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Chopp Duplo

By: Luiz Eduardo

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Saturday, 26-Dec-2009 14:23 Email | Share | | Bookmark
Pasta 148 - Méier (2 anos do site!)

05 - Viaggio G4 O371RS
25525 - Rio 1618
25533 - GLS 94 1620
42517 - Cermava
42514 - GLS 94 1620
42636 - Torino LN 1620
59049 - Rio 1315
59027 - Vitória 1620
58526 - Cidade I 1721
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Pasta atrasada, mas especial, para comemorar os dois anos do site. Agradeço aos colaboradores, aos comentantes frequentes, aos eventuais e aos visitantes.

Para comemorar os dois anos, com quase uma hora de atraso, seguem algumas imagens do transporte aqui no Méier. Como de praxe, o espaço de comentários está livre para quaisquer dúvidas, correções, críticas e comentários. Curtam as fotos!




O frescão da Matias começou a rodar em 1975, como Castelo x Eng. de Dentro via Frei Caneca (AS05). Posteriormente foi criada a Castelo x Méier. Em 91 a linha do Eng. de Dentro voltou e roda até hoje, ao contrário da Castelo x Água Santa (criada em 92).





O eixo Méier x Centro é atendido por várias linhas, passando por caminhos diferentes entre si: São Cristóvão (277, 474), UERJ/Radial Oeste (247, 249, 254, 383, 391, 232), Tijuca/Estácio (238, 239).




Para a Zona Oeste, temos a Bangu (383), a Andorinha (391, 684) e a Ocidental (689). A Méier x Campo Grande é a principal linha do grupo.





Indo para a Leopoldina, várias linhas podem ser escolhidas: 680, 673, 679 e 676. Algumas em trânsito, como o quarteto 621/22/23/25, também servem ao Méier.



As duas circulares do Méier são as linhas 661 e 662, atendendo a bairros como Cachambi, Maria da Graça e Del Castilho. Operadas pela Caprichosa, ano passado foram vendidas para a Lourdes.





Várias linhas ligam o Méier a Cascadura, Madureira, Irajá e Pavuna: 685 (Mercadão, Rocha Miranda, Coelho Neto), 669 (Portela, Marechal Hermes, Guadalupe), 653 (Madureira, Marechal Hermes) e 687/88 (Irajá, Coelho Neto, Pavuna)




Para a Zona Sul, temos 6 linhas: S09 (Lins x Leme, via Santa Bárbara), 456 (Norte Shopping x General Osório), 457 (Abolição x General Osório), 455 (Méier x Copacabana), 474 (Méier x Jardim de Alah) e 476 (Méier x Leblon), a única que passa nas proximidades da Gávea e do Jardim Botânico.




Para Jacarepaguá e a Barra, há empresas como a Transurb (691), Redentor (266, 636, 691), Futuro (267) e Litoral Rio (690)


Inesperadamente, a Três Amigos iniciou a 638A (Méier x São Francisco Xavier/ metrônibus). A linha, parcial da 638, custa 2,20 na passagem normal.





Há 7 linhas intermunicipais no Méier:

560L - Caxias x Méier (Bicão, Norte Shopping) Vera Cruz
560L - Caxias x Méier (Bicão, Eng. de Dentro) Vera Cruz
533D - Alcântara x Méier (São Gonçalo, Av. Brasil, Del Castilho) Mauá
534D - Alcântara x Piedade (São Gonçalo, Av. Brasil, Del Castilho, Méier, Dias da Cruz) Mauá - linha inativa
543L - Nova Iguaçu x Méier (Deodoro, Eng. de Dentro) N. S. da Penha
544L - Nova Iguaçu x Méier (Deodoro, Norte Shopping) N. S. da Penha
729L - São Vicente x Méier (Coelho da Rocha, Pavuna, Madureira) Flores.


Cia. de Ônibus
Luiz Eduardo
Acervo Chopp Duplo (autoria desconhecida).

Volte sempre!

o seu site esta no topo dos sites pois não se resume só em fotos mas tem muita imformação de qualidade também eu atualmente estou fazendo uma monográfia sobre a imfelismente instinta oriental com relação de carrocerias chassis anos das carrocerias modelos muita imformação que tenho nesses 25 anos que acompanhei a empresa desde a sua ascenção até a sua dramatica derrocada e muita imformação eu pego do seu site no qual no fim desse meu trabalho darei os devidos créditos parabens seu site é otimo. e outras historias que tenho na minha memoria historas que so eu tenho pra mim é um trabalho muito importante pro futuro e pras novas gerações de busulogos que virão espero contar com a sua ajuda com imformações e no que eu puder ti ajudar é so contar comigo um abraço e parabens pelos dois anos. Wed 20-Jan-2010 03:52
Posted by:marcos nascimento marcos_banner@hotmail.com
Postagens onde se discute de forma inteligente e saudável os rumos do transporte coletivo de passageiros, procurando buscar soluções para o mesmo.

Esse é o Chopp Duplo. Valeu LE e continue nesse caminho.

Grande abraço
Thu 21-Jan-2010 19:39
Posted by:Luiz Antonio Doria viajantedoria@gmail.com
Querem novidades? então visite o nosso novo portal, o Transportes e Cia do Rj!
visitem e comentem:

http://andre34.fotopages.com

obrigado e abraço!
Sat 23-Jan-2010 06:35
Posted by:André R.
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Thursday, 24-Dec-2009 16:50 Email | Share | | Bookmark
Bem-vindo ao Chopp Duplo!



Bem-vindo ao site. Abaixo vão alguns pontos importantes:

* aqui NÃO terá novidade o tempo todo. Se puder colocar, ótimo, do contrário, vários outros colegas o farão com mais rapidez;
* discordâncias são saudáveis e devem existir. No entanto, o bom senso prevalecerá: discussões pessoais ficarão no pessoal, ninguém é obrigado a saber de problemas dos bastidores;
* da mesma forma, as reclamações por si sós serão encaminhadas aos órgãos competentes. Aqui, elas serão acompanhadas por sugestões, já que nos propomos a falar um pouco dos transportes;
* não tenho contato direto com nenhuma empresa. Quando for o caso, recorra aos links colocados na lista anexa;
* fotos originais, só pedir (luizepsls@gmail.com)


Volte sempre!

Paula, desculpa a demora! Vamos lá:

* toda a Pau Ferro até Madureira: 562 (Caxias x Pau Ferro)
* toda a Pau Ferro até Cascadura: 732 (Cascadura x Gardênia Azul)
* esquina de Pau Ferro/Geremário até Madureira: 561 (Caxias x Freguesia)
* esquina de Pau Ferro/Geremário até Cascadura: 766 (Madureira x Freguesia), 748 (Cascadura x Barra), 690 (Méier x Alvorada)

Sat 21-Nov-2009 20:51
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
Pessoal, não deixe de visitar BUS DIVERSIDADE:

http://busdiversidade.fotopages.com/

Abraços a todos.
Sun 6-Dec-2009 18:00
Posted by:Alexandre Figueiredo alexfig_floripa@hotmail.com  - [Link]
não gosto de cerveja!mas,seu nome para onibus,aceito.chopp duplo,voce me disse q"quando estiver menos enrolado,me explicaria"no post"a tarifa única".gostaria das informações q te pedi nesse post. Sat 26-Dec-2009 01:44
Posted by:leonardo-pe rachelarnaldo@ig.com.br
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Wednesday, 9-Dec-2009 01:55 Email | Share | | Bookmark
Pasta 147 - A Tarifa Única

369 - Tiradentes x Pedra de Guaratiba (via Cachamorra)
864 - Bangu x Campo Grande
503 - Botafogo x Alto Leblon
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Post sobre a polêmica tarifa única carioca. Aviso de antemão que o texto será longo, mas contribuirá para o esclarecimento de alguns pontos que geralmente passam batidos em qualquer discussão sobre transportes. Não sou técnico da área mas sim geógrafo, o texto seguirá nesta direção. Comentários, críticas e correções serão bem-vindos.

