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Chopp Duplo

By: Luiz Eduardo

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Tuesday, 18-Jan-2011 22:47 Email | Share | | Bookmark
Bem-vindo ao Chopp Duplo!



Bem-vindo ao site. Abaixo vão alguns pontos importantes:

* aqui NÃO terá novidade o tempo todo. Se puder colocar, ótimo, do contrário, vários outros colegas o farão com mais rapidez;
* discordâncias são saudáveis e devem existir. No entanto, o bom senso prevalecerá: discussões pessoais ficarão no pessoal, ninguém é obrigado a saber de problemas dos bastidores;
* da mesma forma, as reclamações por si sós serão encaminhadas aos órgãos competentes. Aqui, elas serão acompanhadas por sugestões, já que nos propomos a falar um pouco dos transportes;
* não tenho contato direto com nenhuma empresa. Quando for o caso, recorra aos links colocados na lista anexa;
* fotos originais, só pedir (luizepsls@gmail.com)


Volte sempre!


Tuesday, 18-Jan-2011 13:42 Email | Share | | Bookmark
Pasta 155.1 - Passeio pela Região dos Lagos

108.112 - Viaggio G6 K94
108.269 - Viale 1722
108.269 - Viale 1722
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Viaggio 2004 da B130 - Macaé x Cabo Frio. A direta custa 12 reais.

Mega 2009 da B460 (101) - Cabo Frio x Bacaxá via Araruama. Todas as linhas Detro da Salineira e Montes Brancos cobram 3,55, exceto os tarifa A.

Viaggio 2008 da Macaense, também na B130. Aos poucos estes ônibus são repintados.

Visão geral do centro de Cabo Frio.




Na MB26 (Niterói x Araruama roleta) rodam alguns carros saídos das linhas cariocas. Exemplo é este Pluss 2008.

Após parar de rodar no serviço municipal de Araruama, a Montes Brancos retornou às linhas há alguns anos.

A 1001 também opera linhas rodoviárias para o Rio, Niterói e Macaé, com Viaggio 2010...

...e Viaggio 2004 sem AC.

Praia em Araruama...

...um curioso orelhão...

...e a decoração de Natal.





Viale 2006 AC em dois momentos: na Niterói x Araruama tarifa e, 3 anos depois, fazendo a B135 - Macaé x Rio Bonito via Rocha Leão. A linha tem uma das maiores tarifas cobradas em serviços urbanos: 18 reais. Talvez por isso o AC estivesse ligado no dia da foto.

A Rio Ita é a principal empresa de Rio Bonito. Ela opera dali para Alcântara (MB33)...

...Silva Jardim (B110)...

...Araruama e Saquarema (B100/B105)...

...Niterói (MB10/MB18) e Praça XV (MB17).

Um dos Torino GV 96/97 da Rio Ita. Muitos começaram em Rio Bonito, outros foram rodar na antiga Alcântara x Penha (723D).

Spectrum da São Geraldo, operadora municipal de Rio Bonito.

Uma das ruas próximas à linha férrea da cidade.


Duas fotos do centro de Rio Bonito.




A 533D - Alcântara x Méier, operada pela Mauá, atende a bairros como o centro de São Gonçalo, o Barreto, a área da Dr. March, Bonsucesso e Del Castilho. Roda com carros urbanos e alguns Ideale 1722.

Além da Mauá, temos a Rio de Janeiro com a 122Q - Alcântara x Magé e a 125Q - São Gonçalo x Aldeia da Prata.

Vista de Alcântara, próximo à RJ-104.


Aonde doar mantimentos para os desabrigados da Região Serrana?

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/chuvas-no-rj/noticia/2011/01/saiba-como-ajudar-os-desabrigados-da-chuva-na-regiao-serrana-do-rio.html

Além dos locais indicados no link, há a coleta organizada pelo amigo Rodrigo Salles (http://onibuslegal.fotopages.com/?entry=2128321&back=http://onibuslegal.fotopages.com/?page=0#CommentsTop)

Acervo Chopp Duplo.


Sunday, 16-Jan-2011 23:50 Email | Share | | Bookmark
Pasta 155 - Passeio pela Região dos Lagos

150.200 - Viaggio G6 1722
108.807 - Viale 1722
108.605 - Viaggio G6 1722
View all 25 photos...
Fotos de um passeio pela Região dos Lagos. Comecemos por Unamar, localidade do segundo distrito de Cabo Frio (Tamoios) cortada pela RJ-106. A poucos quilômetros, no sentido Macaé, chegamos a Barra de São João e Rio das Ostras.

