996/97 - 2000/01 - parcial)
685 - Méier x Rocha Miranda (2000 - 2001 - parcial)
685 - Méier x Pq. Colúmbia (anos 2000 - parcial).




Em 1993, os saudosos Vitória 1618 foram escalados para a linha. Alguns, como o 73041, foram parar na 685 Madureira. Meses depois, em 1997, foram substituídos pelos...


...Urbanus 16-180. Os carros trocaram boa parte da linha, e ficaram quase 6 meses à espera de emplacamento.


Em novembro de 1994, a Rubanil adquire alguns GLS 16.180. Embora eles tenham aparecido novos na 685, só se efetivarão anos depois. A linha também ganhou GLS ex-Tinguá, como o 73064, para trocar os surrados Rio Ford e VW.


Os saudosos Urbanuss curtos chegaram ao Méier em outubro de 2000, renovando a frota da linha. Alguns, como o 73088, saíram em 2002.


Por sua vez, os primeiros Svelto NS são de novembro de 2000. Passearam na 685 quando chegaram e quando foram embora.


Os GranMicro da 685 eram divididos em 14 VW e 10 MBB, todos de 2003. Os MBB não tinham som ambiente.


Conta-se que a compra total de GranMidi micrão chegou às 70 unidades, divididas entre 629 (40) e 685 (30). A linha do Méier foi renovada primeiro.


De vez em quando a América emprestava carros para a 685. Poderiam ser Urbanuss 1721, GranMicro ou os comuns Urbanus VW.

Acervo Luiz Eduardo/ Cia. de Ônibus/ autoria desconhecida. Volte sempre!

É a Pedro Borges de Freitas? Ela tá fechada no CEASA é? Sabia não.... Mon 15-Jun-2009 02:33
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
A 298, poderia ir até a Pavuna.
Seria:
L. 298 - Castelo x Pavuna
Tue 21-Jul-2009 00:37
Posted by:Marcio marciolopes.rj@hotmail.com
907 Pavuna - Fundão (Via Jd. América) BOA!
943 Pavuna - Fundão (Via Automóvel Clube) BOA!
953 Pavuna - Fundão (caminho do 728 - Bonsucesso x Nova Aurora)

Queria tmb!
PAVUNA - USINA (Via Leopoldina)
Tue 21-Jul-2009 00:44
Posted by:Marcio marciolopes.rj@hotmail.com
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Sunday, 7-Jun-2009 00:13 Email | Share | | Bookmark
Pasta 136 - Zona Oeste: Ocidental

43039 - Alvorada III 1318
43014 - Vitória 1315
43127 - Scorpion 1315
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Pasta sobre a vedete das últimas semanas, a Ocidental, sua tortuosa trajetória será resumida aqui. Faltam algumas fotos, voltem mais tarde.

Criada em 1995, a empresa se origina de acontecimentos que remontam à década passada. Conta-se que a intervenção realizada pelo governo fluminense deixou a Oriental à deriva, o que culminou na entrada da Amigos Unidos após 1988. Anos depois, a TAU cria sua própria companhia e se retira da Oriental. Pode-se dizer que as crises, as alterações operacionais e os solavancos fazem parte da história da Ocidental.

A Ocidental original tinha área de atuação muito bem definida. Logo após a cisão, faziam parte da empresa as seguintes linhas:

301 - Pça. XV x Deodoro
389 - Tiradentes x Vila Aliança
396 - Tiradentes x Bairro Jabour
397 - Tiradentes x Campo Grande
689 - Méier x Campo Grande
784 - Mal. Hermes x Vila Kennedy
811 - Bangu x Vila Kennedy
812 - Bangu x Guandu
813 - Bangu x Catiri
817 - Campo Grande x Fazenda Botafogo (parcial da 397)
819 - Bangu x Jardim Bangu.


Noves fora a 301, a 784, as linhas circulares de Bangu e a 389, as outras linhas passavam pelo lado "ocidental" da linha férrea, ao oeste. Nesta primeira fase, entre 95 e 99, as renovações de frota eram bem-dosadas e variadas. Havia Scania para as linhas pesadas, Alpha para a 689 e Millenium para a dupla dinâmica 397/689. Em 98, a empresa assume o transporte do parque temático Terra Encantada, local que nunca atendeu à proposta inicial.