1 – A Tarifa Única

Antes de tudo...o que é tarifa? Alguns estudiosos do meio a definem como preço público fixado para cobrar do usuário os serviços prestados. Tarifa também é um instrumento de política de distribuição de renda, de ordenamento espacial, de distribuição de demanda, e de comprometimento social.

Os ônibus cariocas, até 1993, adotavam o sistema de tarifação pela distância. Em janeiro do citado ano havia seis patamares, com a tarifa mais barata custando 80% da modal, e a mais cara, 264%. Em valores atuais, teríamos quantias entre R$ 1,75 e 5,80. As fichas, usadas pelos funcionários das empresas para demarcar os trechos de tarifa, foram adotadas como sinônimo de “passageiros transportados”.

A segmentação das tarifas trazia um problema social bastante importante. Por motivos geográficos, o Centro do Rio não se localiza na área central propriamente dita. Desta forma, a distância entre o extremo oeste da cidade (Campo Grande e Santa Cruz) ultrapassa facilmente os 50 km, o que elevava as tarifas para o patamar mais alto. Entretanto, proporção razoável da população de menor renda está na região, o que acarreta dupla desvantagem: salários menores e maiores gastos com transporte. A tarifa única soluciona tal impasse, mas criou outro descrito na comparação abaixo:

247 (Camarista Méier x Passeio) -> 50 passageiros por viagem, 17 km em cada perna, 50 minutos de viagem
381 (Castelo x Pedra de Guaratiba) -> 50 passageiros por viagem, 70 km em cada perna, 120 minutos de viagem.


Pode-se considerar que a linha da Verdun carregará proporcionalmente mais que a linha da Jabour. A explicação foge ao controle das empresas: muito resumidamente, quem mora perto do Centro tende a visitá-lo mais frequentemente, fora do fluxo pendular. O usuário da 247 pode ir e voltar da Rio Branco em menos de 2 horas, o que não acontece com quem mora na Estrada do Mato Alto ou na Pedra. Para este usuário, a linha até Campo Grande talvez seja mais importante.

Pela conjunção dos fatores acima, pode-se pensar que as empresas com linhas de perfil mais pendular (a Oeste é o exemplo mais direto) ficaram com problemas nas mãos. A solução veio embutida no projeto de tarifa única, mas nunca chegou a ser aplicada: uma câmara de compensação tarifária, que reduziria as distorções entre serviços tão díspares como a C10 (Central x Bairro de Fátima) e a 368 ou a 369.

A saída do problema veio em 2002, com a popularização do serviço refrigerado. A Oeste paulatinamente colocou AC em quase todas as linhas para o Centro, fortalecendo o serviço parador “quentão” até o metrô de Coelho Neto. A tarifa autorizada era o dobro da modal, o que equivale atualmente a R$ 4,40. Mais recentemente, a empresa passou a colocar ônibus rodoviários a R$ 7,00. A Jabour, que opera a 381, seguiu o mesmo caminho.

2 – Os Desdobramentos

O progressivo fim da tarifa única, com a autorização de serviços especiais que tomaram o lugar das linhas regulares, trouxe algumas consequências nem sempre óbvias e que vão além do inegável lado empresarial. Vamos a elas.

Quem usa ônibus sempre, para realizar variados compromissos, sabe que o orçamento pode dispensar os supérfluos mas não o transporte. Se a tarifa aumenta muito e o salário permanece o mesmo, os passeios de fim-de-semana e as compras no comércio se reduzem. Considerando que tal situação ocorre com uma população razoavelmente extensa, pode-se presumir que algumas linhas de ônibus tenham perdido clientela potencial. Exemplo é um hipotético morador de Santa Cruz, que não pode mais contar com a 399 Carioca a R$ 2,20. Sua opção mais barata para o Centro – exclusive o trem, que poderá exigir passagem de ônibus - será a 1131, a R$ 5,00. A diferença semanal pode bancar um passeio ao Bangu Shopping usando a 858 ou a 870, linhas da própria empresa.

A incompleta adoção da tarifa única, que redundou em seu virtual fim, acarreta outros problemas. O passageiro que paga R$ 4,40, 5,00 ou 7,00 por viagem, como dito no parágrafo anterior, terá menos dinheiro para gastar. A longo prazo, a diminuição da folga no orçamento pode acarretar na redução de atividades comerciais (o famoso “comércio de bairro”), fazendo com que as pessoas precisem ir até mais longe para fazer algumas compras. A função reguladora e social da tarifa, que está longe de ser um número aleatório afixado no ônibus ou na estação de trem, se mostra na interação com estes fatores.

Por fim, volta a discussão que motivou o estabelecimento da tarifa única: o empregador vai querer pagar a diferença? Se não pagar, o usuário tem condições de fazê-lo? Como equilibrar o lucro do empresário, que investiu na frota e precisa de retorno, com as capacidades financeiras do usuário e do “patrão”?

3 – Possíveis Soluções

A tarifação dos transportes, como sabemos, precisa levar em conta o contexto sócio-econômico do local para atender aos interesses dos órgãos públicos, dos empresários e dos usuários. Algumas propostas podem ser discutidas:

> a câmara de compensação tarifária, que concentraria os recursos arrecadados pelas linhas e os redistribuiria de acordo com as necessidades das empresas. Grosso modo, uma companhia com linhas curtas (muitas viagens), passageiros que sobem e descem rapidamente e poucas gratuidades poderia receber menos por pessoa que uma empresa com linhas longas (poucos ciclos), passageiros que ficam no ônibus e fluxo basicamente pendular. A análise de índices como o IPK (índice de passageiro por quilômetro), que baliza o rendimento efetivo da linha, pode servir como auxílio na definição dos valores.

> o subsídio à operação, que pode se dar a partir de indicadores operacionais (quilometragem, IPK, quantidade de passageiros transportados etc), insumos (combustível e impostos, por exemplo), ou diretamente ao usuário. O vale-transporte, financiado pelos empregadores, representa uma forma importante e popular de subsídio. Pode-se considerar alguns riscos, como o desestímulo à eficiência gerencial das empresas e a necessidade de prover recursos cada vez mais volumosos para o transporte. Por outro lado, a maior eficiência e os menores gastos de tempo e dinheiro por parte dos usuários podem redundar em atividades econômicas mais pujantes, compensando o dinheiro público aplicado.

> o fim efetivo da tarifa única, que redundaria em grandes dificuldades para os moradores das periferias mais distantes. O transporte tem a particularidade de manter, em certos aspectos, a demanda independentemente da tarifa: usando a 399 a 2,20 ou a 1131 a 5,00, o morador de Santa Cruz precisa ir trabalhar. Entretanto, os deslocamentos associados ao lazer e outras atividades se reduzem. A longo prazo, a redução do número de passageiros força o aumento das tarifas, em um círculo vicioso.

> o planejamento setorial e territorial no Rio. A relação pode não ser direta, mas existe: as linhas de ônibus, que geram o hobby, existem pela necessidade de pessoas em um ponto A irem a um ponto B trabalharem, estudarem, passearem ou fazerem compras. Um planejamento interdisciplinar que unisse os transportes com o uso do solo poderia atentar para problemas como os da Zona Oeste, que concentra razoável porção da população mas arrecada impostos em proporção muito inferior (atividades econômicas em número pequeno ou frágeis). Desta forma, o morador de Santa Cruz ou Pedra de Guaratiba poderia trabalhar mais próximo à sua casa e pagar menos no transporte, deixando a tarifação como preocupação menor.







