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| Tuesday, 13-May-2008 19:13 |
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Bem-vindo ao Chopp Duplo!
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Sejam bem-vindos ao site! Abaixo vão algumas regras importantes:
* aqui não terá novidade o tempo todo. Se puder colocar, ótimo, do contrário, vários outros colegas o farão com mais rapidez;
* discordâncias são saudáveis e devem existir. No entanto, o bom senso prevalecerá: discussões pessoais ficarão no pessoal, ninguém é obrigado a saber de problemas dos bastidores;
* da mesma forma, as reclamações por si sós serão encaminhadas aos órgãos competentes. Aqui, elas serão acompanhadas por sugestões, já que nos propomos a falar um pouco dos transportes;
* fotos originais, só pedir (luizepsls@gmail.com ou MSN: torinoverdun@hotmail.com)
Obrigado!
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| Monday, 12-May-2008 17:15 |
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Saens Peña
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71522 - Micruss II 915
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71549 - Spectrum City 1418
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71545 - Vip 1721
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71522 - Micruss II 915
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01 - Micruss II 915
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01 - Micruss II 915
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A Saens Peña, empresa famosa por sua velocidade recente de renovação, surgiu em 1997, em meio às cisões e reorganizações societárias no transporte carioca. Inicialmente ela operava uma frota de 112 ônibus urbanos, distribuídos em 4 linhas: 125(canarinho), 217, 409 e 558. Poucos meses depois o setor rodoviário e de turismo foi assumido da empresa-mãe.
As mudanças vieram com o tempo: desativação de itinerários (558, 1042), criação de outros (125 Horto, 217A, 003, 409 Rebouças), inovações na frota (uso de micros e convencionais refrigerados). Atualmente a frota urbana conta com 125 ônibus em 6 linhas (125/125 Horto, 217/217A, 409/409R), mais os 6 Micruss da 003 e alguns Vissta HI para fretamento contínuo e turismo.
Em destaque três gerações de Torino: o LN 71554 (antigo 71154 da 247), o GV 71600 e um dos novos G7 na 409.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Saturday, 10-May-2008 13:50 |
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Viação Mauá Ltda.
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Dois Viale da Mauá, separados por quase 8 anos.
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| Monday, 5-May-2008 18:10 |
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Estrela - linha 653
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A linha 653 completa a trinca das linhas auxiliares via Dias da Cruz da Estrela. Ao contrário de suas irmãs 651 e 652, ela vai e volta por este lado do Méier.
Sendo Marechal Hermes (Pça. Montese) x Méier circular, ela surgiu entre o fim dos anos 70 e o início dos 80: ela seria uma parcial da finada 269 (Tiradentes x Marechal Hermes), que deu lugar à 391 (Tiradentes x Realengo), operada pela São Ricardo e posteriormente pela Bangu. Cabe ressaltar a criação, ainda nos anos 80, da 383 (Tiradentes x Realengo via Mal. Hermes e Sulacap), depois deslocada para a Intendente Magalhães.
Pelo que me lembre, a 653 sempre recebeu carros novos e grandes. Em 1993, a linha ganhou uma remessa de Vitória 1618 0km (82566, 567, 574, 575, 591, 592 etc.), enquanto a 711 ainda rodava com Scorpion. Mais carros vieram em 1995, como os Vitória 1318 curtos, e em 1997, como os GLS 1318 que renovaram os Vitória.
Em 1998, a 653 Cascadura inicia suas operações com os novos Agilis. Pouco tempo depois a linha original passa a ganhar seus primeiros micros (82654, 655, 661, 662, entre outros). No ano seguinte chegam mais Agilis (663 a 665) e alguns Cidade II 1417.
As últimas renovações com ônibus grandes aconteceram em 2000 e 2001, com os Turquesa 1417. Embora a 260 tenha rodado com esses carros por muito tempo, eles não chegaram para a linha, e sim para as 4 do Méier. A 711 e a 260 só viriam a recebê-los tempos depois.
Recentemente a 653 teve sua frota toda micronizada, primeiro com os Agilis e depois com os atuais Senior. Há poucas semanas a Estrela iniciou testes com micrões (Senior Midi e Spectrum).
Em destaque um carro de cada modelo.
As fotos não-creditadas podem ser vistas em www.ciadeonibus.com. Respeite este espaço e os comentantes, moderando seu recado.
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| Saturday, 3-May-2008 18:35 |
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Auto Diesel, Normandy, Breda e Via Rio - linhas executivas
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As sucessivas cisões da Auto Diesel, ocorridas nos anos 90, repercutiram em muitas outras empresas e linhas. Um serviço particularmente afetado foi o seletivo rodoviário.