A Ocidental começa a crescer - ou inchar - em 1999. Ela assume grande fatia da Santa Sofia, composta das seguintes linhas e 60 ônibus:

857 - Campo Grande x Sete de Abril
858 - Campo Grande x Santa Cruz (via Cesário de Melo)
859 - Campo Grande x Base Aérea de Santa Cruz
860 - Pedra de Guaratiba x Conjunto Manguariba
861 - Reta do Rio Grande x Cesarão
862 - Urucânia x Conjunto João XXIII
863 - Conjunto São Fernando x Cesarão
881 - Campo Grande x Vilar Carioca
886 - Santa Cruz x Jesuítas
892 - Santa Cruz x São Benedito.


Como podemos ver, a empresa ficou responsável pelo transporte interno de Santa Cruz, junto com boa parte das linhas da Cesário de Melo. O repasse ampliou a Ocidental, mas a colocou numa região onde o alternativo já mostrava certa pujança. Sintomaticamente, a única linha operada com muitos carros é a 858.

Após assumir um naco da Santa Sofia e fazer uma renovação expressiva em 2000 (mais de 60 ônibus 0km, entre Viale 1721 e Senior 814), a Ocidental pega mais três linhas da falida Mosa. A operação fez parte de um serviço emergencial iniciado em março de 2002:

340 - Vila Kosmos x Pça. XV (via Rua Uranos e Praça Mauá)
345 - Vila Kosmos x Pça. XV (rápido/ via Av. Meriti e Lucas)
346 - Vila Kosmos x Pça. XV (via São Cristóvão, Leopoldina e Pres. Vargas)


Pode-se elogiar a empresa por ter ressuscitado três linhas que estavam à beira da morte, mas a operação prolongada podia trazer - e trouxe - problemas para a estrutura da Ocidental. Os recursos que poderiam ser usados nas linhas mais problemáticas da Zona Oeste foram aplicados em trajetos que não tinham relação com a empresa. Após um tempo, o trio 340, 345 e 346 voltou a ter as mesmas condições da época da Mosa.

O último surto de crescimento ocorre quando a Ocidental já demonstra certo inchaço. No início de 2006, a Santa Sofia repassa mais linhas e forma o quarto setor de sua irmã:

786 - Mal. Hermes x Campo Grande
828 - Augusto Vasconcelos x São Jorge
846 - Campo Grande x Rio da Prata
847 - Campo Grande x Rio da Prata
848 - Campo Grande x Monte Santo
S027 - Mal. Hermes x Urucânia


Junto com as linhas, chegou uma remessa de Svelto 1418 micrão, a última compra de veículos novos da Ocidental. Entretanto, o ponto fraco da empresa se acentua: a excessiva quantidade de linhas, com perfis muito diferenciados. A 858 tem necessidades diferentes da 689, que não complementa a 345, que por sua vez faz um caminho completamente diferente da 397. A antiga Auto Diesel também passou por tal problema, resolvido com as cisões entre 94 e 95.

A situação da Ocidental piorou a olhos vistos entre 2006 e 2009, com a nítida piora da frota. Os Viale e Turquesa, que eram ônibus um pouco velhos mas adequados, passaram a quebrar constantemente, reduzindo a quantidade de veículos na rua e prejudicando a operação de diversas linhas. A situação, que contou com lances pitorescos como o recebimento de Cidade I 98, se modifica com o pool estabelecido pela SMTU. Linhas como 389, 396 e 784 vão para empresas como Bangu, Campo Grande e Andorinha, enquanto a 397 é dividida com a Amigos Unidos.

Espera-se os próximos capítulos desta novela, que tem poder para influenciar boa parte da Zona Oeste.

Acervo: Luiz Eduardo/ Cia. de Ônibus. Volte sempre!

Li no caderno Negócia & Cia d Globo dias desses que essa empresa estaria comprando 50 novos carros para rodarem no segundo semestre, pelo local onde foi postada a informação, creio que seja uma novidade boa.
Alberto - Niterói - RJ
Sun 14-Jun-2009 00:29
Posted by:Alberto albertoso.nascimento@terra.com.br
Observação, seria a Oriental e não a Ocidental.
Alberto - Niterói - RJ
Sun 14-Jun-2009 00:30
Posted by:Alberto albertoso.nascimento@terra.com.br
Sem querer fazer comparações igualando o Zona Norte da Zona Oeste, mas meu palpite é que a cisão da Oriental foi mais muito menos complexa(subdividiu apenas setor cercando a Estrada da Posse - Oriental, do setor cercando a Av.Santa Cruz - Ocidental) do que a da Verdun. A Transurb e a Saens Peña parecem que ficaram mais sobrecarregada, pelo menos passa essa impressão.