Linhas muito diferentes com tarifas iguais: a extinta 369 (Carioca x Pedra via Mato Alto e Cachamorra) e a 864 (Bangu x Campo Grande).

aqui em recife temos a integração SEI(sistema estrutural integrado)da qual o usuário paga uma tarifa por sentido!tem gente q quer a volta do sistema antigo(como é no rio de janeiro).acho q seria a salvação dessa turma da zona oeste e quem sabe,do sistema de onibus desta decantada cidade.mas,seria uma sugestão.pena q o prefeito e os empresarios não querem melhorias no transporte urbano. Fri 18-Dec-2009 03:25
Posted by:leonardo-pe rachelarnaldo@ig.com.br
Leonardo, aqui no Rio a compensação não foi à frente. O empresário fica com o que arrecadar em cada linha (2,20 por passageiro) e precisa sustentar as operações a partir daí. Acabamos caindo naquele problema que muita gente fala: o preço único enfraquece as linhas mais curtas, por tornar as viagens bem mais caras, e não estimula o empresário a operar certas linhas de longa distância. Uma proposta a ser considerada seria algum desconto aos fins-de-semana e feriados, de modo a estimular os passeios de ônibus.

Sobre as linhas mais longas, as principais são aquelas que ligam o Centro ao fim da Zona Oeste, como a própria 390. Outras bem longas são a S15 (Santa Cruz expressa), a 381 (Pedra de Guaratiba), a 1135 (Castelo x Santa Cruz via Barra/frescão) e o trio 382/387/S20 (Piabas, Marambaia e Recreio, da Pégaso). Elas levam entre 1:30 e 2:30 em cada sentido, com o tempo aumentando no rush.

O sistema de vocês parece ser bem-montado, já o nosso faz água há muito tempo. Esperamos que algo mude para 2014 e 2016.

Sun 27-Dec-2009 18:23
Posted by:Luiz Eduardo  - [Link]
muito obrigado chopp duplo pelas respostas.lamento por voces da cidade do rio de janeiro.a"cidade maravolhosa"não merece um transporte urbano cheio de micros,micrões,rodoviarios adapatdos para os urbanos e sem cobrador.tomara mesmo q mude.mas,não para 2014.q ser logo! Mon 28-Dec-2009 02:22
Posted by:leonardo-pe rachelarnaldo@ig.com.br
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Saturday, 21-Nov-2009 21:27 Email | Share | | Bookmark
Pasta 146 - Real Rio (RJ 133)

133.018 - Vitória 1315
133.051 - EB 340 O371RS
133.112 - Viaggio GV 1000 OH1635
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Uma pasta com a empresa mais particular do grupo JAL. Apesar de ter sido muito tempo a "irmã gêmea" da Flores, a Real Rio tem história própria e muito curiosa, esbarrando em outras empresas inesperadas. Vamos por partes, a história é longa.

Até os anos 80, larga porção do território fluminense, entre a Região Metropolitana (Nova Iguaçu, Itaguaí, Paracambi e o distrito de Seropédica), o atual Centro-Sul (Três Rios, Vassouras e o eixo da BR393), a atual Costa Verde (Mangaratiba a Paraty), o Vale do Paraíba (Piraí, Barra do Piraí) e a Serrana (Petrópolis) contava com três grandes empresas: a Pedro Antônio, a Ponte Coberta e a Eval. Cada empresa tinha seu território:

Pedro Antônio -> linhas em Nova Iguaçu, Paracambi, Itaguaí, Petrópolis, Três Rios e cidades próximas, Barra do Piraí, região de Vassouras e Miguel Pereira

Ponte Coberta -> linhas atuais + as linhas entre Campo Grande, Santa Cruz e os bairros da BR465 (Rio-SP) e Estrada de Madureira, além de Paracambi, Cacaria (Piraí) e Japeri

Eval -> linhas da Costa Verde + as linhas entre o Centro do Rio e Ipiranga, Universidade Rural (as duas via 465), Itaguaí (via 101), Queimados e Engenheiro Pedreira (via Dutra).


Os trepidantes anos 80 e 90 foram palco de uma mudança radical no quadro acima descrito. A Pedro Antônio começa a diminuir e origina a Cidade das Rosas, reflexo de questões familiares. Já a Eval perde seus setores urbanos de Itaguaí e da Dutra, originando duas empresas hoje bem separadas: parte da Trans1000...e a Real Rio.

Inicialmente, a Real Rio era uma empresa pequena e operava apenas linhas para o Centro do Rio. A listagem pode ser vista abaixo:

112B - Central x Itaguaí (via Rio-Santos) linha da Real Rio original
441B - Central x Seropédica (via KM 32) linha da Real Rio original
444B - Central x Cabuçu (via KM 32) linha da Real Rio original
446B - Central x Lagoinha (via KM 32) linha da Real Rio original (?)
Itaguaí x Niterói (via Rio-Santos) linha da Real Rio original (?)


No fim dos anos 80 a empresa é adquirida pelo grupo JAL, junto com sua co-irmã. Há cerca de 15 anos a Real Rio recebe um setor enorme da Ponte Coberta, basicamente abrangendo as linhas de Campo Grande, Seropédica e Paracambi:

737P - Campo Grande x Campo Lindo (via KM 32) linha da Ponte Coberta
738P - Campo Grande x Ilha da Madeira (via KM 32 e Piranema) linha da Ponte Coberta
739P - Campo Grande x Seropédica (via KM 32) linha da Ponte Coberta, antiga CG x Belvedere
740P - Campo Grande x KM 34 (via Rio-SP) linha da Ponte Coberta, atualmente extinta
741P - Campo Grande x Praça Castilho (via KM 32) linha da Ponte Coberta, atualmente extinta
744P - Campo Grande x Ponte Coberta (via KM 32) linha da Ponte Coberta, atualmente seccionada em Seropédica
545P - Campo Grande x Paracambi (via KM 32) linha da Ponte Coberta, atualmente seccionada em Seropédica
547P - Campo Grande x Japeri (via KM 32) linha da Ponte Coberta, atualmente seccionada em Seropédica
436S - Paracambi x Sepetiba (efetivamente Belvedere x Sepetiba) atualmente extinta
749P - Belvedere x Santa Cruz (via Av. Brasil) linha da Ponte Coberta, atualmente extinta
709P - Cacaria x Vila Geni (via Piranema) linha da Ponte Coberta, atualmente seccionada em Seropédica
560P - Cacaria x Itaguaí - linha da Ponte Coberta, atualmente extinta


No eixo principal de operação (BR465) havia certa sobreposição com as linhas do pacote e aquelas que ficaram com a PC (Jd. Paraíso, Lagoinha e São Francisco, entre outras). Houve um enxugamento: as linhas mais longas foram cortadas em Seropédica - 545, 709, 744, 547, 739 - e as mais curtas foram extintas.

A Real Rio também assumiu duas linhas da Pedro Antônio, ambas partindo de Paracambi. Não sei precisar datas:

434S - Paracambi x Vila Geni (via Piranema) linha da Pedro Antônio, atualmente seccionada em Seropédica e Itaguaí
MP71 - Paracambi x Fontes (via Dutra) linha da Pedro Antônio, atualmente extinta


Ao contrário das outras empresas do grupo JAL, a Real Rio acabou ficando com uma cara mais "interiorana". Tal fato pode ser explicado pela operação, ainda que esparsa, em locais nas franjas da Região Metropolitana (Cacaria e Paracambi) ou mesmo o eixo da BR465. Mal comparando, uma Cascadura x Jardim Redentor tem mais aspecto "urbano" que a Campo Grande x Ilha da Madeira.