A história começa quando a empresa ainda estava em vias de expansão, nos anos 70. Eram operadas três linhas, todas saindo do Terminal Menezes Cortes: Pavuna, Anchieta e Bento Ribeiro. Os guias da época não detalham itinerário, mas pode-se pensar que tais linhas foram inspiradas nas radiais da empresa (384, 386 e 378). Nos anos 80, aparentemente houve a operação da 2071 (Castelo x Vaz Lobo).
Após temporária desativação das linhas, causada pela crise no mercado dos frescões, a Auto Diesel assume novas rotas nos anos 90: são as linhas 1094 (Castelo x Valqueire) e 1095 (Castelo x Pavuna), além da 386 rodoviária. Posteriormente é criada a 1045 (Passeio x Maria da Graça), espelho da 274. A pintura era copiada da irmã Reunidas Paulista.
Este setor se manteve assim até a primeira cisão em 1994. Com a formação da Vila Real, houve um confuso processo de repasse: a nova empresa assume as linhas com Viaggio G4 ex-Normandy, repassando-as rapidamente para a Acari e a Seletivos. Paralelamente, a 1045 deixa de ir até Maria da Graça e é reformulando, primeiro sendo Castelo x Abolição/ Cascadura via Méier e depois Castelo x Valqueire via Av. Suburbana.
Em 1996, a Normandy entra oficialmente nas linhas em questão, com Viaggio e Paradiso GV. Concomitantemente, a Auto Diesel relança a 386 rodoviária, agora como SE02 e com Viaggio GV 1620 refrigerados.
A compra da Auto Diesel pelo grupo Breda, em 1997, altera este quadro. As linhas 1094 e 1095 são recompradas e a SE02 é transferida para a Breda, que fica com três eixos operacionais (Leopoldina, 261 e as linhas rodoviárias). Há 3 ou 4 anos há o repasse das linhas seletivas para a Via Rio, que posteriormente transforma todos os ônibus urbanos em rodoviários.
Em destaque: Vitória intercity e Viaggio da Auto Diesel, Viaggio da Acari e Normandy e Vicino da Normandy.
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| Friday, 25-Apr-2008 03:28 |
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Rubanil, Madureira Candelária e Leunam - linhas executivas
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Contando a história de linhas um pouco obscuras. Quem souber mais detalhes pode complementar ou corrigir.
No início dos anos 90 - 1990 ou 1991 talvez - a Rubanil e a Madureira Candelária lançaram suas linhas executivas (rodoviárias sem ar e tarifação menor). Os itinerários eram:
1077 - Castelo x Madureira (Trevo das Margaridas, Vicente de Carvalho) - Madureira Candelária
1088 - Passeio x Vista Alegre (Bonsucesso, Penha) - Rubanil
1099 - Passeio x Pavuna (Fazenda Botafogo, Costa Barros) - Rubanil
1201 - Passeio x Irajá (Trevo das Margaridas, Vista Alegre) - Rubanil.
Pelo caminho publicado nos guias de ruas, presumo que o serviço seletivo fosse espelho de linhas urbanas: a 1077 seria uma 355 via Av. Meriti, enquanto a 1088 lembra a extinta 347 (Tiradentes x Vista Alegre), a 1099 é irmã da 377 (Pavuna x Praça XV rápida via Costa Barros) e a 1201 tem a ver com a 351.
A frota era variada, indo desde os intercity (Interbus, GLS 95) aos rodoviários propriamente ditos (EB 340 Volvo e MBB, Viaggio G4). Em 1996, a Maduca compra Viaggio GV Volvo com ar, estreando sua nova pintura neste serviço.
No fim do ano o setor rodoviário é separado, virando uma nova empresa: a Leunam. Não sei exatamente quanto tempo a companhia viveu, mas arrisco dizer que foram menos de três anos - no fim de 1999 não me lembro de ver carros dela no Castelo ou na Praça XV.
Em destaque, uma placa que resiste ao tempo: é a inauguração da linha 1201 (Irajá x Passeio).
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| Sunday, 20-Apr-2008 22:36 |
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Alpha
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A Alpha é uma empresa tradicional no transporte carioca. Sua fundação já conta mais de 40 anos, sendo realizada ainda na época das lotações.