O fórmula da Verdun foi:
Linha setor Grande Méier x Centro + Linha setor Grande Méier x Centro + Linha setor Grande Méier x Centro + Linha para Zona Sul similar à da Saens Peña

Os setores da Transurb com mais folga:

Linha Circular Central do Brasil + Linha Circular Central do Brasil +
Linha Circular Castelo ex-integração + Área de Laranjeiras x Santa Teresa + Setor Grande Tijuca x Zona Sul + Setor Grande Tijuca x Zona Sul + Circular Zona Sul + Linha da Barra para Grande Méier

Saens Peña:

Centro x Zona Sul + Grande Tijuca x Centro + Linha Grande Tijuca para a Zona Sul + Linha Especial Grande Tijuca x Centro
Wed 17-Jun-2009 02:39
Posted by:Raphael Souza
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Monday, 25-May-2009 14:14 Email | Share | | Bookmark
Pasta 135 - Carrocerias: Ciferal Agilis

59054 - Agilis 814
11667 - Agilis 814
29161 - Agilis 814
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A família de produtos da Ciferal foi bastante influenciada pela Cia. de Transportes Coletivos, a famosa CTC. O popular Alvorada derivou do Briza, por sua vez criado a partir do Amazonas. Outro caso é o Mikron, que originou o modelo desta pasta, Agilis.

Lançado na metade dos anos 80, o Mikron foi encomendado pela CTC. Fazia linhas como as de Sta. Teresa (206, 213 a 215, 406 a 408) e os cabritinhos dos morros da Formiga e do Tuiuti. Na mesma época a iguaçuana Niturvia adquire algumas unidades, com duas portas e cobradora, para operar serviços municipais. Conta-se que a intenção da empresa era oferecer uma opção especial, mas a idéia não foi à frente.

Após o lançamento de um raríssimo modelo híbrido, com a frente do Agilis e a carroceria do Mikron, o primeiro Agilis propriamente dito nasceu em 1997. A Vila Real adquiriu imediatamente algumas unidades, que foram colocadas em linhas como a 773, 778 e a parcial da 908 entre Bonsucesso e Inhaúma. Por sinal, alguns dos micros fizeram sucesso por terem TV e rádio.

O desenho caracteristicamente reto do modelo, se comparado ao concorrente Senior GV, agradou a muitos empresários que eram clientes da Ciferal. O Agilis teve espaço cativo nas empresas do grupo Jacob Barata - VIla Real, Alpha, Andorinha, Braso Lisboa, Estrela, Jabour, Eva, Bangu e Tijuquinha - e em firmas independentes. Bons exemplos são a Estrela Azul, a Paranapuan, a São Jorge (RJ 136) e a São Silvestre.

Comum na versão urbana e semi-urbana, com piso antiderrapante e poltronas altas, o Agilis também foi adquirido na versão rodoviária. A Petro Ita e a Coesa o usarem em linhas especiais, com destaque para a Coesa. A empresa de São Gonçalo estreou o serviço rodoviário Special com os Agilis e Senior GV refrigerados, no primeiro semestre de 1998. De acordo com o Globo Niterói, de abril/98, os moradores de São Gonçalo já podem deitar e relaxar, assistindo à televisão sob uma temperatura que nunca excede os 22 graus, no caminho de casa até o Centro do Rio. O preço da mordomia, que está sendo oferecida por microônibus da empresa Coesa, é R$ 3,50.

O Agilis I continuou sendo fabricado e adquirido até o segundo semestre de 1999. Após um período de pausa foi testado o Agilis II, cujo único exemplar foi adquirido pela Expresso Mangaratiba. O modelo mantinha o estilo quadradão, um pouco suavizado pelo conjunto ótico do Volare e pela traseira do Cidade II.

Tempos depois, em 2004, foi lançado o último representagem da linhagem, Minimax. Infelizmente, por chegar numa época de menor importância da Ciferal, o modelo não teve o sucesso esperado.





Os Agilis da Braso Lisboa eram difíceis de ser vistos. Os normais rodavam nas linhas do Caju, sendo substituídos em menos de 2 anos. Por sua vez, os do Rio Orla rodaram até 2002, junto com os 2 carros do Lagoa Orla. Cabe ressaltar que este último serviço acabou com a venda dos Agilis 99.


A Vila Real foi a primeira a receber Agilis 814, ainda em 1997. Os micros, com 21 poltronas estofadas, rodavam como complemento aos ônibus normais das linhas 773, 778 e 908.


Em janeiro de 1998, a São Silvestre adquire Agilis 0km para a 406 (Rodoviária x Largo do Machado). Tempos depois os ônibus foram renumerados e remanejados para as linhas da Praça São Salvador.


A Del Rey, operadora municipal de Itaboraí, adquiriu alguns Agilis da Jabour..