Na história recente da empresa, dois fatos chamam a atenção. O primeiro foi a extinção do serviço rodoviário com a chegada de 30 Viale refrigerados em outubro de 2001, alocados nas linhas da Central e do Castelo. Três anos depois, em 2004, a empresa recebe alguns Citmax 0km com a nova pintura. Ela quebra a identificação com a Flores, o que é pertinente, mas ainda mantém laços com o grupo.




















Crédito das fotos:

Cia. de Ônibus
Acervo Chopp Duplo (autoria desconhecida).

Volte sempre!






Castelo x Santa Sofia?
Essa é boa!
Me lembra quando a EVAL começou a rodar com a Central x Pq. Ipiranga.

Curioso é que Seropédica parece não ser destinada a ser ponta de linha. Quando era distrito de Itaguaí as linhas eram ou Univ. Rural (Central) ou Belvedere (Cpo. Grande, Nova Iguaçu e Itaguaí).
Após a emancipação, até que deram um arrumada na Castelo, na Central e na Nova Iguaçu, agora Nilópolis.
Agora mudam pra Santa Sofia.
Se bobear vai ter estudante da Rural perdendo o ônibus na pista!
Sun 3-Jan-2010 01:49
Posted by:Marinaldo Jr.
a linha 547 da ponte é da ponte coberta sepetiba x jardim paraiso Wed 20-Jan-2010 06:46
Posted by:marcos nascimento marcos_banner@hotmail.com
Pela nova tabela a BELVEDERE x NILOPOLIS morreu tambem Mon 8-Feb-2010 18:13
Posted by:Matheus L.Fernandes
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Monday, 12-Oct-2009 15:56 Email | Share | | Bookmark
ESPECIAL - 7º ENCONTRO DE BUSÓLOGOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 
 
 
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A divulgação é tardia, mas bem-vinda. Quaisquer dúvidas, deixem mensagens aqui ou contatem diretamente a organização.



A Comissão Organizadora do 7º Encontro Anual de Busólogos do Estado do RJ vem, por meio desta mensagem, anunciar oficialmente que o tão aguardado evento será realizado no dia 17 DE OUTUBRO de 2009.

Seguindo a tradição das edições anteriores, esperamos contar com a presença de todos vocês, conferindo ao Encontro o sucesso que sempre teve e, mais do que isso – principalmente – fortalecendo as antigas amizades e criando-se outras novas.

Afinal, é só assim que a busologia cresce e se amadurece, sendo um hobby saudável para todos que a buscam e digna de reconhecimento por parte da sociedade em geral.

Abaixo, o cronograma do 7º Encontro:

08h00 - recepção aos participantes vindos de outras cidades/Estados no desembarque superior da Rodoviária (entretanto, a partir deste mesmo horário, já poderá haver outros participantes concentrados na Rua de Acesso à Rodoviária, para quem não desejar ir ao desembarque superior);

08h20 - deslocamento para a Rua de Acesso à Rodoviária e início das primeiras sessões fotográficas;




09h00 - início do City-Tour, destino Nova Iguaçu

10h00 - chegada a Nova Iguaçu, início das sessões fotográficas no Terminal Rodoviário de Nova Iguaçu

10h30 - Caminhada pelos pontos finais na Avenida Marechal Floriano Peixoto, com sessões fotográficas por essa avenida.

11h00 - Sessão Fotográfica na Avenida Bernardino de Melo (Pontos finais da Mirante/Vila Rica, Glória, Expresso São Francisco e ônibus da Expresso, Nilopolitana e Ponte Coberta).

12h00 - Almoço (Top Shopping)

13h00 - início das sessões fotográficas no Pólo Gastronomico e Via Light

13h50 - saída de Nova Iguaçu, destino Cabuçu (Embarque na Rodoviária)




14h30 - chegada em Cabuçu, início das sessões fotográficas

14h55 - saída de Cabuçu, destino Campo Grande

15h35 - chegada em Campo Grande, início das sessões fotográficas

16h25 - saída de Campo Grande, destino Rodoviária Novo Rio





Conforme ocorreu no ano passado, a organização do Encontro trabalhará com o sistema de inscrições prévias em função do City Tour e também para facilitar o sorteio dos brindes.

Assim, pedimos aos interessados em participar que nos enviem um e-mail com nome, RG, a cidade onde reside e um telefone de contato, para o endereço 7encontro@gmail.com

Por fim, uma iniciativa de sucesso que foi tomada nos últimos 3 Encontros Anuais será repetida neste ano: o papel social a ser desempenhado por cada um de seus participantes.

Será "cobrado" um "ingresso simbólico" valor de 1 KG DE ALIMENTO NÃO-PERECÍVEL (SUGERE-SE preferencialmente arroz, feijão, macarrão, óleo vegetal, farinha de aveia ou 1 litro de leite longa vida) , a ser doado para o Lar beneficiente Arco Iris, instituição sediada em Santa Cruz da Serra, que cuida de crianças carentes, com diversas necessidades e que está precisando muito de ajuda para manter o trabalho social - a ponto de estarem captando água da chuva para beber. Por isso, além do alimento não percecível - ingresso para o evento - agradeceríamos aos amigos que pudessem estar ajudando com uma garrafa d´água ( um litro que seja ajuda bastante !! ).

Conforme ocorreu no ano passado, a organização do Encontro trabalhará com o sistema de inscrições prévias em função do City Tour e também para facilitar o sorteio dos brindes.

IMPORTANTE:

* qualquer alteração/complementação no cronograma do Encontro será imediatamente comunicada a todos vocês;

* o prazo para inscrições será encerrado IMPRETERIVELMENTE à 00h do dia 14 de outubro de 2009 (de 4ª para 5ª feira).
ENTRETANTO, quem não conseguir se inscrever a tempo não está impedido de participar do Encontro, contanto que não se esqueça de fazer a doação do alimento não-perecível.

Este Encontro está sendo organizado pelos amigos:

André Neves Marinho Matos
Luiz Antônio da Cruz Dória
Fernando Ezídio
Alexandre Bernardes da Cruz
Sydney Ferreira Junior

e que por ele estão abertos para esclarecer quaisquer maiores dúvidas.

Também apóiam o Encontro - direta e/ou indiretamente - os amigos:

Diego Almeida Araújo
Rodrigo Gomes
Filipe Moutinho Lopes
Allan Franco
Edvaldo Gonçalves
Luiz Eduardo Pereira Santos
Ygor Fagner Nascimento
Flavio de Assumpção Pereira
Adriano Minervino

Entretanto, todos os demais projetos parceiros estão, desde já, convidados a também ajudar na divulgação do Encontro.
Afinal, temos a firme certeza de que o Encontro é de TODOS NÓS, e não somente de alguma pessoa ou grupo isolado!

Mais uma vez, contamos com a presença de todos para que este seja mais um momento agradável e inesquecível, não somente para a busologia nacional, mas também para cada um de nós.