Embora o transporte municipal de Cabo Frio seja operado pela Salineira, o segundo distrito é dominado pela Macaense/1001. As linhas mais frequentes são aquelas para Macaé e Rio das Ostras, além da Macaé x Cabo Frio, Macaé x Búzios e os serviços rodoviários para o Rio e municípios do Norte e Noroeste. Pela Viação Teresópolis correm alguns horários da Teresópolis x Rio das Ostras. A Salineira fica com algumas linhas entre Santo Antônio, Búzios e o distrito-sede.



Viale 2008 com vidro norma e piso de alumínio, na B434 - Macaé x Unamar. Esses carros começaram na Charitas x Leme e subiram para Macaé quando a 1001 assumiu as linhas suburbanas da Macaense.


Viaggio 1722 2006, inicialmente efetivo nas linhas Charitas e Itaipu x Castelo. Agora eles podem ser vistos na Macaé x Unamar e na Rio das Ostras x Unamar.


Volare Ligeirinho de 2005, ainda operante nas linhas intermunicipais.


A Macaense ainda opera algumas linhas rodoviárias, como a Rio x Rio das Ostras.



Viale 2007/2008 da 1001, com ar ligado na 996 e desligado na B434. O setor do carro também foi transferido, agora ficando em Macaé.


Torino a serviço da Salineira, na Búzios x Santo Antônio.


A RJ106 começa em São Gonçalo e termina em Macaé. Embora seu trecho mais conhecido seja aquele entre Niterói e Araruama, ela é importante para o acesso a Macaé e a circulação de Rio das Ostras.

Acervo Chopp Duplo.





Saturday, 26-Jun-2010 22:33 Email | Share | | Bookmark
Pasta 153 - Esperando os micrões...

42656 - Torino 1722
Recentemente a Acari passou a testar carros convencionais na 667, aos fins de semana. Os escolhidos sempre são alguns Torino 2008.

Espera-se que a empresa troque os Senior 2003 este ano, por carros mais adequados à demanda da linha.



Saturday, 26-Jun-2010 21:56 Email | Share | | Bookmark
Pasta 152 - Micros...

42654 - Carolina V 812
19634 - Carolina V 8.140
59053 - Senior G6 814
View all 34 photos...
Os micro-ônibus, ou micros, são uma realidade no transporte das pequenas, médias e grandes cidades. Adotados em vários serviços, os usuários geralmente se dividem entre as vantagens de um veículo mais ágil e o saudosismo dos ônibus maiores.

Na verdade, o transporte por ônibus, nos moldes que conhecemos atualmente, se iniciou com veículos de capacidade semelhante aos atuais micros com elevador para PNEs. A Lei 755, de agosto de 1953, explica o uso de cada veículo:

Art. 7º - As linhas de auto-ônibus e micro-ônibus, quer de empresas, quer
individuais devidamente autorizadas até a data da publicação desta lei, serão
mantidas até que seja posto em execução o Plano de Transporte Coletivo, quando
será feito o seu enquadramento na forma estabelecida pelo plano a ser aprovado.
§ 1º - A partir do exercício de 1954 não serão licenciados micro-ônibus com
capacidade inferior a 16 (dezesseis) passageiros, ou relicenciados aqueles que
tenham capacidade inferior a 10 (dez) passageiros, nem serão renovados, a partir de
1955, as licenças de micro-ônibus de menos de 16 (dezesseis) passageiros, exceto na
zona rural, permitindo-se, porém, aos atuais proprietários destes últimos veículos
devidamente registrados no corrente exercício no Departamento de Concessões,
substituí-los pelos de capacidade mínima de 16 (dezesseis) passageiros.
§ 2º - Nas linhas de micro-ônibus, em qualquer hipótese, terão preferência os
veículos com capacidade para 20 (vinte) passageiros
.

Com o tempo, os ônibus deixaram de ser um meio complementar aos bondes e trens e assumiram maior protagonismo no transporte de passageiros. Tal fato motivou o aumento do tamanho entre as décadas de 1970 e 1990 e a realização de projetos como o Padron (pasta 023), aplicado apenas parcialmente.