...que também apareceram na sua irmã Eva. Os micros, adquiridos entre 98 e 99, faziam linhas circulares entre Santa Cruz e Sepetiba.


Já a Tijuquinha recebeu os seus em 1999, vindos da Braso. Os micros foram colocados na 221 (Praça XV x Maracaí), na E08A (Maracaí x São Conrado) e na 705 Barra Sul, substituindo os Carolina V.


Na Estrela, o modelo inaugurou a nova pintura em 1998. Alocados na 651, 652, 653 Cascadura e 678, logo vieram mais como reforços de frota (82651 - 665). Além dos Agilis ex-Alpha, havia os ex-Braso: 555, 585, 587 e 588.


Após rodarem por 6 anos na 110D, os Agilis da Coesa foram parar com o ar desligado nas linhas de Niterói.


O raro Agilis II da Expresso Mangaratiba possuía duas portas e cobrador. Hoje ele se encontra na Costeira, em Mangaratiba.


O "pai" da linhagem, o Mikron é de 1986. Nesta foto, pode-se ver um exemplar 0km, com as vistas 407 - Lgo. do Machado x Guararapes, esperando a entrega.

Fotos: Acervo Luiz Eduardo/ autoria desconhecida. Volte sempre!

Dória, entendo sua opinião. Não aguentava mais ver ou andar nos Agilis da Estrela...

Como curiosidade, o Lagoa Orla acabou quando os Agilis da Braso saíram, em agosto de 2002. Ela vendeu os do Rio Orla e esses, trocando os da 503 pelos Senior refrigerados. Já os da Lagoa acabaram junto com o serviço.

O caderno Zona Norte do Globo, de 04/12/97, divulgou a seguinte novidade:

MICROÔNIBUS NA LEOPOLDINA

A ligação entre os bairros de Inhaúma e Bonsucesso passará a ser feita também por microônibus da linha 908. Eles têm capacidade para transportar 22 passageiros sentados e 15 em pé. A tarifa é a mesma dos ônibus convencionais: R$ 0,60. A iniciativa visa a coibir o transporte de passageiros por vans.
Fri 12-Jun-2009 14:46
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
O Lagoa Orla acabou um pouco depois de agosto, em setembro e outubro eu cheguei a usar as linhas pra ir do campus da UFRJ da Praia Vermelha pro Humaitá. Era melhor e mais rápido que ir de 592, o problema era passar. Mas quando andei era de Carolina, se não me engano da Vila Isabel e/ou da São Silvestre. Wed 17-Jun-2009 22:15
Posted by:Fernando
Curioso é que depois de agosto não vi mais nenhum carro na 504 ou 505. Salvo engano, TAU, Alpha e Transurb tiraram seus ônibus antes.

Vila Isabel, Estrela Azul e São Silvestre mantiveram seus Carolina originais até 2003 ou 2004...
Sat 20-Jun-2009 01:30
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
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Wednesday, 20-May-2009 20:38 Email | Share | | Bookmark
Pasta 134 - Grupo TAU: Amigos Unidos, Ocidental, Santa Sofia

53016 - Urbanuss 1721
53254 - Agilis 8.140
43066 - Urbanuss F94
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Na última semana, as especulações e discussões sobre o futuro do grupo TAU, composto de Ocidental, Santa Sofia e Amigos Unidos, se intensificaram. Passando ao largo de maiores análises, que farei depois, mostro algumas fotos de tempos nos quais as três empresas compravam ônibus 0km.







Fotos: Acervo Luiz Eduardo/ autoria desconhecida. Volte sempre!

A foto do carro 53254 (Ciferal Agilis) é de minha autoria (tirada na garagem da saudosa Santa Sofia, no dia 31-10-98).
Parabéns por estas ótimas pastas. Abraços. Edegar.
Thu 20-Aug-2009 13:09
Posted by:Edegar Rios Lopes Filho edrioslopes@ig.com.br
bom dia estou precisando muito deça linha de onibus 857 jardim sete de abril campo grande
a enpreza oeste colocou a linha 873 mais demora muito tempo
porque eles colocarão varios onibus via goveia e um via paciencia
entamo nessecitando muito dessa linha de vouta
na parte da manha ficar uma fila muito grande para pegar o onibus
Mon 21-Sep-2009 13:08
Posted by:altair
A TAU infelizmente pegou os Sveltos VW 17-230 de volta da Ociental !!!!!estao na 175 com ar desligado....Aos poucos a Ocidental vai morrendo nas maos da TAU...Essa Infeliz de empresa miseravel que deixa a população da zona oeste na mão...e revoltante ver isso..olha que a copa e o rio 2016 esta ai na cara!!!!! Tue 13-Oct-2009 20:10
Posted by:Felipe
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Wednesday, 20-May-2009 18:47 Email | Share | | Bookmark
Pasta 133 - Friburguense em 1967

Publicidade de Motores Perkins (1967)
Mais uma imagem do Marinaldo Jr. Essa propaganda é interessante pelo que se lê e pelos elementos de época.