Um forte abraço a todos, e até lá.
Equipe Organizadora do 7º Encontro Anual de Busólogos do Estado do RJ

A Comissão Organizadora informa a lista de inscritos:

1 Carlos Eduardo Lopes
2 Marcos Antonio Medeiros de Araujo
3 Marcelo Gonçalves Malaquias
4 André Andrade
5 Leonardo Branco da Silveira
6 Márcio Luís Barbosa Machado
7 Marcelo Lucas da Silva
8 Guilherme Martins
9 Julio Cezar Peixoto
10 Jonathan Ferreira Barboza
11 Rodrigo Rodrigues Reis
12 Deived dos Santos Neves da Silva
13 Alexandro da Silva Castro
14 Adriano Minervino Azevedo
15 Edmar Coutinho dos Santos
16 Rodrigo Rodrigues Salles Pereira Twardowsky
17 Wesley Braytiner
18 Sydney Ferreira Junior
19 Alexandre Pereira da Silva
20 Jorge Gonçalves Sosa
21 Rodrigo Silva
22 Diego Silva dos Santos
23 Ailton Paulo Schott Conceição
24 Matheus Dias Magalhães
25 Roberto Bandeira Mariz Filho
26 Heron Cesar da Silva
27 Marcia Eugenia Silva de Souza
28 João Paulo Façanha Ramos
29 Rafael Asquini
30 Roberto Marinho de Souza
31 Mailson Nogueira Antunes
32 Almir Rogério Oliveira dos Santos
33 Andre Vitor Silva dos Santos
34 Johanns Eller Lopes Ferreira
35 Allan Cezar dos Santos Vieira
36 Luiz Felipe Nascimento e João Vitor (filho 11 anos)
37 Leonardo de Oliveira Rosa
38 Carlos Henrique Pessanha de Almeida
39 Alvaro Nascimento
40 Edilson Oliveira dos Santos
41 Victor Hugo dos Santos Urbano
42 Felipe Pacheco Sisley
43 Frederico Jesus Olegario
44 Jose Ricardo de Castro Reis
45 Hugo Leonardo de Souza
46 Jaime José Fiel de Jesus
47 Marcelo Prazeres Silva
48 Ana Paula P. Barbosa
49 Luiz Antonio da Cruz Doria
50 Fernando Ezídio
51 Felippe Soares Ribeiro
52 Alexandre da Silva
53 Alexandre Pereira
54 André Neves Marinho Mattos
55 Rodrigo Gomes
56 Rodrigo Marques da Silva
57 Diego Almeida Araujo
58 Ygor Fagner Nascimento
59 Edvaldo Gonçalves
60 Filipe Moutinho Lopes
61 Raphael da Costa Bezerra
62 Flávio de Assumpção Pereira
63 Alexandre Magnus Rocha de Souza
64 Benicio Jose da Silva Junior
65 Rafael Silva
66 Gustavo de Albuquerque Bayde
67 Miguel Angelo M. Correa
68 Alexandre Bernardes da Cruz
69 Marcos Vinícius Perez Correa
70 Lorran Nunes da Silva Petroceli
71 Rogério Custódio de Oliveira
72 Pedro Alcides Lobo Penna Firme
73 Thiago Medeiros dos Passos
74 Walace Aguiar R. Lima
75 ALEXANDRE CAMPOS DA SILVA
76 Guilherme Afonso de Souza
77 Luiz Henrique de Holanda Ferro
78 MATEUS VAZ SPROVIERI
79 Aloisio Queiroz da Cruz Junior
80 Rodrigo Miguel da Silva
81 David Costa Freitas
82 Carla Aparecida
83 Renan Vieira dos Santos
84 Onésio Junior
85 Gustavo da Silva Leal
86 Tiago Ferreira Ribeiro
87 Bruno da Silva Soares
88 Leandro Machado de Castro
89 Josenilton Cavalcante da Cruz
90 Raquel de Oliveira Brasiliense
91 Douglas Aleixo de Oliveira
92 Michel Grégory de Oliveira Soares
93 Dielson Sant'Anna Tavares do Santos
94 Júlio Cesar Araujo Barboza
95 Erick Borges da Silva
96 Moacir Martins Magalhães
97 Hamilton Vinicius
98 Rodrigo Carvas
99 Rafael Mendes dos Santos
100 David Lima da Cunha
101 Daniel Calvente Bayan

Sem mais para o momento,

Comissão Organizadora do 7º Encontro Anual de Busólogos do Estado do RJ
Thu 15-Oct-2009 15:14
Posted by:Comissão Organizadora 7encontro@gmail.com
Número recorde de participantes... isso é simplesmente maravilhoso!

Observação Importante: A todos os participantes, inclusive aqueles que só serão inscritos lá amanhã mesmo, não se esqueçam de levar a doação do Encontro (1kg de alimento não-perecível + 1 litro de água potável).
Como foi feito nos anos anteriores, só participarão do sorteio de brindes aqueles que fizerem a doação.

Abraços a todos e até amanhã (se Deus quiser, melhorarei de saúde e estarei lá)!
Fri 16-Oct-2009 21:55
Posted by:Flavio de Assumpção Pereira flavioinga@gmail.com  - [Link]
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Monday, 12-Oct-2009 15:46 Email | Share | | Bookmark
Sugestões

Nesta pasta, se quiser,

* sugira assuntos e temas;

* tire dúvidas;

* faça comentários em geral.

A história da Expresso Mangaratiba
A historia da linha 225
A Avenida Brasil e a criação da pista seletiva
O famigerado Plano Doxiadis
A história da linha 882
O Grupo JAL através do tempo
A nova e a velha Barra da Tijuca
Terminais: Menezes Cortes, Misericordia, Mariano Procopio, Americo Fontenele, Pavuna, Nova Iguaçu, Campo Grande entre outros
O transporte em Angra dos Reis
Transportes Campo Grande e Santa Sofia
Os transportes em Magé
Carroceria Neobus Mega
Carroceria Caio Amelia
Jabour e seu trio de ouro: 853,854 e 855
Nilopolitana
Feital 99xxx e Feital RJ 208

Algumas sugestões
Mon 9-Nov-2009 16:12
Posted by:Eduardo pombovingador2004@hotmail.com
Apesar de não ter sido simpático, uma postagem sobre o modelo Ciferal Paulista.

O problema é ter um maior número de fotos possíveis já que se conta nos dedos desse modelo que é resumida nas seguintes fotos: Nossa Senhora de Lourdes, Braso Lisboa e Flores municipal de São João de Meriti.
Tue 10-Nov-2009 03:05
Posted by:Marcelo
que tal se vcs colocassem aqui as fotos da empressa de Onibus
Cidade de Itaguaí?
seria legal
Abçs...
Fri 27-Nov-2009 01:29
Posted by:davi saf-reb@hotmail.com
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Monday, 12-Oct-2009 15:28 Email | Share | | Bookmark
Pasta 145 - Carrocerias: Neobus Thunder

32657 - Thunder 814
13115 - Thunder+ 914
51.006 - Thunder Agrale
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Voltando a atualizar o site. Peço desculpas pela ausência, mas o tempo andou bem curto nos últimos meses.

Retomando o ritmo, segue pasta com o micro Thunder. Modelo de nicho, ele é um dos responsáveis pelo crescente sucesso que a Neobus experimentou nos últimos anos. Salvo engano a encarroçadora gaúcha domina o mercado de micros e miniônibus, em ascensão desde o início da década.

O modelo foi lançado em 1999 ou 2000, ainda ostentando o aspecto quadrado que caracterizava os produtos da Neobus. Teve recepção fria entre as empresas do Rio, com destaque para Pavunense e Asa Branca (São Gonçalo), mas abriu o caminho para seu sucessor. Havia o Thunder e o ThunderBoy, versão menor e adequada a serviços escolares.

Seu sucessor foi o Thunder+, de 2001. Com desenho mais suave, o modelo chamou a atenção dos empresários e lançou a nova tendência estilística da Neobus. Notem que o primeiro Spectrum, o Mega 2004, o Thunder+ e o segundo ThunderBoy compartilham os mesmos traços gerais e as soluções de interior.

O sucesso do micro, ainda que seja questionável pela aplicação, contou com lances de sorte e algumas boas sacadas da própria Neobus. Entre 2003 e 2005 as empresas cariocas, e algumas fluminenses, adquiriram vários lotes de micros. Um pouco antes, iniciou-se a renovação dos velhos ônibus escolares por ônibus refrigerados de menor porte. A Neobus oferecia um modelo novo, de estilo ainda chamativo, espaçoso e um pouco mais barato que a concorrência. Como resultado, a encarroçadora conseguiu conquistar algumas empresas do grupo Jacob Barata, o grupo Redentor (recém-saído de uma crise e sequioso de renovação) e, com o tempo, emplacou seus outros modelos.