Sua área de atuação não mudou muito ao longo de sua história, fato raro nas empresas do Rio: ela sempre atendeu a Grande Tijuca (Usina, Saens Peña, Estácio) e a Zona Sul (Copacabana, Ipanema, Leblon). No decorrer do tempo, a empresa começou a atuar na área do Rio Comprido, com linhas como a 401 e a 404, no eixo Botafogo x Humaitá x Jd. Botânico (410, vendida para a Verdun nos anos 70) e na ligação Centro x Zona Sul (132, vendida para a Real nos anos 80). Como curiosidade vale destacar a operação da 416 (Usina x Forte, CTC), conseguida através da linha-espelho 426 (Usina x Copacabana).
Atualmente sua frota se destaca pelo intenso uso de micros e micrões com ar-condicionado. Aliados ao constante aumento de frota - entre 2003 e 2007, foram acrescentados 30 carros ao quantitativo total - esta forma de operação contribuiu para a queda na quantidade de kombis na área do Rio Comprido (201, 401, 404).
Em destaque, três gerações de micros: a primeira, com um dos Carolina V 95 do Lagoa Orla (o outro era o 48148, da S505), a seguinte com um Senior 2003 de ar embaixo, e finalmente um dos novos Senior G7 na 401.
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| Friday, 18-Apr-2008 01:42 |
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Verdun - Viale com rodas de alumínio
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Enquanto faço a pasta do fim-de-semana, uma foto de Viale da Verdun com rodas de alumínio, rodando na 455.
Comentem aí, vou respondendo assim que tiver uma folga!
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| Sunday, 13-Apr-2008 23:44 |
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Carrocerias: Padron Alvorada
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108.303 - Alvorada III O371UP
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210.008 - Alvorada III 1318 (?)
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01.193 - Alvorada III O371UP
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Pasta sobre uma carroceria famosa em sua época. Embora não gostasse muito de Ciferal, é necessário reconhecer o sucesso que o Padron Alvorada fez.
Seu início remonta ao Projeto Padron, iniciado no meio dos anos 70. À época começou-se a avaliar as condições transporte nas grandes metrópoles brasileiras, ressaltando a responsabilidade do material rodante no precário sistema de então. Desta forma, o GEIPOT (Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes), junto a vários outros órgãos (Ministério dos Transportes, IPEA, Finep, EBTU), procurou definir padrões a serem seguidos para os ônibus. Alguns eram: motor traseiro ou central commais de 200 hp, maior área envidraçada e suspensão pneumática.
As várias encarroçadoras apresentaram seus protótipos. O da Ciferal deu origem ao Amazonas, podendo ser considerado o "pai" do Alvorada. A paulistana CMTC teve várias unidades do modelo.
No Rio, a história começa com o Padron Briza Volvo, de 1983. Uma homenagem ao governador fluminense da época, o modelo foi adquirido pela estatal CTC, que o colocou em linhas como a 261.
O descendente direto desta linha temporal é o Padron Alvorada. Lançado em 1985 (?), ele podia ser encarroçado em praticamente toda configuração de chassis: traseiro, central, dianteiro, Volvo, Scania e MBB. No Rio o modelo fez sucesso especialmente na versão OF, embora alguns Scania e Volvo (como os da Rio Ita) marcassem época.
Foram três modelos: o primeiro, com apenas dois faróis dianteiros, o segundo (Alvorada '87), adquirido por empresas como Lourdes e Vila Isabel, e o último, fabricado de 1989 a 1991 e com estilo mais quadrado. A última empresa carioca a tirar os Alvorada foi a São Silvestre: até o meio de 1999, eles ainda rodavam nas linhas circulares da Zona Sul - 511/2/69/70.
Em destaque, alguns Alvorada na configuração padron: 1001 e Ingá (O371UP), Rio Ita e Amigos Unidos (B58). Como brinde, um Briza da CTC.
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Agradeço ao amigo Fernando Scofano e ao site Railbuss (www.railbuss.com), pelo histórico sobre o Alvorada e o Projeto Padron.
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| Friday, 4-Apr-2008 02:46 |
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Macaense (RJ 150)
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Enquanto pesquiso para montar o post sobre o Padron Alvorada, vai uma pasta sobre a Macaense, empresa que uso quando estou de férias (linhas Macaé x Unamar e Macaé x Cabo Frio).
Como o nome indica, sua cidade de origem é Macaé, de onde opera numerosas linhas em vários âmbitos: municipal (sistema integrado Mactran), suburbano (cidades nos eixos BR101 e RJ106) e rodoviário (Rio, Nova Iguaçu, Niterói). Para este ano, espera-se uma renovação de frota, de forma a rejuvenescer o setor intermunicipal.
Em destaque, as três principais pinturas da empresa: a amarela, a padrão Elegance (adotada de 1999 a 2003) e a atual, instituída com a compra pelo grupo JCA. Ainda há o padrão municipal, semelhante à pintura mais recente.
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