A demanda cativa fez com que as empresas cariocas usassem veículos longos em boa parte de suas linhas, mesmo com deficiências na operação. Os anos 90, entretanto, trouxeram um novo quadro com vários problemas:

-> a importação de vans asiáticas, que foram adotadas como concorrentes a muitas linhas de ônibus;

-> a liberação do serviço alternativo, que passou a competir diretamente com os ônibus e, em muitos casos, esvaziá-los. Os casos mais dramáticos estão na Zona Oeste;

-> a estabilização da economia e a maior vendagem de carros particulares, o que afeta diretamente o transporte coletivo;

-> o inegável descontrole das gratuidades, que reduz a proporção de pagantes no sistema.

Dadas as limitações acima, o caminho escolhido por muitos empresários foi o de expandir suas frotas com micros em caráter complementar: conseguindo colocar um carro menor no intervalo entre dois maiores, o alternativo se enfraquece. Nesta época a criação de serviços especiais, onde o objetivo não é oferecer um transporte comum, explode. Vemos abaixo um trecho de reportagem sobre a famosa Afonso Pena x Barra Shopping, da Tijuquinha:


Uma boa notícia para os tijucanos que costumam freqüentar a Barra: a Viação Tijuquinha acaba de pôr à disposição de seus clientes mais oito microônibus - além dos 20 que já faziam parte da frota - da linha 225, que liga os dois bairros. Pelo menos até agora, a novidade foi bem recebida pelos passageiros, principalmente pelos clientes e pelas pessoas que trabalham nos shoppings da região. - Costumo pegar o Tijuquinha todos os dias e normalmente fico no máximo dez minutos no ponto. Se eu já achava que valia a pena pagar um pouco mais, agora, então, não penso duas vezes antes de esperar pelo microônibus - conta Solange de Souza. Com capacidade para 26 passageiros, os microônibus dispõem de aparelhos de ar-condicionado, de televisão e de videocassete.




Infelizmente, a operação dos micros como veículos complementares degringolou com o tempo, reflexo direto da expansão dos alternativos. Tomemos como exemplo a Estrela: de 165 ônibus em 1999, sendo 15 micros em aumento direto de frota, a frota passou a 159 ônibus em 2004. A oferta de lugares foi ainda mais reduzida se considerarmos que 5 das 6 linhas (651, 652, 653, 678 e 711) tiveram todos seus ônibus convencionais substituídos por micros.

O uso dos micro-ônibus caiu lentamente em desuso a partir de 2005, com o micromaster (ônibus de 35 lugares sem cobrador) e o RioCard, forçando o retorno de muitos passageiros ao sistema regular. Embora empresas como Jabour, Via Rio, Auto Diesel e Transurb os utilizem por razões específicas, há clara tendência à aquisição dos micrões, considerados mais flexíveis por parte do empresariado, mas com adoção a ser pensada com cuidado.

Equívoco comum é acreditar que o porte dos ônibus está diretamente relacionado ao porte da cidade. Embora a população influa na quantidade potencial de clientes no sistema, deve-se considerar também que as cidades grandes oferecem mais opções de destino além do Centro. Além disso, há necessidade de linhas locais que nem sempre terão grande procura e serão adequadas ao uso de veículos menores.


A Acari trocou a frota da Fazenda da Bica x Madureira por 2 micros em 1995...


...e a Três Amigos renovou a frota da 956A/B (Invernada x Penha IAPI via Ramos e via Penha) em 2001.

A Matias operou 6 Senior 98 na 606 Méier/Boca do Mato, até 2000.


Também nesta época a Lourdes operou a 312 Ramos e a 622 Bonsucesso, com micros especiais.


A Andorinha iniciou o uso dos micros em linhas como a 800 e a 745, em complementação de frota. A nova administração, vinda em 2005, aumentou a frota da empresa com micros e os destinou a linhas como a 746 e suas variantes.


A Pavuna x Parque Colúmbia, que concorria com kombis pintadas de amarelo, era operada pelos Carolina "pavão".


Já a Transurb usa seus micros basicamente em Santa Teresa, como alternativa à falta de espaço do bairro.


Por sua vez, a Vila Real investe na micronização de linhas como 773 e 778, objetivando combater o alternativo e oferecer ao passageiro melhores opções de horários. As linhas do Centro, 362 e 378, continuam com convencionais.

Acervo Chopp Duplo.


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