Em 2005 a Neobus reestiliza o Thunder, alterando pormenores de interior, a frente e a traseira. O Thunder+ II manteve-se como um dos micros preferidos do Rio, roubando mercado do novo Senior "G7". A participação da Marcopolo na Neobus ajudou a melhorar falhas crônicas de acabamento, mas espera-se que o modelo fique mais confortável para o passageiro.


A Pavunense adquiriu seus Thunder no segundo semestre de 2000. Os carros rodavam em linhas como a 687 Norte Shopping.


A Barra recebeu alguns Thunder 914 ainda com a pintura antiga. Rodavam na 732 (Cascadura x Gardênia Azul) e 766 (Madureira x Freguesia).


Por sua vez, a Coesa renovou a frota municipal de SG com alguns Thunder 2002. Os carros foram para a Icaraí em 2008, junto com as linhas.


A Redentor iniciou sua nova fase em 2003, com alguns Thunder+ 914. Atualmente é possível vê-los, com e sem ar-condicionado, em linhas como a 704 (mostrada acima), 751, 737 e S751.


Para operar linhas Metrônibus, a TAU adaptou ar-condicionado em alguns Thunder. Vemos o 51184 operando na 591A (Leme x Cardeal Arcoverde).


Após 8 anos, a Saens Peña voltou a comprar micros urbanos quando renovou a frota da 217A (Andaraí x Saens Peña). Os primeiros Thunder+ II, de 2005, foram trocados por outros Thunder+ II em 2008.


A Normandy adquiriu seus Thunder em 2005. Após passearem em Paracambi, logo foram escalados na P700 (Portela x Arcozelo).


A Alpha, por sua vez, comprou alguns Thunder+ e 2 Thunder+ II: 48104 e 144. Após tais aquisições, a empresa se voltou para os produtos da Marcopolo e da Ciferal.


Em dezembro de 2005 a Tijuquinha adquiriu alguns Thunder para a 220A (Usina x Saens Peña). Em 2007 foram vendidos, mas deixaram como "descendentes" alguns City 2008 e os Thunder 2009.


A Jabour iniciou sua relação com a Neobus em 2005, com alguns Thunder. Após os micros vieram os Spectrum, City, Mega, Thunder+ II e Road. O modelo menor abriu as portas da empresa para a encarroçadora gaúcha.

Crédito das fotos:

Cia. de Ônibus
Luiz Eduardo
Acervo Chopp Duplo (autoria desconhecida).

Volte sempre!




A turma lá da Neobus jamais deve ter imaginado que ia vender tanto micro e micrão para o Rio.

Com excessão do Thunder I, eu até acho o Thunder e o Spectrum bonitos, apesar do péssimo uso que se faz deles aqui no Rio, o que não é culpa da encarroçadora mas sim da falta de dignidade reinante no estado e principalmente na capital no quesito transporte.

Na família Mega, o III, na minha opinião, foi o único que se salvou, que teve uma personalidade própria.
Thu 15-Oct-2009 02:04
Posted by:Marinaldo Junior
vc ta perdoado amigo o seu site é otimo tem muita imformação não se limita so com fotos adoro sites com bastante imformação
acho essa carroceria a mais bonita de todos os micros inclusive luiz eduardo estou construindo um micro ônibus desse modelo a miniatura vai ser da tijuquinha e o modelo vai ser com entrada para cadeirante inclusive a minha miniatura vai abrir as portas
e eu vou fazer o elevador funcionar enquanto ela não fica pronta vcs amigos podem visitar meu fotolog http://eflog.net/banner la vcs vão encontrar a mais nova miniatura que fiz o ciferal para a amigos leopoldinense que fiz recentememte vão comfirem e comentem. um abraço a todos
Thu 15-Oct-2009 02:38
Posted by:marcos nascimento marcos_banner@hotmail.com
O Thunder+ da jabour de 2005 está atualmente na Salutran carro número 14072 ,é o ex- 86246 da jabour.
conferi pela planilha de placas que eu tenho.
Thu 7-Jan-2010 23:05
Posted by:ANDERSON E. SILVA
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Tuesday, 8-Sep-2009 18:40 Email | Share | | Bookmark
Pasta 144 - Vila Real

11554 - Nielson Urbanus 1315
11583 - Vitória 1315
11207 - Vitória 1315 (?)
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Pasta com a Vila Real, uma das empresas suburbanas do grupo Jacob Barata. Em 2009, a VR completa 15 anos e merece uma pequena homenagem.

Como é sabido, a Vila Real nasceu da Auto Diesel. A tradicional empresa, apesar de grande e com linhas muito importantes, tinha foco de operação bastante disperso e passava por algumas dificuldades de manutenção de frota. Conta-se que a empresa foi um pagamento de dívidas para o grupo Jacob Barata, que acabou assumindo as seguintes linhas:

301 - Praça XV x Deodoro (expresso)
362 - Praça XV x Honório Gurgel
371 - Guadalupe/ Mal. Hermes x Praça XV (via Bento Ribeiro)
378 - Castelo x Mal. Hermes (via Deodoro)
669 - Méier x Pavuna
773 - Pavuna x Cascadura (via Guadalupe)
778 - Pavuna x Cascadura (via Estr. de Botafogo)
908 - Bonsucesso x Guadalupe
941 - Pavuna x Caminho do Padre.


Todas as áreas "soltas" em que a Auto Diesel operava (Coelho Neto, Mal. Hermes, Valqueire, Rocha Miranda, Cascadura/Madureira etc) foram para a nova empresa. A Auto Diesel permaneceu com o domínio de Anchieta, Guadalupe e Pavuna para o Centro, além das linhas da Leopoldina. A 274 (Ma. Graça x Castelo) também foi no pacote e ficou na Braso Lisboa.

Além das linhas regulares, havia ainda as rodoviárias:

1045 - Castelo x Cascadura/ Valqueire (operada em pool com Auto Diesel, Seletivos, Normandy e Acari)
1094 - Castelo x Valqueire (idem)
1095 - Castelo x Pavuna (idem).


Em 1996 a Normandy assume 1045, 1094 e 1095. Com o tempo houve modificações nas linhas da empresa: a 371 acabou e seu itinerário foi coberto pela 378, que deixou de passar em Deodoro. Por sua vez, a 941 virou 727 (Pavuna x Javatá), dividida com a Pavunense até os dias de hoje.

A Vila Real inovou em vários pontos da sua história, como o uso de micro-ônibus com TV e som ambiente em serviços parciais (908 Bonsucesso x Inhaúma). Entretanto, dois problemas atrapalharam e atrapalham a empresa. O primeiro é a concorrência com kombis e vans, que se intensificou no fim dos anos 90. O alternativo se concentra nas linhas auxiliares suburbanas, reduto da VR. Outras empresas do grupo, como a Estrela e a Bangu - esta vendida em 2008 - enfrentaram a mesma concorrência, encontrando outras formas de reduzi-la.

A Vila Real optou pelo caminho que outras firmas - como a Redentor - trilharam com sucesso: o aumento de frota (de 162 para 230 ônibus) e a consequente redução de intervalos. Embora o uso de ônibus sem cobrador seja intenso, linhas como 908 se tornaram mais frequentes e atrativas ao passageiro. Tal medida, embora interessante, precisa ser acompanhada de perto para adequar a operação ao aumento da demanda.








A Vila Real, em 15 anos, teve 4 layouts: o de transição, com as cores da Auto Diesel e as rodas verdes, o branco com as bandeiras (até 2002), o esverdeado (2002 - 2008) e o azulado (2008 - ?).