Antigamente era possível ver mais anúncios de ônibus e caminhões nas revistas de grande circulação. Montados sob a forma de testemunhal, tais peças tinham as vantagens de identificar o público-alvo com uma situação real de uso do produto e, ao mesmo tempo, conferir boas referências . Até hoje podemos ver esta estratégia em propagandas do ramo: a MBB, por exemplo, usa frequentemente a paranaense Garcia em seus comerciais.

Temos, na figura abaixo, a Perkins vendendo as qualidades de seu motor. A escolhida para testes foi a Viação Friburguense, que operava Rio x Friburgo. Com o novo equipamento, a viagem passava de 3h40 (lembrem-se que os ônibus dos anos 60 eram mais fracos e o percurso era maior) para 3 horas. A Perkins, atualmente, trabalha com motores pesados, e a Friburguense seguiu o roteiro das empresas pequenas e foi engolfada por uma maior.




Acervo: Marinaldo Jr. Volte sempre!

Segundo o avô de minha esposa, que foi maquinista no tempo da Leopoldina, o ramal que atendia Madalena, Vsconde de Imbé, Trajano, Triunfo e Conceição de Macabu partia de Conde de Araruama, onde encontrava com o outro ramal que ligava Campos à Visconde de Itaboraí. De Macaé havia um ramal que ia para Glicério. O ramal que passava por Cantagalo vinha de Campos passando por São Fidélis e Pureza. Ainda segundo ele, em Bom Jardim haviam algumas lotações que faziam linhas de Bom Jardim para Duas Barras e Barra dos Passos. Thu 28-May-2009 01:19
Posted by:Anderson Sousa Feijó andersonsousafeijo@yahoo.com.br
É, eu também acredito que o pouco que houvesse de transporte por ônibus na região devia ser feito por particulares ou pequenas empresas nas então chamadas
"jardineiras", ligando no caso as cidades por onde o trem passava com seus distritos, ou com aquelas onde o trem não passava, como é o caso de Duas Barras e S. S. Alto.

De qualquer forma se hoje, em pleno 2009, ainda tem casos de pequenas cidades sem linha direta com a capital, como a própria Duas Barras, Sumidouro e São José do Rio Preto, por ex, nos anos 60 apenas as cidades mais desenvolvidas como Friburgo deviam ter linha regular com uma freqüência razoável para Niterói ou Rio.
Fri 29-May-2009 01:04
Posted by:Marinaldo Jr.
Quero dizer que achei muito legal essa publicidade mostrando o ônibus da extinta Viação Friburguense. Quando esta empresa operava a linha para o Rio eu era bem pequeno mas tenho lembrança dos ônibus na cor azulada com um cavalo branco pintado na lateral. A empresa foi vendida para a Salutaris no início da década de 70 que posteriormente devido a problemas burocráticos e jurídicos, segundo informações, pois a concessão passada pela antiga empresa a Salutaris não era via ponte quando inauguraram a ponte Rio-Niterói a 1001 pressionou, pois ela era detentora da linha N.Friburgo-Niterói, e no início da década de 80 a linha passou para a 1001, que opera na mesma até hoje. Na época da Viação Salutaris ela operava uma linha para o Rio partindo da cidade de Macuco (que na época era município de Cordeiro). A Faol operava linhas intermunicipais de Friburgo para as cidades do Centro Norte (Bom Jardim, Monerat, Cordeiro, Macuco, Cantagalo, São Sebastião do Alto e Santa Maria Madalena). Para as cidades de Duas Barras e Sumidouro não sei que empresas faziam o transporte. É interessante mencionar também que o fundador da Viação Friburguense recebeu uma monção na ALERJ, não lembro de seu nome sei que ele é da família Chevrant e foi homenageado por uma proposta do Deputado Olney Botelho, que é de Friburgo.
Espero ter contribuído
Super abraço
Fri 26-Jun-2009 00:58
Posted by:J.Marcos joaommaraujo@yahoo.com.br
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Wednesday, 13-May-2009 11:25 Email | Share | | Bookmark
Pasta 132 - Rio (Praça XV) x Niterói (Barcas)

117.100 - Alvorada '87 1315
185.227 - Viale 1721
185.095 - Torino GV 1620
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Rio e Niterói, apesar da separação imposta pela Baía de Guanabara, sempre tiveram laços funcionais muito fortes. A antiga capital federal e a capital do Estado do Rio passaram a contar com o serviço de transporte aquaviário na segunda metade do século 19, posteriormente sendo adequado para o transbordo de veículos automotores.

A greve da CONERJ (Companhia de Navegação do Estado do Rio de Janeiro), em 1983, fez surgir o embrião da famosa 100D. À época, o polêmico governador Leonel Brizola autorizou um esquema especial de transportes para suprir a falta das barcas. Tal sistema era operado prioritariamente pelas empresas privadas da área: uma delas é a Mauá, que também conseguiu a permissão para operar um serviço especial ligando Castelo a Alcântara via Dr. March e São Gonçalo.

Nos anos 90, a Praça Araribóia x Praça XV se tornou uma linha mais regular, virando efetiva opção às barcas. Ela continuava com a Mauá (540D) mas já contava com o reforço da Rio Minho (022D) e, a partir de 1995, da Rio Ita. A frota era variada, podendo ter Vitória Mercedes e Scania, Torino GV Mercedes, Ford e Volvo, Nielson Urbanus ou mesmo monoblocos rodoviários. Entre 2000 e 2002 o grupo Rio Ita sai da linha e a Mauá assume sua parte, renumerando a linha para 100D.

A atual Praça XV x Niterói é uma linha muito rentável, tanto pelo trajeto menos exigente (curto, velocidade média relativamente alta) quanto pelo grande fluxo de passageiros, conferido pela intensa ligação entre o Rio e NIterói. A Mauá faz um serviço inegavelmente bom e soube fidelizar os muitos passageiros do trecho, mas outros fatores menos cotados ajudam a explicar o serviço:

* a falta de ligações entre bairros de São Gonçalo, Itaboraí e o Centro do Rio: grande parte dos usuários da 100D salta nos primeiros pontos após a Ponte, fazendo o transbordo para linhas de Niterói para São Gonçalo e Itaboraí. A falta de linhas para pontos específicos das duas cidades, embora justificável pelo ponto da demanda irregular, turbina a Niterói x Praça XV como linha de conexão;

* a falta de ligações entre as Barcas e o eixo Pres. Vargas/Leopoldina: as linhas da Ingá, da 1001 e da Garcia, quando não passam pela Jansen de Melo, vão pela Alameda (730D). A opção neste trecho, Charitas x Gávea via Lapa, teve um tratamento irregular por parte da 1001 e atualmente encontra-se desativada;

* a falta de linhas auxiliares no Caju e em São Cristóvão: a 100D tem numerosa demanda, não atendida pelas Barcas e concentrada no eixo Arsenal de Marinha x Praça Mauá x Rodoviária. Chegando no Caju, os ônibus estão cheios mas precisam comportar os passageiros do bairro e das proximidades. Uma solução viável seria a uniformização da 702 (Niterói x São Cristóvão, ABC), igualando sua tarifa com a da 100D e, de quebra, alterando o itinerário para incluir o Metrô de São Cristóvão. Desta forma, expressiva parcela dos passageiros do Méier e da Tijuca que vai até a Praça XV poderia economizar tempo e distância.

Como curiosidade, a prefeitura carioca implica com a Niterói x Praça XV desde o governo Conde. Talvez por considerar que a ligação entre as duas cidades tenha de ser feita pelas Barcas - e esquecendo a ausência de integração intermodal para atender aos passageiros fora do Centro, por sinal - a linha foi modificada algumas vezes. No Plano Diretor de Transportes, a linha de ônibus é considerada uma concorrente predatória do serviço aquaviário.


A Coesa operou a Niterói x Rio em caráter emergencial. Atualmente a empresa não opera no centro da antiga capital fluminense.


Os Vitória Scania da RIo Minho podiam ser vistos em duas linhas muito diferentes: a Niterói x Piabetá (511Q) e a Niterói x Praça XV (022D). No início de 99 o 166.024 rodava no centro carioca.


As renovações 1995 da Mauá tiveram como destino certo duas linhas também muito diferentes entre si: a Alcântara x Méier (533D) e a sua parte da Niterói x Praça XV, 540D. A linha só ganhou visibilidade com os novos Viale BelloBus (99 a 2002) e com a nova numeração - 100D.


Duas coisas que pouca gente esperava ver na Mauá: serviço refrigerado na 100...


...e ônibus da VW.

Acervo: Luiz Eduardo/ fotos Cia. de Ônibus. Volte sempre!

Os carros da Caravelle rodam apenas um na Nova Aurora e outro na Roncale que vai até Areia Branca.