A 362 faz o trajeto Honório Gurgel x Praça XV, passando por bairros como Rocha Miranda, Coelho Neto e os cortados pela Av. Brasil. Atende também ao público da Lapa, Castelo, Bairro de Fátima e Aeroporto.


Já a 378 é Castelo x Mal. Hermes, que atende aos bairros de Marechal e Guadalupe, entre outros. Seu atual itinerário lembra a antiga 371, Mal. Hermes x Praça XV.


A famosa 669 liga o Méier à Pavuna seguindo a linha do trem. Diferentemente das linhas da Pavunense, que têm como trajeto básico a Av. Automóvel Clube, a 669 passa por bairros como Mal. Hermes, Guadalupe, Barros Filho e Anchieta.


A Pavunense divide com a Vila Real a operação da 727, Pavuna x Javatá. A linha passa pela Estrada Rio do Pau e atende ao Village Pavuna. A tarifa é promocional, com o intuito de afastar o alternativo.


Há duas linhas que ligam Cascadura x Pavuna: a 773, que segue por Mal. Hermes e passa por Guadalupe, Barros Filho e a linha férrea em Costa Barros...


...e a 778, que segue pelo Mercadão de Madureira, Rocha Miranda, Barros Filho, Costa Barros e Av. Automóvel Clube. Nos tempos de Auto Diesel havia a 776, que foi preterida em favor da 669.


Por fim, a 908 é Bonsucesso x Guadalupe e tem merecido as atenções da empresa. Faz um itinerário único, passando por Ramos, Inhaúma, Cavalcante e atravessando a linha férrea para Cascadura. A 908 teve muitas mudanças de trajeto durante sua vida, com direito a uma parcial nos anos 90 (Bonsucesso x Inhaúma).

Crédito das fotos:

Alpha 11625 - Edegar Rios
Thunder 11663 - Luiz Antônio Dória
Luiz Eduardo
Acervo Chopp Duplo (autoria desconhecida).

Volte sempre!



Bem, questão de opinião: no momento que está grafado o 115xx como nesse Padron Vitória de 1990 e no Urbanus-Nielson de 1989, na minha opinião, já era o começo da Vila Real muito embora houvesse um período de transição.

E, nesse período de transição, houve fenômeno Rubamérica como aconteceu nas Bangu/Andorinha e relatei os casos que vi mais o relato do Leonardo Alves na comunidade da Bangu no Orkut.
Wed 14-Oct-2009 20:24
Posted by:Marcelo
O parto de uma empresa se dá quando da publicação do seu CNPJ no Diário Oficial.

Quanto aos carros antigos com pintura da Auto Diesel, mesmo com a numeração 115xx, eram carros da Auto Diesel que tinha uma frota grande, se não me engano, e poderia muito bem incluir essa numeração.

Tem que ficar atento na identificação com o nome da empresa na lateral do ônibus. Lá ainda está escrito "Auto Diesel", mesmo com as rodas já pintadas para a Vila Real.

Bem, acho que isso seria um debate igual ao questionamento sobre quando começa a vida: se na fecundação, na gestação ou no parto.

Qual a data oficial de fundação da Vila Real? Ou seja, qual a data em que foi publicada a sua criação no Diário Oficial?

A partir daí teríamos que verificar se os carros em questão já pertenciam ao patrimônio da nova empresa.

Bem, enfim. As cores me remetem mais as lembranças de quando eu pegava o 906 todo dia para ir a Escola do Jardim América a Olaria e ao próprio Clube Olaria e Bonsucesso pra jogar futebol.
Wed 14-Oct-2009 23:45
Posted by:Carlos Linhares carloslinhares@yahoo.com.br
Então, é por isso que a informação dada pelo dono da comunidade "Grupo Redentor", o JC, disse, salvo engano, que a fundação da Transportes Barra foi em fins de 1991 (Outubro, se não me falha a memória). Não entendi pois, em meados de Abril de 1991, eu vi Ciferais-Padron Alvorada 86 MB1313 com a saudosa pintura surfista da Redentor, mas, com o prefixo 130xx embora ainda com o nome Redentor grafado. Vi esses Ciferais na linha 766 em Madureira.

Um outro exemplo é que, salvo engano, em 2001, se comemorou os 5 anos da Andorinha. Quer dizer , não considera o ano de 1995 mesmo que alguns carros novos já tivessem com a primeira pintura branca/vermelha/azul escuro.
Thu 15-Oct-2009 00:28
Posted by:Marcelo
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Wednesday, 12-Aug-2009 18:11 Email | Share | | Bookmark
Pasta 143 - Carrocerias: Ciferal Turquesa

110.194 - Turquesa 1721
111.009 - Turquesa 1721
112.103 - Turquesa 1417
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A compra da Ciferal pela Marcopolo, em 1999, agitou o mercado de ônibus. Inicialmente a encarroçadora fluminense continuou a produzir o Cidade II. No entanto, em setembro do citado ano, surgiu um novo modelo nas ruas: o Turquesa.

Na época de sua estréia, ele podia ser facilmente confundido com seu irmão Torino. De fato, as duas carrocerias eram quase iguais. Detalhes como os faróis e as lanternas, os logotipos e as vistas mudavam, mas os dois modelos eram essencialmente iguais. Pode-se dizer que o Turquesa servia aos frotistas que faziam questão de ter um modelo Ciferal.

Como todo Ciferal que se preze, o Turquesa fez sucesso no Rio. O grupo Guanabara investiu pesado nessa carroceria, equipando-a com os chassis 1417 e 1721. Entretanto, o surgimento do Viale nas versões mais simples roubou considerável parte do mercado, relegando o Turquesa às configurações curtas.

O Turquesa foi fabricado pela Ciferal até 2002: nessa época, junto com diversos Viale curtos que começaram a aparecer, empresas como Braso Lisboa, Lourdes e Transurb adquiriam suas últimas unidades. Nesta época a fábrica fluminense, já controlada pela Marcopolo, começava a fabricar produtos como o Torino e o Viale.

Após o fim do Turquesa, a Ciferal muda seu direcionamento e passa a fabricar ônibus de baixo custo, como o Citmax e o micro Minimax. Na prática, o trio foi a última série de produtos que ostentava a tradicional marca.


A Reginas adquiriu os seus Turquesa em 2000. Podiam ser vistos nas linhas de Magé (Magé x Caxias, Guapi x Central), nas de Caxias e depois na Magé x Cachoeiras.


Surpreendentemente, a Normandy também comprou Turquesa em 2000. Pouco após tal aquisição chegaram os Viale 1721 para a Paracambi x Central.








Entre 1999 e 2002, muitas empresas do grupo Guanabara adquiriram o Turquesa 1417 para operar linhas de menor porte. Tijuquinha (226), Vila Real (669, 773, 778, 908), Estrela (651/2/3/78), Braso Lisboa (209/10, 472) e Bangu (725, 742, 744) são exemplos. Atualmente, boa parte das linhas acima conta com micros ou micrões.


A Real adquiriu mais de 120 Turquesa VW, entre 99 e 2001. Restam 13, fazendo linhas como a 173 (Rodoviária x Leblon), 462 (São Cristóvão x Copacabana/via Cantagalo) e 463 (São Cristóvão x Leblon/via Túnel Velho).


A Real Rio, filha da Flores, ainda opera alguns Turquesa 1721 em linhas para localidades de Nova Iguaçu e Seropédica.


Acervo Luiz Eduardo/ Cia. de Ônibus/ autoria desconhecida. Volte sempre!