Os carros da Evanil para Nova Iguaçú não rodam mais, segundo os funcionários da empresa, por excesso de vandalismo durante a madrugada.

A Nª Sª da Penha mantém um carro na linha Cascadura-Nova Iguaçú.

O curioso é a Vera Cruz de Belford Roxo manter o bacurau da Pavuna-Miguel Couto rodando apenas de Segunda a Sábado. Domingo não roda. E a Santa Maria manter o bacurau da Pavuna-Austin rodando somente aos domingos. De Segunda a Sábado não rodam.

Eu nunca vi a 350, 629, 685, a Caxias-Freguesia e a Central-Raiz da Serra na madruga. Mas sempre tem carros da Tinguá. A Santo Antônio também roda, mas acho que só tem um carro.

A Caprichosa mantém, pelo menos, 1 micro na linha 774 e outro na 940. E a sua co-irmã Três Amigos um micro na 712. Nas noites de maior movimento cada linha operam com dois carros em intervalos de meia-hora a 45 minutos. Mas no carnaval me deixaram 3 horas esperando, pois não circularam por medo de vandalismo.

A verdade é que se não fosse a violência na cidade, teríamos muito mais movimento a noite e muito mais opções de transportes.
Fri 29-May-2009 23:46
Posted by:Carlos Linhares carloslinhares@yahoo.com.br
Carlos, nunca vi a 541 rodando na madruga e segundo um motorista o ultimo carro sai de Cascadura 2h Sat 30-May-2009 14:29
Posted by:André Luiz dos Santos asarj@oi.com.br  - [Link]
Muitas empresas operaram esse serviço Rio x Niterói - Brasilia, Barreto, Galo Branco, Pendotiba, CTC e Miramar são sa que eu lembro Thu 4-Jun-2009 00:42
Posted by:Alex - Niterói/RJ - OCD
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Wednesday, 6-May-2009 21:37 Email | Share | | Bookmark
Pasta 131 - Tijuca em 1982

Saens Peña em 1982
Foto da Praça Saens Peña em 1982, logo após a abertura da estação metroviária. Agradeço ao Marinaldo Jr, visitante assíduo do site, por ter cedido um belo conjunto de imagens.

Nota-se, pela visão mais ampla, a nova arrumação da praça, um dos maiores subcentros cariocas. Pelo pouco movimento nas calçadas e na Conde de Bonfim, pode-se presumir que seja sábado ou domingo.

O fim das obras do Metrô foi um alívio para os comerciantes da área. A Khalil M. Gebara, famosa casa de tecidos, aproveitou a inauguração da estação para atrair os clientes oferecendo bilhetes grátis.






Acervo: Marinaldo Jr./ Revista Manchete (?).

Volte sempre!

Não, o número da linha era na capelinha de fato e, na capela lateral, não tinha número: ora, não era nada, ora foi o loogotipo da Oriental. Tue 12-May-2009 18:17
Posted by:Marcelo
Um esquecimento: no período de conhecer Realengo e morar de fato no bairro, ALGUNS Amélias da Santa Sofia tinham a capelinha onde, nesses mesmos Amélias, NÃO havia NADA na capela lateral e vi nessa situação no 53172 no 786 sentido Campo Grande na Avenida de Santa Cruz na altura do extinto CB - Casas da Banha (hoje em dia, IURD em Realengo) e a via citada ainda era de mão dupla em 1985 onde esteve nessa situação até Março de 1991. Thu 14-May-2009 04:40
Posted by:Marcelo
TRANSPORTADORA TINGUÁ - Fase 1990

20 Caio-Padron Vitória MB 1315 ano 1988 - RJ156.019, 156.020, 156.021, 156.022, 156.023, 156.024, 156.025, 156.026, 156.027, 156.028, 156.029, 156.030, 156.031, 156.032, 156.033, 156.034, 156.035, 156.036, 156.037, 156.038 eram 490, 491, 492, 493, 498, 499

9 Caio-Padron Vitória MB 1315 ano 1989 - RJ156.010, 156.011, 156.012, 156.013, 156.014, 156.015, 156.016, 156.017, 156.018 eram 490, 491 e 492

12 Caio-Padron Vitória Volvo B58 ano 1990 - RJ156.070, 156.071, 156.072, 156.073, 156.074, 156.075, 156.076, 156.077, 156.078, 156.079, 156.080, 156.081 eram 490 e 492
Thu 14-May-2009 15:10
Posted by:unnamed jefferson.gfaria@hotmail.com
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Monday, 4-May-2009 09:44 Email | Share | | Bookmark
Pasta 130 - Linhas do Rio de Janeiro: Centro

100080 - Metropolitana
100332 - Gabriela II OH1315
7132X - Senior G4 812
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O centro carioca é um ponto terminal de linhas provenientes de toda a cidade e da Região Metropolitana. Para facilitar a circulação local, foram criados vários serviços restritos ao Centro.

Via de regra, as 0XX eram operadas pela CTC. A famosa 010, antiga Mauá x Fátima e atual Central x Fátima, rodava com a Mosa mas depois foi para a estatal. Resumidamente, havia as seguintes linhas 0XX:

001 - Praça Mauá x Aeroporto (via Rio Branco, Praça XV, Cinelândia, Castelo, Av. Beira-Mar, Uruguaiana - Circular Centro/Verdun)
003 - Estrada de Ferro x Castelo (via Visconde de Inhaúma, Rio Branco, Av. Beira-Mar, Primeiro de Março - CTC)
004 - Rodoviária x Castelo (via Central, Rua Camerino, Av. Passos, Arcos da Lapa, Passeio. Volta via Mem de Sá, Campo de Santana, Túnel João Ricardo - CTC)
005 - Rodoviária x Aeroporto (via Santo Cristo, Visconde de Inhaúma, Rio Branco, Av. Beira-Mar, Praça XV, Visconde de Itaboraí - CTC)
006 - Hospital dos Servidores x Lapa (via Campo de Santana, Frei Caneca, Av. Henrique Valadares, Cruz Vermelha, Rua do Riachuelo. Volta via Tiradentes, Campo de Santana, Central, Av. Venezuela - CTC)
010 - Bairro de Fátima x Central (via Passeio, Castelo, Praça XV, Praça Mauá - CTC)


Com o primeiro fechamento da CTC, em 89/90, as linhas 004 e 005 foram desativadas e a 010 começou a ser operada em pool. Antes do fechamento definitivo a 003 e a 006 não rodavam mais.

Por serem muito curtas, a tarifa das circulares Centro era diferenciada. A instituição da tarifação única, em 1993, mexeu justamente com elas e conferiu uma importante vantagem comparativa em relação aos outros serviços municipais. Enquanto linhas como as da Zona Oeste transportam o passageiro por 30 ou 40 km por 2,20, o usuário da C10 paga os mesmos 2,20 para ficar três pontos no ônibus.

Aproveitando o numeroso público que trabalha no Centro e precisa deslocar-se, a Verdun criou em 1991 o Centro Rio. A linha, operada por Senior G4 semi-rodoviários, tinha tarifação diferenciada e opções de integração com o Metrô. A parte mais dinâmica do Centro era atendida, notadamente o eixo Aeroporto x Castelo x Rio Branco x Praça Mauá. Infelizmente o serviço não durou muito tempo, mas sinalizou a possível demanda que linhas de padrão superior poderiam ter.

Por fim, recentemente foi criada a linha de integração com o trem. Fazendo o itinerário Central x Castelo via Carioca e Tiradentes (não confundir com a antiga 003), o serviço especial é operado pela São Silvestre. Embora haja a necessidade de uma linha complementar à C10, a Trem-Ônibus encurtou sobremaneira a distância entre a Central e o centro financeiro do Rio.



Metropolitana dos anos 60 circulando no centro da antiga capital federal. A 003 lembra a atual Trem-Ônibus, mas passava por ruas como a Visconde de Inhaúma.


A CTC adquiria ônibus com motor traseiro/central e, quando possível, suspensão pneumática. A C10 rodou com Gabriela II OH-1313 por um longo tempo.


Folder do Centro Rio, linha 001 (Aeroporto x Praça Mauá). Destaque para o slogan "Pense Grande, Pense em Micro".


O layout do Centro Rio, cinza grafite, é semelhante ao do Rio Orla (verde), Barrinha (azul) e Urca (rosa).


Os últimos carros da Amigos Unidos na C10 foram os Thunder+ 915...


...sendo seguidos pelos Vip 1721 com ar da Transurb, na fase de transição.

Acervo: Luiz Eduardo/ fotos Cia. de Ônibus. Volte sempre!

Carlos, a 003 da Saens Peña é a SE003, Castelo x Grajaú. A linha roda desde 1997, mas a empresa não colocava o número nos ônibus...

Sat 9-May-2009 23:08
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Ah, entendi. Obrigado, Eduardo. Realmente não a vi rodar em direção ao Grajaú. Só com a vista para o Castelo.

Sun 10-May-2009 19:47
Posted by:Carlos Linhares carloslinhares@yahoo.com.br
003-Grajaú x Castelo atual Saens Pena Wed 26-Aug-2009 17:18
Posted by:JJJ
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