O OF-1721 Marcou muito os onibus dianteiro MB fabricado entre 2001 e 2002 Sat 26-Sep-2009 22:57
Posted by:Lucas
Não gosto do turquesa pois não é autêntico. Até o citmax é mais autêntico que o "Torinesa", mas Ciferal não é. Um modelo que eu gostava era o Cidade II, pena que ele era mais frágil que o Mascarello atual. O GLS bus tinha cara de ciferal, mas odiava o nome e o desenho feio dele parecendo sempre ônibus velho. Sempre fui fã do Torino, mas a Marcopolo embelezou a frente do carro e cagou na traseira. Wed 28-Oct-2009 02:49
Posted by:ShaoLin JiangHU
Aqui no PR tem um Turquesa com o logo da Marcopolo agora me pegou não sei foi colocado um simbolo da Marcopolo ou um Torino que mudou as Lanternas o Turquesa tem tres primos o Engerauto Thor,Torino GV,Torino G6 Tue 3-Nov-2009 17:12
Posted by:Lucas
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Saturday, 1-Aug-2009 15:46 Email | Share | | Bookmark
Pasta 142 - Serviços Especiais: os Barrinhas

47527 - Carolina V 812
47529 - Carolina V 812
47552 - Senior GV 812
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O sistema de transporte aplicado em uma grande cidade, usualmente, tem várias configurações. Os decantados corredores expressos, por exemplo, cumprem bem a função de transportar grandes volumes de passageiros por longas distâncias. No entanto, fica a questão: como atrair o cliente de maior poder financeiro e desestimular o uso do veículo particular em curtas distâncias?

A resposta que o Rio deu, por muito tempo, foi o micro seletivo. Serviços especiais como o Lagoa Orla (http://choppduplo.fotopages.com/?entry=1608606) e o Rio Orla (http://choppduplo.fotopages.com/?entry=1596251) cumpriram bem seu papel de oferecer uma opção um pouco melhor para deslocamentos na Zona Sul. Os Jacarés (http://choppduplo.fotopages.com/?entry=1596255) faziam o mesmo nas áreas mais abastadas de Jacarepaguá.

Na Barra da Tijuca e Recreio, bairros folclorizados pela necessidade de se pegar o carro até para ir comprar pão, o micro seletivo também existiu. A SMTU criou os Barrinhas em 1988, pensando numa possível integração. Inicialmente havia Amigos Unidos, Real, Redentor e Tijuquinha, mas as duas últimas empresas assumiram todo o serviço com o tempo.

O Guia Rex de 93 mostra as linhas 704, 705 e 709, com o seguinte itinerário:

704 - Barra I (Barra Shopping, Av. das Américas, Alvorada, Sernambetiba, Jardim Oceânico, Ponte Velha, Barrinha, Av. das Américas, pista interna ao Casa Shopping, Barra Shopping)

705 - Barra II (Barra Shopping, Alvorada, Av. das Américas, Érico Veríssimo, Serambetiba, Barra Shopping)

709 - Barra III (Av. das Américas, Novo Leblon, Av. das Américas, retorno em Marapendi, Alvorada, Av. das Américas, Barra Shopping, Barra Sul).


As linhas foram alteradas com o tempo. No fim dos anos 90, as Barrinhas eram uma opção consolidada e tinham os seguintes itinerários:

704 - Barra Shopping x Barrinha (Av. das Américas, Via Parque, Novo Leblon, Sernambetiba, Jardim Oceânico, Barrinha - volta via Av. das Américas) Redentor

705 - Barra Shopping x Jardim Oceânico (Av. das Américas, Alvorada, Lagoa de Marapendi, Av. das Américas, Jardim Oceânico - volta via Sernambetiba) Tijuquinha e Redentor

710 - Recreio x Jardim Oceânico (Praia do Recreio, Gláucio Gil, Av. das Américas, Lagoa de Marapendi, Sernambetiba, Jardim Oceânico - volta via Américas e Via Parque) Tijuquinha e Redentor


Podemos observar, muito rapidamente, que a 704 e a 705 são quase circulares abraçantes, enquanto a 710 seria a 705 esticada. A Tijuquinha chegou a operar a 705 Barra Sul, e em 2005, rodava a 710 Barra Sul.

Apesar de um bem montado esquema de itinerários, que fugia aos três eixos consagrados pelas linhas da Barra (Américas, Ayrton Senna e Av. das Américas) e atendia a demandas bem específicas, os Barrinhas perderam relevância com o tempo. A Redentor reduziu a 704 a 1 Thunder e deixou a 710 com esparsos horários de manhã, enquanto a Tijuquinha acabou com a 705/710 Barra Sul.

A diminuição dos serviços não passou desapercebida pelos moradores. Em reportagem realizada pelo Globo Barra, em 2006, afirmou-se que

A falta de ônibus circular na Barra tem feito com que os moradores do bairro recorram a mais de uma condução para percorrer distâncias curtas. - Para levar minha neta à escola ou ir à igreja, tenho que pegar dois ônibus para ir e dois para voltar. Fica muito caro para um percurso tão curto - reclama Solange Monteiro, moradora da Avenida Lúcio Costa. O problema começou quando a empresa Tijuquinha suspendeu a linha circular 710 (Barra Sul-Jardim Oceânico), que percorria a Avenida das Américas. Atualmente, resta apenas o microônibus de número 705 (Alvorada-Sernambetiba), da mesma empresa, que passa apenas pela Avenida Lúcio Costa, na praia.

Cabe ressaltar que a revitalização efetiva das linhas circulares é discutida no Plano Estratégico e pela Associação de Moradores da Barra, como opção aos ônibus de condomínio. A inauguração das linhas Baixada/Barra também pode dar um gás extra aos Barrinhas, haja vista não ser possível botá-las para passar por áreas muito específicas da Barra.





A 704 tinha carros padronizados na cor verde, facilitando o trabalho da fiscalização. Após alguns anos a Redentor passou a usar sua pintura normal nos micros da linha.






Já a 705 tinha Carolina da Tijuquinha, Redentor e Senior GV da Redentor. Os carros com a pintura laranja chegaram a fazer a 225 Afonso Pena. Em 1999 a linha tinha uma saída de manhã da Saens Peña.





A 710 era azul e tinha pintura parecida com o Rio Orla. Atualmente roda como Freguesia x Recreio, apenas com a Redentor.


Acervo Luiz Eduardo/ Cia. de Ônibus/ autoria desconhecida. Volte sempre!

Agora sim...rsrs
Bem, a Redentor opera uma "variante" da 710, todo dia as 6 da manhã saindo de sua garagem com destino ao Recreio, via Barrinha, Rio das Pedras, e Anil. Vai como Freguesia X Recreio.
Abraços!
Sat 1-Aug-2009 23:16
Posted by:DIEGO ALMEIDA/DALARBUS rtz_gpt@hotmail.com  - [Link]
Eita belezura... Agilis, Seniors...saudades

O 87433 da Pégaso acabou de chegar. Um Induscar CAIO Apache Vip II MBB OF-1418, com acesso aos PNE.
Ele e mais outros “gêmeos” aparecendo em destaque na nova Pasta no nosso http://zebuss.fotopages.com
Visitem e apreciem essa novidade e vejam algo mais, um verdadeiro museu ambulante.

Abraços a todos.
Zé Ricardo
Wed 5-Aug-2009 15:38
Posted by:José Ricardo de Castro Reis jrcastroreis@gmail.com  - [Link]
Nesta pasta (142) verifiquei que as fotos dos carros 47529, 47558, 47732 e 50133 são de minha autoria, sendo que nas duas primeiras tenho anotada a data em que foram fotografadas (27-11-98). Fico até lisonjeado pela publicação das fotos.
Abraços.
Mon 17-Aug-2009 01:16
Posted by:Edegar Rios Lopes Filho edrioslopes@ig.com.br
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